Desculpa André! - #1

 


Ontem, 35 anos e 2 dias depois do 25 de Abril, fui objecto de um julgamento Político, na sala de aulas do meu filho mais novo, que tem 7 anos e anda(va) na Escola Primária do Juncal. Logo agora que eu estava de saída da política, querem atrasá-la.

 

Primeiro vamos aos factos, a semana passada fomos convocados para uma reunião na segunda-feira. A minha esposa é(era) Presidente da Associação de Pais da Escola para além de membro da Assembleia Municipal de Porto de Mós, eleita pelo Partido Socialista, foi a 2ª da lista, logo a seguir ao Fernando Amado. Nunca houve entre nós, um problema pelo facto de sermos membros da Assembleia Municipal de Porto de Mós, por partidos diferentes.

 

Apesar desta proximidade e apesar de ter questionado o Vereador da Educação, na sexta-feira passada, do conteúdo da reunião, apesar da proximidade com a Directora da Escola Primária, nem eu nem a minha mulher sabia do assunto da reunião.

 

Na reunião, estavam presentes na mesa, 1 professor das AEC, 1 professora representante do Agrupamento, a Professora da turma do meu filho, a Directora da Escola, o Vereador da Educação e imaginem 2 Policias.

 

O assunto gravíssimo, que motivou esta reunião, foi o facto de 3 crianças, numa aula de Música das AEC, terem despido as camisolas e corrido à volta de uma menina.

 

Por este facto gravíssimo, segundo a Directora da Escola, a primeira atitude foi escrever um Relatório para a Policia de Escola, que os aconselhou a não escrever o dito relatório, pois implicava investigação, ministério público e tribunais, com os pais das crianças.

 

As 3 crianças, eram o A, o B e o André (meu filho), como reacção à tristeza de ver o seu filho na lista, uma mãe sorriu nervosamente. Ao que a toda poderosa directora da Escola, em cima de toda a sua autoridade, que não impõe em nenhuma situação, repreendeu a mãe:

- Não se esteja a rir que o assunto é muito sério!

Dois minutos depois a mãe da criança, com problemas de saúde, caiu na sala sem sentidos. A reacção da directora da Escola foi sorrir, acredito, que também nervosa, mas não resisti:

 - A senhora está-se a rir de quê?

 


(continua)

Comentários

  1. Continua lá a história... O princípio dela é horrível...

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  2. Bom dia,
    Este assunto,que conheço por inteiro e as outras histórias que possivelmente vais relatar, é demasiadamente sério e mostra, entre outras razões,demasiadas, o motivo do meu "petit"texto do boomerang de ontem.
    Se fosse no nosso tempo, os nossos pais e professores diriam que "o carapau já tem catarro",hoje com as modernices todas chama-se a escola segura e o Vereador da Câmara,tá certo.Realmente o problema está nas crianças bricarem umas com as outras, no nosso tempo brincávamos aos pais e ás mães e aos enfermeiros, o que acontecerá se as crianças tiverem estas brincadeiras hoje em dia? Serão obrigadas a ir para o colégio militar,antes que se tornem potenciais pedofilos e violadores?
    Também eu como Pai peço desculpa ao André, estes adultos são/somos uns atrasados mentais,literalmente.
    Boa sorte e que te deixem brincar é o meu desejo.Hoje começa para ti uma nova etapa que sejas feliz.

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  3. Se compararmos este facto 'gravissimo' com o que aconteceu há pouco mais de um mês na mesma escola primária, em que um aluno obrigou outro a beber a sua própria urina, sem que nenhuma consequência 'policial' tivesse ocorrido, dá para ver que o problema do André quando corre sem camisola na escola... é a sua ascendência.
    A alegria dos fracos, dos tristes e dos incapazes ocorre quando conseguem incomodar quem não gostam, nem que para isso tenham de se recorrer dos recusros do sistema de ensino, que neste caso são usados para utros fins diferentes de ensinar.

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  4. E se o vereador ingressasse nos alcoólicos anónimos, que as bebedeiras quase diarias são pouco anonimas e na companhia de jovens? que exemplo dá o presidente da comissão da proitecção de crianças e jovens em risco qdo se embebeda até cair na companhia dos mesmos?

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    1. Tenho aqui criticado politicamnete o meu ex-colega e Vereador deste executivo autárquico, Rui Neves.. E vou continuar. A ser verdade o que aqui está escrito , tenho muita pena que se tenha perdido desta maneira. Nas festas que fazimos , raramente o via beber alcool. A ser verdade só tenho um conselho: a Câmara é um hiato na vida de um cidadão, e avida continuará para além dela. Assim vai ser mais difícil.

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  5. Perante a situação descrita apenas me ocorre uma ideia... será que estas pessoas não tem forma de ocupar o cérebro sem ser com estas situações.... há não muitos anos estávamos nós horas a jogar aos pais e ás mães e aos médicos e enfermeiros ...e sabemos bem o que se passava..e agora por uns miudos fazerem uma brincadeira tão simples é necessário chamar as forças policiais??? Meus senhores nem 8 nem 80, não é necessário chegar a estes extremos... pensem sim no bem dos miudos e não os envolvam nas "guerras" dos crescidos...

    Não será mais preocupante o facto de muitos miudos às 9h da manhã chegarem embriagados à escola...não seria mais útil colocar as forças policiais a fiscalizarem os estabelecimentos comercias que vendem bebidas alcoólicas a miudos com menos de 16 anos... meus senhores pensem nisto...

    e já agora se não tiverem com que ocupar o tempo arranje-se lá para os mues lados umas limpezas para fazer....

    ss

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  6. Estou a caminho da escola. Uma escola onde trabalho há muitos anos, onde tem havido alguns problemas que tentamos solucionar a bem de todos. Nunca me lembro de um caso assim , com estes contornos e com crianças com 7 anos de idade! Nunca mesmo.
    A democracia está suspensa em Porto de Mós.

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    1. Professora Ana
      Concerteza que sempre ouviu dizer que há sempre duas versões do acontecimento; e muitas vezes nenhuma é verdadeira...
      Por acaso a senhora já se inteirou do sucedido com a outra parte em questão que aqui é caluniada pelo sr. Malhó?
      Como professora que é acha-se capaz de "encenar" tudo isto que aqui foi referido só por 3 crianças terem tirado as camisolas e andarem a correr atrás de uma menina?
      Ou será que o seu julgamento se baseia em partidarismo político?!
      Não aceito que refira "a democracia está suspensa em Porto de Mós". Se assim fosse, ou seja no tempo da ditadura nada disto acontecia (e não sou saudosista).
      Aconselho-a a conhecer todo o historial e a julgar depois!
      Democracia também é responsabilidade!

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    2. É verdade, tem toda a razão... mas fico a indagar sozinha , uma vez que suponho , pelo seu post que conhece outra versão" das coisas" e não dá nem o seu nome , nem um endereço, nem nada. Assim não vamos lá.

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    3. Caro anónimo,

      Esteja atento a toda a história e tire as suas conclusões no fim.
      Claro que tem sempre o direito de me chamar mentiroso.

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    4. Caro Luís,

      Uma das coisas que se ensinam às crianças de tenra idade é que a verdade deve prevalecer em qualquer circunstância, ou situação. Assim, ainda que não estejamos presentes, se ouvirmos a versão de uma história ou de um acontecimento, não teremos qualquer tipo de necessidade de duvidar das palavras de quem o partilha.
      Quando leio este texto, duvido, de certa forma do que nele é dito.
      Primeiro porque nem o Sr. nem ninguém assistiu às situações, algumas delas com certeza inadmissíveis, que se passaram dentro das quatro paredes de que tanto falam nos comentários que li, a não ser, os próprios professores ou auxiliares. Segundo, porque, tanto quanto sei, uma vez que estive presente, nessa reunião, ou devo dizer “Julgamento Político”, não foi só abordado esse episodio em que essas três crianças despiram “as camisolas e corrido à volta de uma menina”. Falou-se de um mau comportamento constante que se tem vindo a agravar e a exceder limites que se considerem razoáveis, tendo em conta que se tratam de crianças de sete anos.
      Até porque se essa fosse a maior acusação nesse “Julgamento Político” feita ao seu filho, não seria caso, com certeza, para o Sr. o mudar de escola de livre vontade.
      Sugiro que releia o texto que escreveu para que não induza os comentadores do mesmo em erro. Afinal, é uma forma muito simplista de ver as coisas, colocando o seu filho no papel de vítima.

