“O Portomosense” Esclarecimento.

O artigo assinado por mim na edição de ontem de “O Portomosense”, merece um esclarecimento público. Não tendo, outro meio de o fazer, aproveito o VilaForte para tal.


 


O artigo que escrevo sob o título: “Porto de Mós que Futuro?”, foi escrito e sugerida a sua publicação, sem estar integrado em nenhuma rubrica, que o jornal decidiu fazer e onde convida(ou?) outras pessoas para darem a sua opinião sobre o futuro de Porto de Mós.


 


Este artigo, como foi na altura sugerido, seria um de dois, em que eu daria a minha opinião sobre o futuro do Concelho, sendo este primeiro mais sobre a realidade actual e o seguinte sobre a minha visão do futuro de Porto de Mós.


 


Fui informado, ontem, após a saída do jornal, que o meu artigo foi inserido nesta rubrica, sem o meu consentimento e como tal sem ter tido oportunidade de escrever, de facto, sobre o futuro do Concelho.


 


Fica o esclarecimento e o lamento de não poder dar a minha visão sobre o futuro do Concelho.

 

Comentários

  1. O governo apresentou a aprovação na Assembleia da República, a Lei do Pluralismo e da Não Concentração nos Meios de Comunicação Social.
    O secretário-geral da CPMCS,Confederação dos Meios de Comunicação Social, afirmava,hoje,no Jornal de Negócios,que era o mais arrojado ataque á liberdade de expressão,liberdade de discurso comercial....
    Interessante é que este diploma impede que o poder local,tenha actividades de comunicação social fora da esfera do serviço publico.
    Até que ponto pode haver independência face ao poder politico e económico?
    Durante muito tempo,aqui isto não foi problema.
    Hoje, e são varias vozes de diferentes orgãos locais e regionais, que o insinuam e dizem de baixinho- veja lá o que escreve porque as verbas para publicidades, estão quase esgotadas.
    Luis, este é exactamente o problema, de que acaba de ser vitima.
    A falta de convivência democrática,conduz inevitavelmente, á pressão e coacção, atentatórias da liberdade de expressão.
    Quando se pode causar embaraço, mudam-se as regras.
    Continue, não esmoreça.

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    1. O que qualquer direcção de jornal devia fazer quando recebe este tipo de pressões era fazer capa com a cara e o nome das pessoas em questão.

      Acaba-se logo a xico-espertice desses energúmenos que acham que a comunicação social serve como forma de bajulação politica e pessoal.


      Há muito que se esperava a sua intervenção neste espaço senhor José Ferreira.

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  2. Ao ler este post vejo que afinal parece haver aqui alguma história mal-contada ou de mal-entendidos.
    Se foi sugerida a sua publicação numa apreciação do presente e do futuro para o Concelho. Assim sendo o Portomosense publicou, acho pelo que vejo, não está impedido de publicar o do futuro uma vez que este se inclina como o passado-presente.
    Ou eu estou a ver mal?! pode ser...
    Gostava de ver o projecto de futuro, para comparar com as novas ideias.
    Até aqui tudo bem. Mas não acho a pessoa indicada para fazer uma auto-critica a este Mandato desta Comarca quando é parte integrante da mesma, logo com responsabilidades acrescidas com a devida falta de fidelidade sobre a equipa que dirigi como membro executivo de Presdidente da CM de Porto de Mós.
    Penso eu... agora só se esta análise-critica tem alguma na manga como Campanha eleitoral e a sua preparação para o próximo ano que se apróxima.
    É um passo em frente.
    Se o Portomosense negar a publicação de um outro artigo sobre o Futuro, então que o denuncie e publique aqui mesmo. Vem aqui muita gente como se prova no historial do Blog Vila Forte.

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  3. errata, Diz, Presidente de CM, Diz-se Presidente da A Geral Municipal

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  4. Todos sabemos como funciona:ou o "Portomosense" tem os seus "opinadores" regulares ou alguém que pense que tem um texto que deveria partilhar com o universo de leitores do jornal,faz um texto e propõe esse texto para edição.Apesar das restrições ao tamanho do texto,normalmente a coisa funciona desde que não vá igual para blogues...
    Não sendo o Luís um "cronista" habitual do "o Portomosense" parece-me que foi o Luís que sugeriu o texto e que teve a concordância de "alguém" no Jornal.Não se percebe portanto,coincidência de títulos...,porque foi "inventada" uma rubrica com o mesmo título do texto do Luís e ninguém ter avisado o Luís do que iria acontecer e combinar com ele a melhor forma deste ou de outro texto encaixar na rubrica.
    Foi na minha opinião um processo muito mal conduzido e percebo porque o Luís se sente enganado.

