Ano novo vida nova, se tivermos como referência as 200 000 visitas,seguramente que este "lema" se enquadra ao vilaforte. Há por aí muitos "Borges", Os Borges que não assinam Protocolos de educação, os Borges das linhas de média tensão em cima dos putos a jogar á bola, os Borges que se desculpam com as férias dos fornecedores patra a praça Arménio Marques ainda não estar pronta, os Borges que se desculpam com as instalações do antigo matadouro terem sido utilizadas pela Cercilei e não ser utilizada para uma escola profisssional, quando estava previsto era uma escola profissional na escola preparatória, os Borges que proibem os engenheiros civis de fiscalizar as obras e ir o vereador para que comece a campanha eleitoral, os Borges que já lutam e exigem por tachos nos respectivos partidos, enfim "Borges" há muitos!
Boa continuação para o espaço mais plural,democrático e com nível em Porto de Mós e arredores.
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caros amigos, Uma vez aqui reunidos nesta esplanada, queria em primeiro lugar agradecer a vossa disponibilidade em participar nesta tertúlia de livres pensadores portomosenses. Foi com estas palavras que começamos o Vila Forte em Outubro de 2006. Passados todos estes dias olhamos para trás e sentimos orgulho pelo que foi este blog e estamos certos que teremos saudades do projecto que hoje termina com este post. Foi um prazer estar convosco neste esplanada. Obrigado a todos. Até sempre
Ano novo vida nova, se tivermos como referência as 200 000 visitas,seguramente que este "lema" se enquadra ao vilaforte.
ResponderEliminarHá por aí muitos "Borges", Os Borges que não assinam Protocolos de educação, os Borges das linhas de média tensão em cima dos putos a jogar á bola, os Borges que se desculpam com as férias dos fornecedores patra a praça Arménio Marques ainda não estar pronta, os Borges que se desculpam com as instalações do antigo matadouro terem sido utilizadas pela Cercilei e não ser utilizada para uma escola profisssional, quando estava previsto era uma escola profissional na escola preparatória, os Borges que proibem os engenheiros civis de fiscalizar as obras e ir o vereador para que comece a campanha eleitoral, os Borges que já lutam e exigem por tachos nos respectivos partidos, enfim "Borges" há muitos!
Boa continuação para o espaço mais plural,democrático e com nível em Porto de Mós e arredores.