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    5. Só quero acrescentar aqui uma coisa... Dou aulas há 20 anos, interrompidos pelos 4 anos que estive na câmara.
      Ao longo destes anos passaram por mim muitas turmas, muitos alunos, passei por várias escolas. Assisti a problemas disciplinares de maior ou menor gravidade.
      Há turmas dificeis que requerem dos professores, dos pais e dos auxiliares muito mais empenho. Há professores excelentes em termos pedagógicos mas que têm muita dificuldade em se impôr, em fazer cumprir regras e depois as aulas são uma rebaldaria.
      A turma das crianças em causa pode ser dificil, há tantas!!!! Agora senhor anónimo parece-lhe que se justifica chamar a polícia??????????? Nunca vi coisa igual! A poliícia por onde tenho passado chama-se para coisas graves, roubos, agressões, etc...
      E neste caso a polícia até parece que teve algum bom senso porque a senhora professora valha-lhe Deus...Se tivesse algumas turmas de rapaziada que já me passaram pelas aulas só de cor po de intervenção!!!!!!!!
      Hja bom senso, pelo amor de Deus!

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    6. Lá está. É aí que quero chegar quando falo em veracidade completa e não meias palavras. Polícia será sempre um termo demasiadamente forte em comparação com "Escola Segura".
      Porque foi a Escola Segura que foi chamada.
      E não considero isso um exagero. Muito pelo contrário. Pareceu-me bastante correcto e uma atitude de bom senso.

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    7. Já ouviu falar de Escola Segura? Consegue enumerar algumas das suas muitas funções?
      É que essa coisa de se dizer que estiveram 2 polícias na reunião sempre dá mais impacto mas, de facto só serve para os ignorantes ou para aqueles que querem fazer dos outros parvos.
      Mais uma vez o partido político fala mais alto do que a voz da razão.
      A Srª que já foi vereadora da Educação e se é uma professora responsável, deveria ser a primeira a isentar-se de opinião enquanto não apurasse da veracidade dos factos.
      Porque não fala com outras pessoas que estiveram na referida reunião?
      Eu estive lá e fiquei deveras espantado quando li as palavras do pai do André que começou logo por aqui referir que foi "objecto de um julgamento político". Parece que o Sr. sofre da fobia da perseguição política. Isso é de quem tem o Ego muito elevado!
      Mas quem é que lhe reconhece competências políticas para estar preocupado em derrubá-lo?
      Por aquilo que tenho lido no Portomosense relativamente às Assembleias de Câmara, já tinha dado conta que o Sr. tem tido muitas dificuldades em dirigi-la; mas agora mais do que nunca percebo de que tipo de pessoa se trata.
      E a senhora Irene não fale sem saber, porque já todos sabemos que a mentira é uma arma de alguns políticos.

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    8. Peço,humildemente desculpa mais uma vez ,mas se em vez de estar tão incomodada com as palvras aqui descritas pelo Luís, se está tão atenta ao desempenho do Luís como Presidente da Am e faz juízos de valor sobre isso, porque é que tem problemas em assumir a sua identificação e dizer-nos claramente:
      1- o que motivou aquela reunião com todos os pais da turma
      2- porque foi convovado o Sr. Vereador
      3- leia bem o pormenor, porque foi convocada a escola segura
      4- É ou não verdade que foi reconhecido que aqueles 3 menisno se portam muito bem nas aulas menos nas AEc's
      tenho mais dúvidas,mas por agora estes esclarecimentos já me chegavam.até porque amanhã também é dia....

      Isso sim era porreiro,pá,permita.me a expressão, o resto desculpe ,mas só está a contribuir para o aumento de notoriedade deste blog,confundir as pessoas e confesse lá, não é bem o seu objectivo pis não?
      Obrigado e peço desculpa se fui um pouco ousado de mais nas minhas palavras.

      mas também comprrendo que queira esperar por mais amnahã e que chegue por hoje

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    9. Caro Otalivio Anastácio ou (sabe não me soou bem dizer Caro Outro Anónimo),

      Pode dizer-me qual foi a acção pedagógica da Escola Segura (como diz e muito bem)? Quais foram as soluções e estratégias encontradas pelos professores, pais e Agentes da Escola Segura que saíram dessa reunião para que o mau comportamento das crianças diminua? Foi isso que discutiram na reunião?
      Pelos vistos sabe bem que a função da Escola Segura é " Neste âmbito, o Programa Escola Segura contribui para criar as condições de segurança que as crianças merecem – no caminho para a escola, nos seu interior, nas suas imediações, onde quer que se encontrem. Para que se sintam apoiadas e protegidas. Todas as crianças têm direito de crescer em segurança, num clima de tranquilidade, sem medos nem receios.".
      Por isso, responda-me é isto que se põe em prática quando se chantageiam os alunos, se usam ameaças, ou quando se usa o estalo como meio de "restabelecer a ordem"?

      Repare, não estou em momento algum a legitimar a indisciplina e falta de educação! Pelo contrário! Mas eles são crianças por isso precisam que sejam os adultos a encontrar soluções de compromisso de todas as partes para que possam crescer melhor, mais felizes e futuros adultos responsáveis e educados. Ah e que não tenham receio de dar a cara pelas suas verdades, ainda que possam não ser verdades absolutas e inquestionáveis.

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    10. A Escola Segura é a GNR ou PSP e costumam andar fardadas... Mas que medo de laguns nomes...

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  7. Sou professora e sou mãe. Lido em casa e fora com as tropelias de crianças e jovens.
    Li este texto hoje de manhã e não queria acreditar... Fiz umas indagações, perguntei se as tais crianças sem camisa tinham molestado sexualmente ou doutra forma a colega. Parece que não.
    Porquê este circo? Porque se lincham assim estas crianças? Mesmo que tivessem praticado actos graves esta, não era de certeza, a melhor maneira de tratar o assunto.
    É inacreditável...

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    1. O comentário dirigido à Ana Narciso também se aplica a si (e a todos os outros)
      Compreende-se;a política em destas coisas.

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    2. Pois meu Caro(a),
      infelizmente foi como o Luís diz, de cara destapada, sem medo do contraditório,não nos importamos com opiniões anónimas,mas registamos a sua coragem ao não assinar com o seu nome.Não o queria fazer, até porque já falei com ele ao telefone hoje, mas peço ao Luís Costa,Presidente da ADP que nos diga o que sabe sobre este assunto e a opinião do coordenador de música das Aec's sobre o mesmo.
      Atirar areia para os olhos dos outros não é, definitivamente, um acto de boa educação.

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    3. Caro anónimo... Aplique o seu comentário a quem quiser, agora a mim não aplica, tenho a certeza... Ora leia bem...

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  8. Com atitudes destas os professores não vão conseguir conquistar quer o respeito dos pais, e mais grave, o respeito dos alunos.
    Penso que aqui se estão a confundir muitas coisas. E as pessoas não estão a saber distinguir qual é o seu verdadeiro papel.
    Eu também sou mãe de um filho de 7 anos. É muito curioso o que se passa nestas aulas das AEC , quase sempre os problemas são durante estas aulas. Dá que pensar! Será esta a melhor solução? Parece que não.
    Perante esta situação, o que faria um pai que soube que o seu filho se urinou todo porque a professora de educação física não o deixou ir à casa de banho enquanto decorria a aula.

