(im)Produtividade à Portuguesa
Um dia o Manel deu um mau jeito, pelo sim pelo não, foi no dia seguinte a uma cllinica, com autorização patronal, para ser visto por um Médico.O Médico não viu nada de especial,mas pelo sim pelo não, mandou-lhe fazer exames que ficaram marcados para daí a uma semana,equipamento indisponível, assim o Sr. Dr. passou-lhe uma baixa para duas semanas para, o Manel lhe mostrar os exames no tempo da baixa e o Sr. Dr. certificar-se que tinha razão quando no diagnóstico disse "isso não é nada foi só um mau jeito,mas pelo sim pelo não..."".Pelo sim pelo não o Manel esteve 2 semanas de baixa e afinal não era mesmo nada.
Ao que parece tudo isto é normal, pelo sim pelo não....não trabalha,não produz."Tásse bem!"
Pedro, e se pelo sim pelo não, se tivesse descoberto alguma coisa mal?
ResponderEliminarParece que tudo, afinal tem sempre os dois lados da questão.
A questão Patti, é que se o médico tinha feito o diagnóstico que não era nada, para quê 15 dias de baixa?Não estou contra ele ter mandado fazer testes para confirmar o seu diagnóstico, agora estar 15 dias de baixa para fazer exames e mostrar ao Sr. Doutor é que me parece Descabido.
EliminarPenso que uma situação como:
Sr. Manel vou-lhe passar uns exames, entretanto passo-lhe uma receita de uma pomada(o que também aconteceu), se isso não passar volte cá,mas pode trabalhar.Hoje em dia os Srs. Doutores passam baixa por tudo e por nada sem terem a noção das consequências para o País em termos de produtividade, é mais fácil mandar para a baixa,assim não chateiam.
nota final: Este Sr. Manel ao segundo dia já não lhe doia nada,mas como tinha que fazer exames e os mostrar ao Sr. Doutor,manteve-se "em casa".Apesar de saber que pode, por iniciativa própria, interromper a baixa,mas infelizmente maior parte dos portugueses,gosta muito de "barafustar" contra os empresários e dizer que tem direitos, mas quanto aos deveres...
Como é evidente a entidade patronal deste Manel fez queixa a quem de direito.Não que fosse resolver o problema porque para este já não havia nada a fazer,mas para que situações idênticas sejam tratadas de forma menos leviana.
Bom dia, há muita injustiça nas baixas médicas, baixas onde é indicado doença directa e a pessoa está de baixa há 2,5 anos e a receber sem nunca ter ido a juntas médicas porque estás não são sujeitas a isso, embora se passeie para baixo e para cima na boa, grávidas de baixa e com gravidez de risco que andam de um lado para o outro como se estivessem (e estão) no melhor, enfim é assim, no entanto há aquelas que são dadas porque o indivíduo foi sujeito a uma cirurgia e esses sim ao fim de 15 dias já estão a ser chamados para uma junta médica. A isto chama-se justiça, e quem é o culpado de tudo isto - são os médicos de família que (alguns) cedem facilmente ás solicitações dos seus doentes.
ResponderEliminarEu, pelo sim, pelo não comento ... não vá acontecer-me alguma.
ResponderEliminarPenso que a questão das doenças profisionais e dos acidentes de trabalho não devem, nem podem ser menosprezados.
Assim como o acompanhamento e a tentativa de diagnóstico correcta.
Pensemos que há anos atrás queixas de dor constante seriam mal vistas e hoje podem ser fibromialgia.
Admito, contudo, que também há profissionais da doença e péssimos profissionais no sector da Saúde que, na dúvida e face à sua própria ignorância, prescrevem em catadupa e dão logo baixa para não sei quantos dias.
Dão baixas a torto e a direito, não é bem assim.... lembras-te do caso daquela senhora que não há muito tempo deu uma reportagem que mostrava a pobre desgraçada numa cadeira de rodas, mal se podia mexer e exigiam que ela regressasse ao emprego, numa junta de freguesia, não me lembro qual... esse facilitismo não é para todos.
EliminarCara Sónia e restantes AMIGOS do Vila Forte, como costuma dizer Carlos Magno, há uma regra/lei que nunca deve falhar-BOM SENSO-
EliminarNem 8 nem 80.
eu fui o 8 e tu o 80?... ups, agora fiquei na dúvida! Numa coisa tu tens razão, no meio está a virtude... beijocas Pedro
EliminarPelo sim pelo não, o que acontece é que ninguém sabe a quantas anda.
ResponderEliminarA este deram-lhe 2 semanas de baixa e à prof com cancro que nem podia falar, recusaram-na.
Pelo sim pelo não, talvez emigrar.
Beijinhos e bom fim-de-semana
Bom, já agora que estamos pelo sim e pelo não, e porque (deveria ser assim) após um acidente de trabalho o paciente dirigir-se a um centro hospitalar no imediato diagonisticavam e radiografavam para então procederem a uma solução mais precisa e justa. No entanto ainda não existe nenhuma máquina no Mundo que consiga desmentir o paciente de que quando ele diz DOI.
ResponderEliminarOs Hospitais estão equipados com profissonais para julgar e consultar.
Nem tudo é justo, mas neste casos deveriam ser tratados no imediato nos Hospitais.
Nunca se pode julgar ninguém pelas desconfianças, apenas as certezas e como disse atrás ainda não existe máquina para julgar se doi ou não com a verdade.
Conheço um caso que foi adiado por 15-dias uma simples queda(Culpa o Paciente-adiado) em que foi diagnoticado depois com uma ernie discal,com os dias o caso agravou para uma incapacidade de trabalho à vida.
reportagem da zonaTv sobre a inauguração do CIBA.
ResponderEliminarPenso que gostarão de ver:
http://videos.sapo.pt/IeOMT7bT9zszeLICftS4
Cumptos a mesa!
Paulo César
Pois é, Pedro, mas se por acaso tivesse , o m´dico o mandasse trabalhar e acontecesse alguma coisa errada, oda a gente estava agora a zurzir no médico...
ResponderEliminarAbraço
Quase lateral ao assunto, ou talvez não:
ResponderEliminarhttp://diario.iol.pt/economia/portugal-trabalho-emprego-eurofound-funcao-publica-horas/1003684-4058.html