    Um dia de amanhã para a malta do 5 outubro.
    Qual o vosso programa de festas amanhã?
    Abraço

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  5. http://fotos.sapo.pt/whNTMJ3qV8jJs36VbBgQ/

    Vendo o cabeçalho do artigo é mais perceptível o contexto onde este foi encaixado.
    Três questões:
    - De quem foi a iniciativa do texto? E em que termos?
    - O critério de limite de carateres será o mesmo a aplicar nos textos seguintes?
    - Os textos seguintes serão publicados com igual destaque? Com um título do mesmo tamanho? Este, eu sabia que ia sair e só o encontrei na terceira passagem pelas folhas do jornal.

    Nota final: Leiam o artigo.

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  6. Fui ver o jornal que o José Ferreira refere, e para espanto meu,verifica-se que a proposta de lei do pluralismo, atribui à ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) mais autoridade do que à CMVM e ÀdC, autoridades para a bolsa e para a concorrência.
    Isto é próprio de socialistas- na oposição máxima liberdade, no poder máximo contrôle.
    Aliás o ministro Santos Silva não perdeu os seus tiques de esquerda revolucionária, que em 1975 acusava o PS de fascista, mas agora dá ares de ser um democrata de gema.
    Como no governo, também temos agora "socialistas" na Câmara.
    Logo nada que se estranhe,relativamente aos tiques controleiros.
    Mas Luis, faça um esforço, e apresente as suas ideias para o futuro.
    Sugestão- elabore um documento, apresente-o como reflexão pessoal e por certo que será capaz de o divulgar de forma adequada.
    Que razões existirão para que um orgão de comunicação, não queira divulgar as ideias de quem desmpenha, a função de Presidente da Assembleia Municipal?

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  7. Faz-me lembrar uma praxe de mau gosto a um colega novo.
    Num encontro de fim de semana de executivos foi combinado todos irem de fato formal. Ao caloiro, que se andava a armar, disseram para ir informal. Imaginam como se sentiu quando se viu de calças de ganga no meio dos colegas engravatados?
    Entre maus colegas de trabalho isto, ou pior, pode sempre acontecer.
    Eu ao Dr. Luis Malhó não teria deixado publicar este texto no meio deste enredo.

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    1. Não sejas idiota. Não leste que o Luis Malhó só foi informado depois do facto consumado. Era impossível evitar a finta.

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  8. Lucílio Carvalheiro4 de outubro de 2008 às 16:03

    Meu Caro,
    Não se sinta enganado. Diga antes que teve uma experiência cujo resultado imediato não foi o que tinha em mente.
    É meu convencimento, dada a minha vivência com os jornais, que se escrever artigos de opinião que tenham qualidade, que tenham oportunidade factual (politica, sectorial - vivência da sociedade -) o mesmo será publicado.
    Os jornais têm , como é óbvio, a sua metodologia de análise sobre os artigos ( publica-se, não se publica, vai para a página de opinião ou vai para a "das cartas dos leitores, etc,etc,) mas quando os artigos são feitos "por convite do editor" normalmente são muito especificos na matéria abordada para, como é logico, tirar o máximo do proveito de concentração na mesma edição de várias opiniões e de varios quadrantes.
    Outra coisa bem diferente é ser-se colunista pago e, neste caso, há uma negociação prévia por onde passa o titulo de coluna própria,o espaço reservado, a página, etc, etc, , mas...neste caso é preciso ter-se já um historial tão fecundo e tão reconhecido publicamente que não é para todos...
    Dito isto, não querendo ser professoral, tenha a humildade (não há melhor sabedoria que a humildade) de constatar que, pelo sucedido, teve uma lição, ao "caminhar" pelo terreno que desconhecia ao pormenor, mas que a aprendeu , pelo que de futuro vai agir em conformidade com as "regras" tácitas em uso.
    Aceite um abraço de um grande amigo do Pedro Oliveira que é este seu leitor
    Lucílio Carvalheiro

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  9. Eu tenho pena do Luis ... Foi enganado.