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  9. Meus caros.
    Espero que não me chamem retrógado, mas penso que as AEC's trazem muito pouco de bom.
    Primeiro, porque obrigam as crianças a estarem muito mais tempo na escola, sentadas ou não; segundo, porque lhes retiram tempo para brincarem e isso, faz-lhes imensa falta.
    Algumas crianças muitas vezes, após o horário escolar têm as AEC's e ainda o ballet, natação, futebol e muitas outras actividades.
    Quando brincam? Elas têm necessidade de brincar... e na escola não o podem fazer, porque precisam de aprender, que é para o que a escola serve. E também para complementar a educação.
    Armindo Vieira

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    1. Meu caro e amigo Armindo,
      Não só não o chamo de retrógado, como lhe digo mais: DEIXEM BRINCAR AS NOSSAS CRIANÇAS!!
      Nós os adultos somos uns bota de elástico,armados em inteligentes e só estamos a fazer mal aos nossos miúdos.Ainda bem que o André,no dia de hoje, é um miúdo feliz com novos amigos.
      Infelizmente este relato do Luís,não fica por aqui , é chocante o que se passou e a forma como nós adultos com responsabilidade na formação de Homens lidamos com as nossa crianças,eu se me fosse permitido fazia queixa ao PGR dos professores em causa, dos policias e do Vereador, o que eles disseram aos Pais e miúdos é de leza pátria.

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    2. Caro Amigo Pedro Oliveira
      O meu comentário é a minha opinião... Para além disso e, na sequência do mesmo, ouvi há cerca de um ano um professor universitário a defender que os alunos devem ter tempo para brincar.
      Dizia que ele próprio, "com 5 anos, ia sózinho e a pé, da Rua de S. Francisco (para nos situarmos é próximo do maringá) para o Jardim Escola João de Deus que, como se sabe é ap fundo da av. marquês de pombal, e qd lá chegava ia transpirado... o que era muito bom...".
      E dizia mais, que "nós antigamente brincávamos porque os nossos pais não tinham tempo para nós, hoje as crianças não brincam porque os pais não têm tempo para elas".
      Armindo Vieira

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    3. Esaueci-me de referir que isto passava-se em leiria há pouco mais de 50 anos.
      AV

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  10. E assim vai a nossa educação...
    Para além de uma política de educação eficiente precisamos urgentemente de educação na política!

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  11. Caro Luis
    Parece-me que querem matar um mosquito com uma espingarda, e matar um leão com uma fisga.
    Algumas perguntas prévias:
    -quem foi o autor desta estratégia de actuação?
    -porque se envolve a Câmara no processo?
    -porque se envolve a policia no processo?
    -e a direcção do agrupamento?
    -E a ADP?
    -porque se irresponsabilizam professores, chamando a policia para meter medo às crianças?
    -ultima pergunta- perante a "gravidade dos actos dos alunos" que justificou este espectáculo,qual a penalidade das crianças, para terem consciência da ilicitude dos seus actos?
    Ou dos pais responsáveis,visto serem menores?
    Ou dos professores que se demitem das responsabilidades, trazendo para a escola outros elementos, assumindo a sua incompetência em lidar com 3 garotos de 7 anos, que tiraram uma camisola e se meteram com uma colega?
    Todos sabemos que existem turmas e crianças, com maior ou menor capacidade de adaptação a regras e a comportamentos de maior dificuldade de socialização em grupo.
    Quando na sala de aula o docente se não assume como o OUTRO, que deve fazer-se respeitar pela turma, e é aqui que existem os maiores problemas de indisciplina.
    Resta saber qual o comportamento e atitude do professor?
    Ignora?Faz de conta que não vê?
    Não exerce a sua autoridade, remetendo-se às ameças, chantagens, procurando que outrem venha resolver o seu problema?
    Ou exerce a sua função de autoridade( que não é sinonimo de repressão/violência psicológica) mas sim, o facto de se fazer respeitar, assumindo-se perante o grupo, como uma pessoa diferente,com uma função diferente, não se esbatendo no pântano comportamental?
    Será que envolvendo três crianças,foi necessário chamar todos os pais?Ou a turma é TODA indisciplinada?TODA?
    Ou estaremos na ausência de professor?
    Que papel assume um vereador na situação?
    A quantos casos terá de acorrer no futuro?
    E quando o disparate é do docente?
    Comunica ao ministério?
    Reduz-lhe o vencimento?
    Será esta a função de quem tem por obrigação ter uma ideia de educação para o concelho?
    E a policia? Em casos de violência e com alunos graùdos talvez se justifique. Agora com os pais e garotos de 7 anos? São estas crianças o germe da violência na Escola?
    Já agora, qual a formação pedagógica do docente?
    Mas mais importante,qual o seu grau de responsabilização?
    NÂO SERÁ QUE DEVEMOS QUESTIONAR ESTE MODELO DAS AECs?
    SERÁ LEGITIMO ANDAR A GASTAR DINHEIRO DE TODOS COM ESTE MODELO?
    SERVE A CRIANÇA?SERVE A ESCOLA?
    Ningém se interroga sobre o porquê de certos comportamentos com alguns professores e não com outros?
    As crianças são as mesmas.
    A escola é a mesma.
    Os pais são os mesmos.
    O que é que se alterou? O PROFESSOR.
    Agora espectáculos deste teor são inqualificáveis.
    O André já mudou de escola.
    Irá sozinho?
    Uma boa conversa com os 3 pais poderia por certo resolver o problema.
    Agora uma reunião geral??
    De facto, não vamos pelo bom caminho.
    Por muito que se invista em educação, com este tipo de actores na escola, por certo,que teremos mais diplomados,alegremente iirresponsáveis e ignorantes.
    O "mosquito" são os garotos.
    O leão é monstruosidade que construimos em Portugal, chamado Sistema educativo.
    Cumprimentos

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    1. Caro José Ferreira,
      Não acredito que tenha sido uma preocupação exclusivamente inquisitorial que mobilizou os responsáveis por este episódio. Acredito que têm consciência que se excederam.
      Os que os terá mobilizado foi um conjunto de episódios em que o Luís Malhó esteve envolvido.
      O primeiro deles será o facto de ser Presidente da Assembleia Municipal e por diversas vezes ter deixado o Exucutivo atrapalhado (ou como eles costumam dizer, com as calças na mão).
      O segundo poderá ser o episódio das pistolas de plástico que deixou todo o Executivo debaixo dos holofotes da imprensa, tendo o Presidente apresentado explicações diferente para cada jornalista que o abordou. Sabemos que o vereador em causa ficou especialmente agastado com o episódio.
      Lembro que o assunto saltou deste blog para o Região de Leiria e logo depois para o Correio da Manhã, Rádio Comercial e para o Público. O Presidente chegou a lamentar-se que havia um aproveitamento político da oposição. A oposição não não tocou no assunto, mas com essas declarações entendemos que o Presidente sentiu o episódio como politicamente atacável.
      Há também o caso das AEC's, assunto que neste blog nunca foi esquecido e que contribuiu para que, entre um louvor proposto pelo executivo à empresa que prestava (?) esse serviço e uma rescição com justa causa passassem poucos meses.
      Claro que parte dos docentes são solidários com o vereador, e perante tudo isto, não acredito, como disse, que tenha sido uma preocupação exclusivamente inquisitorial que mobilizou os responsáveis por este episódio.

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  12. Depois do que li, acho que vou fazer de conta e imaginar que isto não passa de um qualquer conto ficcionado, que não existe e não aconteceu!... faria isto a bem da minha saúde mental, que teima em vacilar quando ouço histórias deste género, mas não posso deixar de me manter acordada numa realidade absolutamente bizarra... eu não sei o que é pior, se o motivo da reunião, se a presença dos polícias, se a atitude da directora da escola, se tudo junto, mas sei que este não é o miundo que desejo para os meus filhos, em que políticas extremistas e falsos pudores geram este tipo de situações anormais. Normal é deixarem as crianças brincar, correrem atrás das meninas sem camisolas, de cuecas até!... meus senhores, ou não vos lembrais do que fizestes em crianças, ou sois hoje em dias adultos profundamente frustrados e mal resolvidos. Perdoa-lhes André, que não sabem o que dizem, nem o que fazem!

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    1. desculpem os erros, é de escrever à pressa... e do nervoso miudinho!

