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Parabéns Rui Silva
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AP Gosto de vitórias com esforço e sacrificio. Por isso foi um prazer saber que Rui Silva fez ontem subir novamente a bandeira nacional ao lugar mais alto do podium. Foi nos Campeonatos Europeus Indoor em Turim, na prova dos 1500 mt, a sua especialidade. Rui Silva ganhou a sua primeira medalha de ouro em 1998, há mais de 10 anos. Desde 2005 a sua carreira foi marcada pelas lesões e após ter estado ausente nos Mundiais de Osaka e nos Jogos Olímpicos de Pequim já pouco se esperava dele. Após ultrapassar as lesões, mudou de treinador, mudou de cidade e só manteve a vontade de vencer. Ontem voltou a colocar no tartan a mestria táctica que o caracteriza, e venceu. Parabéns Rui Silva.
Outra face da chamada Justiça
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O antigo presidente do Conselho de Justiça da FPF, juiz-conselheiro António Mortágua, esteve presente como testemunha abonatória indicada pelo arguido Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto, no caso do Beira-Mar-FC Porto - e em que está em causa um alegado suborno de 2500 euros ao árbitro Augusto Duarte. Durante a sessão no Tribunal de Gaia Mortágua reconheceu que conhecia casos de tentativa de "compra" de árbitros. Mas em defesa do arguido JNPC o juiz-conselheiro disse que o valor em causa (quinhentos contos - 2.500€) seria apenas "um preço para o aquecimento". "Claro que todas as pessoas têm um preço", mas, para António Mortágua esse valor, mesmo para as bitolas da época, só se fosse para o aquecimento". Estas declarações são de um juiz-concelheiro, que embora aposentado, ajudam-nos a conhecer melhor os magistrados do mundo que vulgarmente conhecemos como sendo a Justiça Portuguesa.
Filhos da Mãe
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Como um blog também é feito de dedicatórias, parece-me importante referir que estas linhas foram suscitadas por um amigo que se lembrou de me presentear com um pequeno livro lançado recentemente, por uma jornalista Brasileira. Após uma leitura rápida, numa linguagem bastante simples e acessível a qualquer um, o amigo Aurélio Diniz, provocou um sentimento de indignação que me levou a reflectir mais profundamente sobre o tema do livro “Filhos da Mãe”. Para quem ainda não leu, nem conhece a autora, desde já fica o ponto de ligação, que me parece fundamental para contextualizar a sua obra, AQUI . Versa, então, o livro sobre uma temática social bastante actual e que tem na sua base uma palavra muito forte, o preconceito. As relações culturais e sociais entre dois povos que se dizem irmãos, foram postas nos pratos da balança e o resultado final mostra, não mais do que, um grande desequilíbrio entre características nada abonatórias para cada um dos países que limitam o oceano que o...