    Malandros ... isso são coisas que se façam.

    Se eu me chamasse Luis Filipe Vieira dizia ... deixem jogar o Luis ...

    Pois sabem .. ele até não tem nem nunca teve espaço para poder falar sobre o futuro!!!!!!!!!

    Luis .. tenha dó .. aproveite o espaço que tem e se tem alguma coisa para dizer diga ... e se não tem, não fique triste não está sózinho, há mais assim.

    ... mesmo não falando desta vez ... ainda pode ser Presidente da Camara .. ou por o PSD, PS ou outro partido qualquer... nem que se invente um...


    Boa Noite

    Fernando Manuel



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    1. Dão se alvissaras a quem acertar com que nome é que o Sr. Jorge Vala, escreve agora nos comentários do Blog.?

      Depois de acertarmos este, falaremos noutro editor do blog que também utiliza essa tecnica.

      Eu digo, mas deixo os tentar primeiro.

      Isto foi uma pequena informação que caiu na pessoa errada.

      Rui Miguel

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  10. Ou eu me engano muito ou isto é pura antecipação para campanha eleitoral.
    A não ser que seja só tirinhos para o ar e outros nos (pés) para espantar as lebres.Digo eu...
    Inocente sou eu nesta matéria.Vamos ver o que o futuro nos trás. Tenho dito.

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  11. Foi com espanto que li este esclarecimento do Luís. Mas também posso afirmar que já tinha folheado o jornal e não " tinha visto" o artigo do Luís , que esperava encontrar na página de " Opinião", e sobre o qual trocámos até alguns mails . Algo se passou que não estava nem acordado nem esclarecido. Pela parte que me toca, e já lá vão algumas direcções e directores de Jornal , nunca isto aconteceu. Pressões? Sempre houve e haverá. Escolhas? sempre Houve e haverá . A Direcção do Jornal tem sempre que tomar decisões e opções ;o que não pode é iludir quem apresentou o seu texto ou criar a suspeita de que é permeável à pressão ou perseguição política E aqui há uma tradição e uma história que não pode ser desvirtuada. Tenho a certeza, Luís, que terá o seu espaço para publicar o que pensa para o futuro deste Concelho, no espaço de " opinião", com 2500 caracteres . Foi tudo um mal entendido.

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    1. Diz a Ana..... Trocámos mails para o texto do Portomosense. Ficámos a saber que pelo menos o Luis não está sozinho e tem equipa e que o texto é partilhado... E deve ser assim, a opinião da Ana Narciso é importante, claro e é uma voz feminina que é importante na politica cada vez mais.

      Me desculpe Luis, gosto de si, até és um querido, mas essa história não pode estar bem contada ...

      Mas obrigado, mesmo assim, por a partilhares connosco..

      Fátima



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    2. Mas que grande confusão !! Troquei mails não sobre o texto em si ( não é prática nem entre nós nem muito menos sobre o conteúdo dos textos a publicar no Portomosense!!!) O que trocámos foi apenas sobre a localização do texto no Jornal que pensava ir encontrar na secção de opinião e não noutra . Foi só isto. Mais nada! A imaginação das pessoas é livre, mas afasta-se totalmente da realidade. Ao Luís quero apresentar desde já as minhas desculpas pela grande confusão que instalei. O Paulo César tem razão: há pessoas que causam um borburinho só porque existem. É a vida!!

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  12. Cara Fátima quer-me parecer que tem toda a razão e isto é tão ridículo que até dói. Afinal, as vitimas de comentário em comentário cada vez se interram mais. Agora parece que já escrevem os textos em conjunto, combinam estratégias e ficam melindrados se alguém estraga os planos. Afinal quem é que se serve do jornal para fazer política?
    A politica é realmente uma coisa muito porca. Se não morro de amores pelos jornalistas, muito menos por políticos e se forem estes que nos calharam na rifa ainda pior.
    Não vou por em causa que tenha havido qualquer falha de comunicação ou alguma ligeireza da parte do jornal porque só conheço a versão duma parte mas é confrangedor ver até onde a política leva as pessoas.
    Já repararam que quem mais criticam são aquelas que têm lugar cativo no jornal e que têm preferência sobre as outras?
    Não sei também se as pessoas que estão tão preocupadas com o doutor malho já pararam para pensar. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que se estão a dizer que o jornal foi condicionado, é porque alguém cá fora teve conhecimento do texto antes dele sair, o que é mais uma acusação gravíssima e que eu não acredito. Não vejo nenhuma daquelas pessoas a fazer isso mas parece que as pessoas a quem têm dado cobertura, não pensam dessa maneira.
    Com a ânsia de atigir o homem dos toiros aproveitaram agora uma falha ou mal-entendido (repito, só li a versão do presidente) para atingir as pessoas de forma cobarde pondo em causa aquilo que é mais sagrado para qualquer profissional ,a ética e brio profissional. Errar é humano e quando o senhor Zé interrompe o silêncio para pôr em causa o afilhado é porque a politica caseira está mesmo a andar no bom caminho.
    Haja escrúpulos e se não estiverem satisfeitos dêem o lugar a outros, já à muito que o jornal precisa de outros cronistas e de outros partidos.