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  13. Boa tarde

    A ADP assegura desde o inicio do 3ºperiodo o Enriquecimento Curricular nos Agrupamentos de Porto de Mós e Mira de Aire/Alvados, tendo desde a 1ª hora a preocupação de andar no terreno, no contacto com as coordenações das Escolas, com vista a desempenhar um serviço o melhor possivel para o bem das crianças do nosso Concelho.
    Existe no entanto por parte de alguns professores titulares o pedido claro, para que os professores que estão a leccionar as Aec´s, sempre que acontece algo que seja fora do funcionamento normal das aulas, que estes ou escrevam nas cadernetas dos alunos, para que os pais tomem conhecimento do que se passa com os seus filhos, ou em primeira instância, deixarem recado para que as professoras titulares possam agir conforme o que lhes é apresentado.
    Não queiram culpar as Aec´s por tudo o que se passa nas escolas, pois é muito mais fácil ir por ai!!!
    Temos é que todos em conjunto, sem arranjar aqui bodes expiatórios, ver o que está bem e o que tem de ser corrigido, pois se cada um de nós começa a atirar pedras para esta ou aquela direcção, consoante o seu estado de espirito, então não conseguiremos chegar a lado nenhum.
    Eu estou disponivel para me sentar à mesa para discutir este e outros assuntos para melhorar a Educação no nosso Concelho, e não só, espero é que todos estejam disponiveis para isso tambem, pois acho que é a unica forma de contribuir para um Concelho melhor.

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    1. Registo a sua boa vontade em resolver o problema das AEC's que já deram e vão continuar a dar problemas enquanto a escola ou a Autarquia não liderarem totalmente este processo. E concordo , consigo, Luís ,temos de nos sentar à mesa e obrigar os protagonistas políticos a chegarem a um compromisso polítco sobre esta matéria. De outra forma estaremos a adiar um problema que mais cedo do que tarde nos inundará de problemas sociais graves.É por isso bem vinda a sua sugestão . A questão, contudo é esta :quem quer sentar-se a essa mesa de compromisso para o futuro dos nossos jovens.

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  14. Tal é a minha indignação! Chama-se a polícia porque 3 meninos tiram a camisola e correm atrás de uma menina, de seguida faz-se um julgamento público (ou político), tudo sob o pretexto da preocupação com a educação das crianças? Então mas o problema não foi com TRÊS crianças? O que fez a professora quando se deparou com a situação?
    Certamente chegou perto deles, falou num tom firme, sem ser necessário ser agressiva para não perder a autoridade e o respeito, reafirmou as regras do espaço sala/escola e posteriormente chamou-os à parte falou firme e assertivamente com eles para perceber o que estava a acontecer e o porquê de terem infringido as regras, tentou perceber o que é que não estava suficientemente claro nas regras, e de seguida negociou o castigo (com um objectivo pedagógico e não de humilhação, claro), para que as crianças se sintam responsáveis pela solução e pelo acto. E só posteriormente comunicou aos Pais destas crianças e reuniu com eles. Claro que foi isto que aconteceu, não foi?

    Como eu lamento saber que (certamente) nada disto aconteceu! Como eu lamento saber que a maioria dos professores não está pedagogicamente preparado para lidar com os desafios inerentes ao ensino, aos comportamentos, emoções e reacções e articulação com os Pais. Como eu lamento saber de tantas e tantas coisas que se passam dentro das 4 paredes das salas de aulas, perpetradas pelos professores e os Pais nada fazem! “Pois, a professora bateu-lhe e humilhou-o(a) mas é melhor não fazer nada senão ainda é pior!” Lamentável!

    Pergunto: “Será que se os professores fossem motivantes, se os alunos se sentissem positivamente desafiados, se estivessem positivamente ocupados, se lhes fosse dado espaço para libertar as suas energias positivamente, se a escola fosse um espaço (não fisicamente apenas, mas um espaço de aprendizagem) agradável, com identidade própria, em que cada sala espelha a vida escolar daquela turma, os seus sucessos e como venceram as dificuldades…Será que a indisciplina era a mesma? Não era! e todos sabemos bem disso… apesar de todas as dificuldades com que se deparam os professores, com a falta de meios, de condições, com a falta de participação de muitos pais na vida escolar dos filhos entre muitas outras coisas.

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    1. Se me permites cara Telma,
      clap,clap,clap de pé e com toda a humildade te digo: Grande lição deste tu neste teu comentário.
      Falou e disse.
      jocas e obrigado mais uma vez

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    2. Telma,

      Se os senhores professores, se se dessem ao trabalho de lerem, perceberem, reterem e aplicar o teu comentário, mais de metade dos problemas de todas as escolas desapareciam.

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  15. Não tenho muito mais a acrescentar,pois também quero ler o resto desta palhaçada,desculpem mas não tem outro nome, realizada por um Vereador que devia estar mais preocupado com as figuras que anda fazer, e não é preciso desmentidos de ninguém basta saber que João Salgueiro e Albino já o chamaram á pedra por isso, por uma Directora que deve ter saudades do Salazar e da Policia que devia era "prender" esta gente que sabe lá o que é educar.
    Que o boomerang,que o pedro falava ontem,boa articulação entre textos,lhes bata bem de frente na testa.Pelo nº de comentários e mais importante, pelos seu conteúdo acho que o boomeranga vai fazer mossa e é muito bem feito.

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  16. Boa tarde,
    Como mãe é chocante ler este episódio,mas o mais chocante e doloroso é perceber que os "anónimos" que querem branquear esta situação,ainda não perceberam e numa situação futura voltam a fazer o mesmo.Querendo acreditar que têm inteligência um pouco superior ao da galinha,sem ofensa para o animal, leiam se faz favor o comentário da Srª Telma,que não conheço e para quem envio os cumprimentos pelo excelente comentário.Será que é dificil perceber? Fez bem em tirar o seu filho dessa escola, fico, como mãe, apreensiva pelas que lá ficaram nas mãos dessa gentinha sem minima qualificação para lidar com crianças.Um professor que não é capaz de impor respeito jamais será respeitado, e a Srª Directora só tem uma coisa a fazer pedir desculpas ao André.Policia,vereador, por amor de Deus peça a reforma e vá tomar conta das batatas,dos netos é melhor não!

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  17. Não quero monopolizar o espaço de comentários, mas tenho uma “voz” dentro de mim que não se cala e grita a toda a hora…

    Se chamam a polícia por uma situação destas então como se deverá intervir quando professores despem os meninos à frente de todos e os deixam em exposição, como castigo?
    E quando lhe deixam a mão marcada na cara?
    E quando os chamam de burros?
    E quando referem que o correcto seria dividir a turma na fila dos espertos e dos burros? (Sim, leram bem, BURROS. Foi-me dito a mim por uma professora de uma escola aqui perto).
    E quando se dirigem a um menino negro como “O preto”?
    E quando referem que têm as costas quentes por isso ninguém lhes pode fazer nada?
    E quando humilham as crianças com maiores dificuldades rotulando-as e permitindo que os colegas as rotulem?
    E quando professores e auxiliares estão no belo do lanchinho e as crianças que se lixem?
    E quando passam o tempo a gritar com os alunos e depois os repreendem porque falam alto e gritam uns com os outros?
    E quando
    E quando
    E quando


    Na minha opinião, a função suprema do Professor é ensinar, motivar para a aprendizagem, fazê-los sentir vontade de ir para o espaço escola, aprender e conviver… É educar pelo exemplo e o exemplo tem de ser de tolerância, respeito, verdade, cumprimento de regras (de ambos os lados), motivação, vontade de ensinar e aprender com eles… Será que é isto que acontece? Será que o Professor muitas vezes é um modelo a seguir? Será que se sentem motivados? Impõem regras e limites e cumprem aquelas que lhes cabe cumprir? Será que são tolerantes? Não quero que sejam tolerantes com a indisciplina (e não acredito que os Pais o queiram) quero sim que sejam tolerantes com as diferenças, com os diferentes ritmos de aprendizagem, com as diferentes formas de sentir, agir e reagir de cada criança e lhes dêem um exemplo a seguir, lhes apontem um caminho positivo, baseado no reforço das qualidades que possuem e não apenas fazer sentir as dificuldades e o mau comportamento e lhes mostrem que o esforço e o empenho é valorizado.

