E aí está uma política de sucesso!!!

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues,


afirmou hoje, em Lousada, que um dos objectivos da sua equipa é alcançar nos próximos anos 100 por cento de aprovações no final do nono ano de escolaridade.


 


 Isto não pode ser verdade! Estes senhores para além de hipotecarem o país , estão a hipotecar o futuro destes jovens, reféns da ignorância e do faclitismo.


 Eu por mim já decidi há muito que jamais votaria no PS; só me falta convencer mais 139.000 ... professores. Claro!!

Comentários

  1. É uma afirmação muito grave esta da ministra e mostra bem o que é governar para um sucesso de estatística!!!
    Alguém acredita que todos os alunos portugueses passem de repente a saber tudo o que é ensinado???
    Esta é que é uma escola de exigência???
    E qual será o papel dos professores? Ir para a escola e deixar correr o ano lectivo para depois passar os alunos, aconteça lá o que acontecer...
    E não pensem que isto está assim tão longe de acontecer... Num curso em que dei formação, da responsabilidade do estado, não de uma qualquer empresa de formação, um aluno, que já tinha deixado o curso reprovado por faltas injustificadas, voltou após um mês e tal de ausência... Explicação dada, um pouco of pelo responsável do curso é que o técnico encarregado do mesmo tinha objectivos a atingir, quantos mais alunos terminassem a formação mais podia progredir na carreira...
    Os objectivos na educação não podem ser definidos como nos bancos e outras empresas, a quantidade de produtos vendidos não pode ser equiparada à quantidade de alunos passados e é nesta filosofia que assenta este falso sucesso. Passar alunos conta para a avaliação de professores....

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  2. E na volta até consegue, com porcarias de exames como foram os de matemática do 12º....

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  3. Sobre a já registada e mais ainda prometida falta de exigência no ensino, lembro-me de uma comparação do Dr. Medina Carreira.
    No final das visita à fabrica da Central de Cervejas cada visitante é convidado a tirar uma cerveja de pressão. De imediato recebe um diploma de 'tirador de cerveja de pressão'.
    Ele compara a formação dada pelo ensino regular em Portugal aos cursos de tirador de cerveja. Só não tem quem não lá vai.
    As horas de estudo e meditação que estão por de trás do ensino propriamente dito não são necessárias para nada aos olhos deste governo.

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  4. Subscrevo e assino por baixo o seu post.
    Prof.ª Ana, ou quem por aqui souber, Uma pergunta:
    sabem-me dizer quais as previsões de prazos sobre a total entrega dos "Magalhães" nos primeiros e depois segundos ciclos?

    Obrigado!
    Cumpmtos.
    PC.

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  5. Rankings e xanax

    Esta semana evite a companhia de professores. Falar com qualquer um deles pode deixá-lo em mau estado. Vivem, nos dias que correm, em depressão colectiva. A sucessão de reformas, contra-reformas e contra-contra-reformas, a destruição do que se foi fazendo de bom - do ensino especial ao ensino artístico -, a incompetência desta equipa ministerial e o linchamento público de uma classe inteira tem os resultados à vista: as aulas recomeçam com professores tão motivados como um vegetariano perante um bife na pedra.

    Sabem que os espera apenas uma novidade: a avaliação do seu desempenho. E é, ao que parece, tudo o que interessa a toda a gente: a avaliação dos professores, a avaliação dos alunos, a avaliação das escolas, a avaliação do sistema educativo português.

    Tenho uma coisa um pouco fora do comum para dizer sobre o assunto: a escola serve para ensinar e aprender. Se isto falha, os exames, as avaliações e os "rankings" são irrelevantes. Talvez não fosse má ideia, enquanto se avaliam os professores, dar-lhes tempo para eles fazerem aquilo para que lhes pagamos em vez de os soterrar em burocracia. Enquanto se exigem mais e mais exames, garantir que os miúdos aprendem com algum gosto qualquer coisa entre cada um deles.

    Enquanto se fazem "rankings", conseguir que a escola seja um lugar de onde não se quer fugir. E enquanto se culpam os professores pelo atraso cultural do país, perder um segundo a ouvir o que eles têm para dizer. Agora que já os deixámos agarrados ao Xanax, acham que é possível gastar algumas energias a dar-lhes razões para gostarem do que fazem? Se não for por melhor razão, só para desanuviar o ambiente nos edifícios onde os nossos filhos passam uma boa parte do dia

    Texto de Daniel Oliveira, no Expresso.


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    Respostas
    1. Quem paga o meu salário e o de mais de 140.000 é o Minstério da Educação que arrecada os impostos pagos pelos Portugueses!! E o que me pede a nossa " Chefe" Maria de Lurdes Rodrugues?? Todos os meninos devem passar . A percentagem é de 100%; nqual 2% ,qual 5% qual 10% ... só vale uma percentagem 100%!
      Eu pergunto; e os pais( contribuintes e votantes estão de acordo ? Se estiverem todos de acordo, professores, governo, e pais para que ando aqui a arreliar-me ? Manda a maioria... MAIS NADA!!!O dinheiro é vosso! Eu só obedeço!
      Mas aqui para nós que ninguém nos lê ou ouve , o que me apetece mesmo é iniciar uma desobediência civil!!!!!!!!!!!!

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