    Rui Manuel

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    1. Senhor Rui Manuel
      o fel é tanto que lhe turva a mente. Tenha calma, informe-se bem e depois ataque.

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    2. Não me acredito que haja uma revisão prévia de textos pelo poder. O que parece acontecer é que os responsáveis pelo jornal não querem melindrar ninguém e acabam por incomodar a todos. Não é censura mas apenas falta de coragem.

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  13. Bem,grande confusão por aqui vai.
    Agora até já combinamos textos uns entre os outros.E até já se fala em censura de textos.
    O que se passou foi simples,não sou advogado do Luís,mas como já uma ou duas vezes mandei textos para o "OPortomosense",sei como funciona mais ou menos a coisa,além disso falamos uns com os outros,podemos não podemos?(lá vem a teoria da conspiração).
    O Luís escreveu um texto que pensou que pelo teor do mesmo deveria ser interessante editar no "Oportomosense", e como tal falou com "o Jornal", para saber da possibilidade de o texto ser editado ou não, a resposta foi positiva, desde que respeitasse as regras.
    O Luís agiu assim porque não é "cronista residente" do Periódico da nossa terra.
    O que o Luís esperava é que o texto fosse editado no espaço das opiniões, daí a Ana falar como falou,porque em conversa(entre nós todos,sim nós somos amigos uns dos outros e de vez enquando estamos juntos,há mal nisso?) a Ana disse que ainda não tinha feito o texto dela que tinha de sair nessa semana.
    O que aconteceu, para surpresa do Luís,foi que o "O Portomosense",sem dizer nada ao Luís aproveitou o texto para iniciar uma rubrica no Jornal.
    Será dificil perceber que o que está em causa foi o Luís não ter sido avisado do que estavam a pensar fazer com o texto dele e que se assim fosse provavelmente teria escrito outro texto que não aquele ?Ou provavelmente até seria,mas a decisão tinha de ser do Luís, ou não?

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    1. Alguem me explica porque um texto enviado ao meio dia e meia passa à frente de um outro mandado duas horas antes? Deve ser da nova plataforma tecnológica...

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    2. Pedro, percebi o teu texto, realmente parece mesmo de advogado do Luis.

      Mas que foi claro e que eu o entendi, foi. Só não bate é nada certo com a versão apresentada inicialmente pelo Luis.

      Mas isso não interessa, são promenores. O que interessa é que o Luis tens ideias, o Pedro tambem tem as dele e defende os colegas e a Ana, Baralha.

      Mas vocês são uns queridos e na Camara faziam cá uma equipa ... mas mais para baixo não é fácil descer e olhem eu até voto em vós, claro contra o Salgueirinho.

      Uma beijoca

      Fatima

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  14. Já aqui alguém falou do facto de só termos uma versão dos factos, não quero colocar ,de forma nenhuma, as palvras da D.Ana, do Sr. Pedro, as questões levantadas pelo Sr. Paulo Sousa e as motivações do Dr. Luís Malhó em causa,mas que este silêncio do Sr. Isidro Bento, me parece pouco normal, lá isso parece.Estará proibido de escrever em blogues?Ou Os editores do vila Forte também colocaram um número de caracteres máximo á CINCUP, tipo < 1 !?