    Nesta altura estão os professores a dizer “Pois, ela sabe lá o que estar com 25 meninos todos diferentes, indisciplinados blá blá blá…” Se calhar não sei, não sou professora, sou Psicóloga, sou formadora, já dei muitas horas de formação parental e para professores e sei que se pode FAZER DIFERENTE, COMUNICAR DE FORMA DIFERENTE, EDUCAR DE FORMA DIFERENTE. Por tudo o que já vivi pessoal e profissionalmente, li, conversei com pais e professores… sei que se um método não está a resultar há que experimentar outros, sei que muitos Professores/Pais me admitiram que muitas vezes não utilizam o melhor método para atingir um fim, sei que muitos (Pais e Professores – porque os Professores também são Pais e vice versa) já admitiram que por muito que lhes custe admitir, muitas vezes os filhos/alunos são o espelho deles: gritam porque gritam com eles, não cumprem as regras porque os adultos também não as cumprem, são intolerantes porque os adultos também o são, não pedem desculpa porque os adultos estão convencidos que não têm de o fazer mesmo quando reconhecem que erram, usam a chantagem porque também a usam com eles, stressam-se porque os adultos tb o estão and so one and so one… e todos nos esquecemos que se educa pelo exemplo!

    A Escola do Juncal tem um já longo historial de situações, na minha opinião, inaceitáveis. Eu sei, muitos sabem: Pais, Directora, o Vereador e Directora do Agrupamento também. E essas não são graves? É essa a forma correcta dos professores lidarem com as crianças?

    Pais venham dar exemplos de que o problema não está só nos vossos filhos, eles não são o demónio e os Professores os Anjinhos. Na escola como em quase tudo na vida a responsabilidade é partilhada. Resta cada um de nós fazer a sua parte e tornarmo-nos todos mais exigentes: Os pais participarem mais e melhor na vida escolar dos filhos, professores cumprirem o seu papel não apenas de instrução mas também de educação e relação com os Pais e

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    1. Opss
      Correcção "e assim as crianças também terão uma postura diferente na Escola e para com a Escola – reconhecer-lhe-ão outro valor!

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    2. Drª Telma
      É sempre bom ouvir as palavras compreensíveis de uma psicóloga, de uma pessoa que sabe ouvir os problemas dos outros.
      Só que a senhora (ou menina) psicóloga, fazendo uso dos seus conhecimentos teóricos, não me faz acreditar que a tal reunião só se passou por 3 meninos correrem sem camisola atrás de uma menina!
      Por acaso o sr. seu primo, o pai do André, disse-lhe quantas vezes em dois anos os pais daquela turma (não da escola) foram chamados individualmente ou convocados para reuniões de turma? Quantas vezes não foram postas em prática as suas teorias!?
      Sabe que tipos de comportamento têm manifestado algumas dessas crianças?
      Quem esteve na reunião, como o seu primo, também ouviu os lamentos de quem todos os dias tem de incentivar o seu filho/a para voltar à escola no outro dia sem medo de ter de conviver com alguns colegas. E isto, para crianças de 7 anos, conforme sabe, é deveras mau.
      Poderia aqui enumerar um sem fim de situações de que eu e muitos outros pais dos alunos daquela turma têm conhecimento, mas pelo que li o Sr. Luís preferiu ignorar. Há que referir só o que convém e, assim se transforma uma Vítima em Herói!

      De si, como psicóloga, também era de esperar uma outra conclusão e não vir julgar em praça pública uma escola (que por acaso também deve ter frequentado) e que, para além de ensinar, se tem pautado por incutir nos seus alunos valores éticos e morais procurando proporcionar-lhes formas diferentes de aprendizagem.
      Os professores vão passando pela escola (uns melhores do que os outros, tal como noutras profissões): hoje uns, amanhã outros, mas o nome da escola do Juncal ficará.

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  18. É Tudo verdade sra Telma.
    O que o sr Malhó escreveu é verdade não está é a contar toda a verdade.
    Porque nada disse na reunião em que estavam todos sobre o mau comportamento e repetitivo de algumas crianças, do A, do B e do André?
    Porquê contar meias verdades e expor o seu filho, num blog, porquê?
    Sem ser um reparo para ninguém , a escola é um espaço de construção de aprendizagens e educação mas esta começa em primeiro lugar em casa e acaba em casa, certo?
    As nossas crianças são todas vitimas, isso é verdade, mas é da sociedade, sem humanismo, sem educação, com preconceitos , ...

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    1. Se me permite reforçar:
      "A Educação começa, em primeiro lugar, em casa e acaba em casa."

      Uma ideia a manter, sem dúvida.

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    2. Não seja apressado António, amanhã há mais.
      Sinceramente, faz-me confusão ler comentários de quem teve na reunião,aparentemente, e não é capaz de ter aqui uma conversa civilizada.O assunto é sério e o nível em que a Telma o colocou é deveras importante, porque é que não discutem os fundamentos que estão nos seus,Telma,comentários e insistem em afirmar que tudo é normal e que o Luís está a faltar á verdade?Têm medo de quê?De admitir que erraram, só lhes ficava bem.Ler que alguém com a responsabilidade dos intervenientes na reunião que é de bom senso chamar a escola segura por causa destes episódios,que deviam ser tidos como normalissimos, peço desculpa, mas é de alguém que precisa de ajuda médica especializada.Como representante de turma dos EE,como vice presidente de uma associação de Pais,como membro de um conselho geral de escola, sim estou a puxar dos galões como EE, posso não posso?, tudo isto me parece terceiro mundista,parafraseando alguém com responsabilidade nas AEc's em Porto de Mós.
      Ensinem os nossos filhos a aprender é para isso que nós vos pagamos,sim porque somos nós todos que vos pagamos e se acham que o vosso emprego é mau, mudem de vida,JÁ!
      Tenham vergonha e a humildade suficiente para reconhecer que foi um mau momento vosso.Estamos,EE,cá para vos ajudar se assim o entenderem, se não quiserem não esperem de nós galinhas gordas.

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    3. Efectivamente assim é, que leia bem as suas palavras.É que de certeza que não foi isso que os seus pais lhe ensinaram, ou seja, a cobardia.Percebeu,não percebeu?é que não tenho muito jeito para o desenho,lol.

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    4. Sempre estive do lado de cá de quem se sentou na mesa. Nem só os responsáveis pela reunião estavam presentes na reunião
      Os pais também estavam. E eu estive lá.

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    5. Um novo modelo de educação tem que ter uma maior presença dos pais, são eles o exemplo número um para cada criança enquanto filho. Há bons profissionais e maus em todos os sectores e, muita vezes a trabalhar nas mesmas instituições ou empresas, não é tudo farinha do mesmo saco, certo? Estou de acordo com quem defende que as crianças passam muito tempo na escola sem que esta seja apelativa e lhes permita serem crianças e brincar, concordo com a Sra. Irene que foi um exagero a presença da escola segura, concordo com o Sr. Luís Costa para se sentarem todos à mesa e discutir o problema, concordo que o modelo não é o melhor como defende a Sra. Telma. Não é a escola que vai substituir os pais, nem pode, nem deve. Por isso digo que a construção da aprendizagem e educação começa em casa e acaba em casa, como defende a Sra. Telma com os exemplos. Sr. Pedro , rotular os outros é fácil e só não o faço em relação à sua pessoa porque realmente não foi essa a educação que recebi. Mais, não disse que o Sr. Malhó mentisse, omitiu o que é diferente. E para sua informação não estive na reunião, ouvi foi pessoas que lá estiveram, mas para que saiba tive oportunidade de ouvi-las em separado.

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  19. Adormeci e acordei com esta história... Lidos todos os comentários, os mais sensatos, os menos sensatos, os anónimos, os identificados.
    É uma história que deixará pouca gente diferente. Por quase todos somos mães e pais, quase todos temos filhos melhor ou pior comportados, quase todos temos filhos que, se bem comportados já sentimos que foram prejudicados pelos mais terroristas, se mal comportados já passámos as passinhas a tentar por todas as formas melhorar as coisas.
    Volto a dizer e sempre na perspectiva de mãe e professora, que aqui nunca tive outra, e pouco me importando com ataques e insultos, que na minha modesta opinião a situação não foi bem conduzida.
    Não há professores perfeitos, não há pais perfeitos, não há alunos perfeitos. Seria tão fácil, não?
    Agora uma turma de alunos de 7 anos com problemas de disciplina tem que resolver os seus problemas entre pais e professores, não com a polícia, sim e a escola segura é polícia, a menos que a ocorrência seja grave. E não estou a falar da acção pedagógica que a polícia da escola segura possa ter quando vai às escolas, porque não foi esse o caso.
    Aliás parece-me que a polícia neste caso esteve muitíssimo bem, com o bom senso que faltou a muita gente. Os meus parabéns.
    Quanto aos pais destas crianças estarão por certo destroçados, julgados na praça pública tal como os seus filhos. A educação começa em casa, sempre. Aos pais cabe o papel mais importante. Sempre. Agora há casas de família em que com a mesma educação há filhos mais sossegados e outros mais turbulentos, porque há matéria-prima inata nesta história.
    Os professores são formados para lidar com todo o tipo de alunos e se com alguns não conseguem, devem procurar ajuda adequada. Esta ajuda adequada será os pais, técnicos especializados e até a polícia. A ajuda deve ser proporcional e adequada ao problema, o que manifestamente não aconteceu neste caso.
    Aqui não se resolveram problemas, aqui agravaram-se problemas e criaram-se outros. Esta situação é um verdadeiro cardápio de como não tratar um assunto desta natureza. Para bem de todos, das crianças que são o mais importante no meio disto tudo, dos pais, dos professores e da escola que é constituída por esta gente toda.

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  20. Bom dia.

    Para que saibam, não sou de Porto de Mós, não conheço qualquer dos intervenientes, quer o Sr. que publicou este post, quer os comentadores.

    Venho apenas deixar o meu testemunho de uma situação "idêntica" passada com um dos meus educandos, precisamente na idade do André.

    Um "belo" dia, recebi um telegrama em casa com o seguinte teor: "Pedimos a sua comparência no dia x às x horas para conselho disciplinar. Para bem da minha sanidade mental, era logo no dia seguinte.
    Arregalei os olhos e aguardei a chegada do meu filho com alguma ansiedade. Lá chegou o ele, e perguntei-lhe o que queria dizer aquele telegrama, o que se tinha passado para que eu o recebesse. Ele limitou-se a responder: Não sei mãe, não fiz nada de mal, (aproveito para dizer, que este meu filho Nunca me mentiu).

    Bem a angustia tomou conta de mim, e não via hora do momento da "verdade".
    Qual não é o meu espanto, quando entro na sala de au(diencia)las e deparo-me com a Professora do meu filho, a Directora da Escola, duas auxiliares, e cinco professores a quem nunca tinha visto a cara,(só não estava a policia, porque não havia ainda o PES)
    Perguntaram-me se sabia porque estava ali! Até aí, tudo bem, ao que respondi que não, apesar de ter questionado o meu educando.
    Então vamos dizer-lhe, e para começar, vai ser instaurado um processo disciplinar ao Victor Pedro, que levará à suspensão durante 8 dias a partir já de amanhã e agora vamos dar-lhe a conhecer o porquê. O seu filho, ao terminar a aula e ao levantar-se da carteira passou uma rasteira a um dos colegas, que fez com que este tivesse caído, (se arregalei os olhos quando recebi o telegrama, imaginem o tamanho dos meus olhos ao ouvir aquilo), e como isso é uma atitude reprovada por nós, vemo-nos obrigados a suspende-lo.

    Foi dos poucos momentos que tive pena que não houvesse por ali uma objectiva escondida para ficar com o registo da minha expressão, boquiaberta, de olhos arregalados, de respiração suspensa, e sem palavras. Lá me recompus do choque e calmamente perguntei: A criança "rasteirada" sofreu alguma lesão física? Claro que esta foi a minha primeira preocupação. Resposta da professora: Não, mas o menino usa óculos e podia tê-los partido, o tal "se" de quando não há mais argumentos. Já não tinha mais por onde arregalar os olhos, e lamentei não ter uma boca do tamanho da Manuela Moura Guedes...
    Limitei-me a dizer: Pois muito bem, estes são os factos que têm para me colocar?
    Limitaram-se a anuir, ao que eu respondi: Qual dos presentes aqui não foi criança, qual dos presentes nunca "pregou uma rasteira"? Rasteira sim, é isto que estão a fazer ao Vítor Pedro… Estranho a presença de algumas caras aqui nesta reunião, pois se me dizem que foi dentro da sala de aulas, o que fazem aqui as cinco professoras, as duas auxiliares, se não assistiram ao acontecido? Quero então esses factos expressos por escrito e enviados para a minha residência, tal como fizeram com o telegrama, para que eu possa agir em conformidade, até lá, o meu educando comparecerá todos os dias nesta escola, há mesma hora de sempre.
    Senti que houve ali uma certa agitação, entreolhares e aproveitei para lhes perguntar porque não estava o Vítor Pedro presente, uma vez que era um assunto do seu total interesse!?! Não obtive resposta. Já lá vão alguns anos, e a dita exposição dos factos nunca chegou a minha casa, e o meu educando nunca deixou de ir às aulas.
    Não preciso de dizer, que com o decorrer do tempo, as consequências das minhas palavras recaíram sobre o Vítor Pedro, até que um dia, sou abordada pela mãe de uma das alunas da mesma turma do meu filho, que se apresentou como sendo Psicóloga e aconselhou-me que tirasse o Vítor Pedro daquela escola, (que não lhe perguntasse o porquê daquele conselho) que tinha pacientes adultos, com problemas, em consequência de situações passados nos primeiros anos escolares. Não preciso dizer que realmente isso se reflectiu no percurso escolar do meu filho.

    Reciclem-se formadores, todos sabemos qu

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  21. E por falar em camisolas despidas, acrescento aqui um outro episódio recente com este mesmo filho.

    Cinco amigos resolveram ir passear de carro, num dia de muito calor, e durante o percurso resolveram tirar as camisolas, tendo, pouco depois, sido mandado parar pelas autoridades. Pediram os documentos do carro, a identificação da condutora, que como devem imaginar, estava de "tronco vestido" e exigiram aos meios desnudados, ou meios vestidos, como lhe queiram chamar, que vestissem as camisolas, pois não era permitido andar em tronco nu. Acontece que, o meu filho, de imediato me telefonou para saber se na lei, havia algo que os proibisse de andarem em tronco nu, logo informei que não, a lei não proíbe isso, e perante as minhas palavras, todos se recusaram a vestir as camisolas. Para meu espanto, recebo de novo um telefonema do meu filho a dizer que estavam detidos por atentado ao pudor e desacato à autoridade. Enviei de imediato um advogado que os defendesse, que não fez mais do que obrigar os agentes a consultar as leis, exigindo que lhe dissesse onde encontrava uma que proibisse tal. Completamente desarmados, os agentes não tiveram outra alternativa que não manda-los para casa. Como vêem, os frustrados pululam por tudo quanto é profissão e os mesmos episódios sucedem-se pela vida fora, se não é com "Andrés", será com Vítor Pedros, Antónios ou Joaquins.