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  15. Pedro, voltou um bocadinho do seu bom-senso, o que é bom, mas continua a esquecer uns pormaiores. É perfeitamente legitimo que o dr.luis ou outra pessoa que escreva para um jornal goste de ver o texto publicado e crie expectativas como vai ser tratado (como sabe há quase todos os dias cartas de leitores nos jornais nacionais a protestar por situações idênticas). Neste caso, ficou defraudado e entendeu reagir. Nada mais natural, mas daí até aos companheiros e amigos dos companheiros virem falar em pressões políticas com ameaças de cortes de publicidade, suspeitas, coações, desvirtuar a história de um jornal, etc e tal, tem de reconhecer é um exagero ou então aproveitamento político descarado usando mais uma vez uma instituição da terra .
    Já que parece que é colaborador do portomosense explique-me uma coisa: eles têm ou não o tal famoso limite de 2500 caracteres? E se têm, o amigo que domina as tecnologias, acredita que o texto do dr. Malho tem os 2500? Se não porque é que os três colaboradores do jornal esperavam encontrar o texto num espaço onde não cabe?
    Não percebo porque não reclamam como fez o senhor da Cumeira e ainda por cima criticam o jornal, à excepção do Sousa que desta vez até parece o mais moderado. Então o senhor só porque é presidente da AM tem direito ao dobro deles e eles ainda falam em cedência a pressões politicas e outras coisas?
    Para se solidarizarem com o amigo não precisavam de ir tão longe, quando são todos colaboradores e pelos vistos não tem razões de queixa.
    Aproveito a boleia para deixar um palpite ao amigo Pedrosa. Ó me engano muito ou o director está a aplicar a máxima, à primeira todos caem, à segunda só quem quer. Só se fosse parvo é que entrava em disputas com blogues e bloguistas. Não me parece que queira palco mas se o quiser, convenhamos, tem um incomparavelmente maior e mais influente.

    Susana Silva

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    1. Assim está bem, vamos conversar.
      Cara Susana, não sou colaborador do "Oportoimosense", o que aconteceu em tempos(inicio do blogue), foi que achei que podia haver uma complementaridade entre Jornal e Vila Forte por chegarmos a "publicos" diferentes,nem melhores,nem piores. Escrevi salvo erro dois textos no blog que achei interessante também colocar no "Oportomosense", Como estávamos no incio do Blogue tudo correu bem,havia o limite dos Caracteres, e aí eu dava um jeito ao texto e pronto.Passado algum tempo fui informado que os textos a enviar para o jornal, caso quisesse de vez enquando publicar no nosso "tabloide", não poderia ser igual ou idêntico ao que constaria no blogue, não levei a mal, é uma decisão da Cooperativa, ao que sei.Decidi então que sou, só, editor do Vila Forte e é ao "nosso" publico que escrevo bem ou mal.
      Posso não concordar com a questão dos colaboradores da CINCUP serem aconselhados a não comentar em blogues(estamos em democracia...),posso não concordar com algumas justificações do Director do Jornal, mas respeito-as.
      Mais, já dei muitas vezes a sugestão a alguns responsaveis da CINCUP para que o "OPortomosense" on-line, tivesse a possibilidade de comentar as noticias,penso que seria uma forma de abrir mais o Jornal à comunidade.
      Como vê,para além de não ser advogado do Luís,acho que era interessante os Blogues da terra estarem ligados ao Jornal e vice-versa, quando digo ligados,não é estarem juntos na luta contra este ou aquele, digo estarem unidos em Prol do Concelho de forma clara,aberta,sem MEDOS e DESCONFIANÇAS.
      Temos todos a ganhar com isso,todos os Portomosenses.
      Não falei em pressões,nem em censura,pois desconheço se tal existe ou não.
      O que sei é enquanto a CINCUP e em particular o Jornal vir nos blogues algo que não existe,guerra de protagonismos/luta de audiências,estas coisas mal esclarecidas vão novamente acontecer.
      Que bom era o "Oportomosense",ter uma ligação com os Blogues como tem o "Público" ou como vai acontecer entretanto perto de nós.
      Mas esta é a minha opinião.Mais claro não podia ser,penso eu.

      Obrigado Susana pela oportunidade que me deu de esclarecer,só aconteceu porque a Susana decidiu comentar.Que mais se juntem à conversa,pois dela nascem ideias e opiniões.O diz que disse e o silêncio ,muitas vezes só servem para alimentar uma paz podre e entre amigos de escola e da vida,acho que não deveria ser assim.De resto está tudo bem.

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