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  22. Os senhores e senhoras desculpem-me meter-me na discussão. Entrei aqui quase por acaso. Mas, permitam-me que diga o seguinte:
    Três crianças, em plena aula, tiram a camisola e andam numa correria (à volta de uma colega ou não, não é isso que me interessa)? Por favor, em primeiro lugar acho que devem chamar a atenção aos vossos filhos e, se necessário, dar-lhes um bom correctivo, pois não é comportamento digno de uma sala de aula. Naturalmente, quando digo "correctivo" não me refiro a pancada, mas se calhar um mês sem playstation não era mal pensado...
    Eu sei que, caso se confirme esta versão da história, envolver a polícia e tudo o resto neste caso é um perfeito exagero. Mas, para vosso bem e dos vossos filhos, não desculpabilizem as crianças. Responsabilizem-nas. Só assim elas crescem. Depois, pode ser demasiado tarde...
    E evitem, com esta discussão, transformarem-se num triste exemplo para os vossos filhos. Desculpem-me a frontalidade!

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  23. Pelo que leio: Ah Grande Maria de Lurdes...
    E os profs que não me venham com argumentos falaciosos porque quem é competente profissionalmente só deve estar contente por finalmente se ir afastar quem tão mau nome dá à classe dos Professores!

    Quanto ao post já se percebeu que é uma guerrinha política (em vésperas de eleições) entre o Sr. Presidente da A.M. e o Sr. Vereador

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  24. Há pouco tempo atrás, em pleno interior alentejano, uma amiga, mãe solteira, foi chamada à escola porque o seu filho de 8 anos estava, no recreio, em fila indiana atrás de outros 2 meninos. Tods os meninos tinham as calças para baixo e à frente deles, de quatro sobre o baloiço, estava uma pequena a incentiva-los a simularem algo que ela tinha visto.

    Os pais foram chamados, os pequenos foram acompanhados pelos psicologos e a historia, que poderia ser assustadora, serviu apenas de lição para as crianças e os adultos. As crianças aprenderam que há comportamentos e idades para tudo. Os adultos aprenderam que talvez não fosse errado começarem a falar de educação sexual às crianças.

    Sem traumas, porque de facto não aconteceu nada, o assunto caiu no esquecimento. Talvez porque quem esteve envolvido soubesse lidar com a situação.

    Lamento, Luis, que o seu filho que o seu filho esteja numa escola do 3º mundo. Espero que vocês todos recuperem desta situação kafkiana sem traumas.

    Um beijo para o André e restante familia



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  25. Toda esta situação decorre simplesmente porque a escola é considerada pela maioria dos pais como um deposito para meninos. Vão lá de manhã deixam-nos e a tarde trazem-nos. No resto do tempo dão-lhe bens materiais para se entreterem. Entretanto esqueçeram-se que a função da escola é ensinar e não incutir valores morais que vão reger toda a vida destes futuros homens, estes valores cabe aos pais bem como restante familia incutilos nestas crianças. E não é com este facilitismo de desculpabilização que conseguimos formar os homens de amanha.
    Eu ainda sou do tempo em que se tivesse uma atitude destas provavelmente levava uma chapada da professora e com sorte outra em casa. Por vezes uma bom castigo físico na altura certa é melhor que pão para se crescer, já diziam os mais velhos.

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  26. Após a leitura de tantos comentários, apercebi-me que se está a tornar um folhetim, daqueles baratos e sem qualidade.
    Permitam-me que apresente algumas considerações.
    1. Na escola do Juncal têm acontecido episódios de violência, má educação, desrespeito pela autoridade, falta de educação, enfim episódios recidivos de indisciplina.
    2.É legítimo que os professores se sintam desapoiados e tenham recorrido à Escola Segura, pois os pais das crianças envolvidas nesses episódios nada de concreto tenham feito, apenas desculpabilizar os filhos e pouco mais.
    3.Os pais das crianças em questão estão fartos de saber os filhos que têm e os problemas e embaraços que lhes causam quer em casa, na rua, quer na escola. O filho do Luis, em especial, é conhecidíssimo pelo mau comportamento em todas as actividades em que tem participado, sobretudo desportivas e não só.
    4. A presença do Sr. Vereador na reunião de pais é legítima e pertinente, pois as AEC's são da responsabilidade da Câmara e ele é seu representante. Afinal, a maioria ou as mais graves situações de indisciplina acontecem nestas actividades.
    5. É bem certo que alguns, porventura, muitos professores das AEC´s estão desmotivados, mal pagos, pouco competentes, desajustados á situação, sem condições de trabalho. As crianças, na hora das AEC's estão cansadas e necessitam ter espaço de brincadeira, de "fazer nada", de correr e saltar. Será que as pessoas já se deram conta que as crianças têm mais tempo de actividades durante o dia que os adultos têm de horas de trabalho? E à noite, os pais também estão cansados e sem vontade de os ouvir, escutar, conversar, transmitir valores, ensinamentos. Alguns perguntarão o que é isso? Coisas do tempo da outra senhora!! Pois é!!
    6. Na escola do Juncal há bons professores e outros que nem tanto. Infelizmente, às vezes, perdem as estribeiras e dão uns estalos, eu não concordo em absoluto, mas até compreendo que se descontrolem, Não pode ser uma prática leviana e inconsequente.
    7. O Luis, na reunião pediu desculpas pelos maus comportamentos do seu filho, o que só lhe ficou bem.
    Transferiu-o de escola, o que fez ainda melhor, para descanso de muitos. Afinal concordo com estas atitudes, pois como pai devia proteger o seu filho. Mas o André, para onde foi, vai ter compinchas do melhor, não há dúvidas!! E vai continuar a fazer o mesmo, outros professores e outros alunos vão ser vítimas. Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas. Só foi pena que o Luis não tenha metido a viola no saco. Era uma boa lição de vida para ele e para o seu filho, recomeçarem do zero, tentar apanhar o barco da educação familiar, funcionar como uma punição para o filho e uma lição de vida para os pais. Quem sabe, daqui a uns anos, o André regressava ao Juncal como um rapaz bem comportado e mais atinado. Nada disto vai acontecer.
    8. O Luis, em vez de seguir o bem senso, optou por se fazer de vitima, vitimizou o parvo do seu filho, e mais grave ainda, serviu-se do seu próprio filho, para politizar toda a situação. Afinal, reparem, não foram as professoras, nem os inimigos politicos que se serviram da situação, foi ele próprio, e à custa do seu filho.
    9. Também é provável que o mal estar se tenha instalado na escola entre os professores e esta família que prima pela arrogância e novo riquismo, xenofobia camuflada mas sentida entre quem é excluído por ser pobre ou ter uma casa pequena.
    10. O certo, certo é que este pai está a legitimar a formação de um delinquente. Azar o dele ou deles que são os pais, e vão colher a sementeira que andam a fazer. Contudo, azar o nosso também, pois teremos um delinquentezinho na nossa terra, que atrairá outros devido às suas qualidades de líder.
    Afinal todos ficaremos menos bem com acontecimentos destes, e com a forma indecorosa, incorrecta e omissa que o Luis utilizou para se auto-promover, omitindo os acontecimentos, referindo apenas o episódio das camisolas e dos "violadores". Como se este episódio fosse isolado e único.
    É pena que não saiba distinguir o certo e o errado, e o

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    1. D.Maria Luísa,
      Até posso tentar perceber que esteja incomodada com o assunto e que tenha uma interpretação diferente sobre o assunto,agora vai-me permitir que não possa aceitar a forma como trata o André, quando o apelida de "parvo e deliquente".Estamos a falar de uma criança de 7 anos por amor de Deus! A Senhora ao que parece tem responsabilidades neste processo devia ter mais cuidado quando fala assim de uma criança.
      Quanto ás considerações que faz em relação aos Pais do André a senhora deve ter-se enganado no alvo de certeza.
      Um bom dia do trabalhador também para si e tente ser mais moderada nas palvras quando fala de miúdos,os adultos sabem-se defender.
      bom fim de semana.

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    2. marialuísa, faltou ao seu testemunho " o bom senso " que tanto reclama. Espero mesmo que não seja professora.

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    3. "Qualquer pessoa se pode zangar com os erros dos outros.O dificil é zangar-se com a pesoa certa,no grau certo,na hora certa,com o objectivo certo e da maneira certa"
      Aristóteles
      Pois está-se a zangar com a pessoa errada.
      Está a desculpar um excesso de actuação, manifestamente desproporcionado,face aos factos.
      Revela um sentimento de angústia, que, encobre consciencia pesada.
      Afinal há por aí escondidos uns odiozinhos de estimação, destilando uma bilis de consciencia pesada.
      André juizinho, e não tomes para exemplo para a tua vida futura, quem é capaz de adjectivar,e julgar sobre outra pessoa,este tipo de pessoas, como esta Maria Luisa.
      Zanga-te sempre com as pessoas certas e de maneira certa, como dizia Aristóteles.

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    4. Oh Dona Maria Luísa! Há aí odiozinho do puro...

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    5. Dª Mª Luísa,

      Deixou claro que essa sua opinião sobre os pais do André é anteriores a episódio em questão.
      Não terá isso influenciado o desenrolar dos acontecimentos?

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  27. Houve um que diz que fez questão de dizer que falou com os intervenientes em separado qual KGB para ter opinião de todos, eu também fui saber se alguem que esteve na reunião da "PIDE" se chmava Maria Luisa, infelizmente não.Esta Senhora ou será travesti, tem muita lábia,mas nem assumir o seu nome é capaz.
    De uma coisa não podemos criticar ao Dr. Malhó,a frontalidade com que descreveu este triste episódio.
    Estou que nem a Antonieta,como é que um blog faz comichão a tanta gente.
    Os filhos desta senhora ou os netos,devem ser cá uns lélés!
    Ti Maria Luísa,tome um tocafé que isso passa,eheheheh.

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  28. Não sou professora. Felizmente para mim, pois nos dias que correm a coisa não está a correr nada bem para os professores.
    Não tenho qualquer responsabilidade nem envolvimento no assunto em qualquer matéria.
    Também não tenho ódios de estimação nem estou a destilar bilis de ninguém. Não tenho qualquer quezília, intriga ou envolvimento de carácter pessoal, político ou outro com o Dr. Malhó...soa bem...
    Não sou pessoa ressabiada, invejosa ou intrigista.
    Simplesmente não suporto a forma falaciosa, tendenciosa e prepotente como vocês, sócios-gerentes do blog o utilizam e a volta que deram à situação.
    É certo que estão a defender a "vossa dama", pois todos são donos do blog e quase donos da verdade.
    Quanto à Sra. Ana Narciso, não a conheço pessoalmente mas sei que é professora. Pela atitude que tomou neste caso, com certeza não contactou com as suas colegas para ouvir as suas opiniões e/ou versões da situação. Teve, neste processo, uma atitude infeliz, agindo com parcialidade e falta de rigor, talvez a senhora só consiga ouvir por um ouvido. Devolvo-lhe a pergunta: "Onde está o bom senso?
    E pronto, vou fechar a folha deste folhetim. Não pretendo alimentar protagonismos.
    O tempo nos há-de esclarecer quem afinal tinha razão. Quanto à educação, ela dá-se e recebe-se na família. Onde terá falhado neste caso??????

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    1. Afinal veio ao blog Vilaforte acrescentar o quê? Se não é professora, ( ainda bem) não é Encarregada de Educação , mas sabe tanto deste caso então o que é?
      e quem lhe disse que não tentei ouvir as colegas ?

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    2. Boa tentativa,Marialuisa.
      Aqui firma que não é professora.Graças a Deus.
      Não tem nenhum dos defeitos a que aludiu. Graças a Deus.
      Mas, a lingua é traiçoeira.
      O "soa bem" revela desdem.
      "falaciosa,tendenciosa e prepotente" revela incapacidade.
      Apesar de "não ter qualquer responsabilidade,nem envolvimento em qualquer matéria" é capaz de:
      chamar ao garoto parvo;
      "fala do novo riquismo,arrogancia e xenofobia camuflada da familia"-palavras que revelam estima e amizade;
      apesar de nada saber do assunto, acusa outra pessoa de parcialidade,falta de rigor e de surdez num ouvido.
      De factol, bem desejo que não seja professora, nem esteja ligada à justiça.
      Aluno é sempre ignorante.
      Familia avaliada, e cuidado se se anda de camisa lavada.
      Aguido é culpado.
      Deus nos livre dos conselhos de pecadores arrependidos.
      Não passam de santos de pau carunchoso, muito conhecidos por -hipócritas.

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    3. Depois de ler este seu comentário resta um : vá dar banho ao caniche!

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    4. Este vai dar Banho ao caniche é para a pseudo Maria Luisa, pois nem o nome tem coragem de escrever.Ninguém que esteve na reunião se chama Maria Luísa.Está é com medo que o comentário dela e a sua identificação informática vá para quem de direito...e era tão bem feito,para aprender!

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  29. Entao nao sabem quem é a maria luisa?
    Nem desconfiam?
    Voces do blog que têm acesso aos ip's e tudo nao sabem?
    Claro que é o novo ai jesus do ministro da educacao!
    Ah pois é...

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    1. eheheeh. Já me tinha lembrado disso.. pode ser que o presidente lhe arranje o tal emprego...

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  30. percebo agora o teu comentário lá no meu post...

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  31. Peço desculpa por não ter o dom da palavra como a marialuisa, mas ainda assim, com ou sem dom, deixo-lhe aqui as minhas:

    marialuisa, é feliz e ridículo aquele que usa um binóculo para se medir, e o inverte para medir os outros, seja rigorosa no julgamento, mas comece por si.

    Nunca imaginei "ouvir" tanta barbaridade da boca de alguém quando se está a "falar" de uma criança.
    Será certamente uma solteirona frustrada (que tanto adoraria ter tido meninos de tronco nu atrás de si), que não sabe como é bom vivenciar as traquinices de uma criança, e não confunda isso com má educação.
    Provavelmente, haverá aí recalcamentos de excesso de rigor na educação que levou, provavelmente, tê-la-ão impedido de ser criança, e deixe-me dizer-lhe, que depois do que li, os seus valores é que andam trocados.
    Em ultima instância, haverá aí uma dor por não ter podido ser a mãe do André…ÓH Sr. Luís, não me diga que andou a quebrar corações? Veja agora o resultado!?!

    O que vale, é que é como diz o velho ditado: Os cães ladram e a caravana passa.
    Ela segue seu caminho, totalmente indiferente ao ganido de alguma cadela com cio

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    1. Já me fez rir a bom rir, hoje,lol.

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    2. Bom dia Sr. Pedro

      Mas a vida é isto mesmo, rir, e ainda bem que aparecem palhacitas que nos façam ter algo para escrever que proporcionem um riso matinal, bem haja marialuisa

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  32. Bom dia

    apesar deste post já ter algum tempo, só hoje o vi e é mais que actual. Não estive nessa reunião, tudo o que sei é por aqui. Mas sei, como mãe e como estudante de psicologia educacional, o que se passa dentro de muitas escolas, onde há graves problemas de comportamento, excelentes pedagogos, falta de apoio aos alunos considerados problemáticos mas não tanto aos professores que com eles lidam, pois existem formações específicas para aquisição de ferramentas para não só saber lidar com esses alunos, como acima de tudo para ajudá-los a tornarem-se pessoas mais equilibradas e realizadas - educar não é só empinar matéria, antes pelo contrário. A maioria dos professores, a grande maioria, não vai às acções de formação simplesmente porque não quer. Existem diferentes naturezas para os problemas de comportamento, o que é completamente irrelevante para esta maioria de professores.
    O caso aqui descrito para mim é perfeitamente credível , pois estas coisas acontecem, sim, estas e outras ainda mais graves, e o pior é que podem acontecer.

    Quero salientar que os desmentidos aqui feitos não têm qualquer credibilidade a partir do momento em que são anónimos, revelando no mínimo uma cobardia enorme. Mesmo que estes alunos de 7 anos tenham os tais indícios de comportamento de risco que os anónimos tentam aqui alegar, têm 7 anos e se esse comportamento existe é por pura falta de competência de quem com eles está na escola. Vergonhoso e inadmissível , o que aconteceu na escola, assim como os comentários serem anónimos.

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