Orçamento de Estado 2009
Nunca um orçamento foi tão "badalado", se é normal estarmos curiosos como vai ser o orçamento "eleitoralista", pois estamos em vésperas de vários actos eleitorais, este tem a particularidade de vermos como vai conjugar, Sócrates, este facto com a crise financeira que assombrou o toque de "Midas" que a dupla Primeiro-ministro,Ministro das Finanças nos tinham preparado.
Como na blogosfera não escapa nada, podem saber tudo,mas mesmo tudo sobre o que se escreve em relação ao OE2009,AQUI, e depois,podem e devem, dar a vossa opinião na nossa caixa de comentários.
via blasfémias
Excertos do Público:
ResponderEliminar"o Governo conseguiu encontrar espaço para um aumento salarial de 2,9 por cento para os funcionários públicos. Teixeira dos Santos diz que "é coincidência", mas o que é certo é que é no ano das eleições legislativas que se irá verificar o maior aumento salarial desde 2001 e o primeiro, desde que o PS voltou ao poder";
"Teixeira dos Santos negou qualquer ligação da proposta salarial com as eleições"
Sobre o mercado habitacional o OE prevê a criação de:
ResponderEliminar1- Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (FIIAH)
2 - Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (SIIAH)
Estes 'instrumentos' que vão beneficiar de um regime especial transitório que, em sede fiscal, distribui benefícios e isenções por todos.
Lembram-se do video: http://www.invertired.com/quimu/videos/25/34?
Acham que os nomes atribuídos pelo governo são convidativos ao investimento?
Se estes 'instrumentos' forem competitivos, todos ganharemos em deixar de cumprir a prestação do crédito habitação. Aguardemos por detalhes.
"As transferências do Orçamento do Estado (OE) para os municípios portugueses vão, em 2009, registar um crescimento de 4,8 por cento."
ResponderEliminarAo que parece o ministro queria apresentar o OE2009 no magalhães, mas ninguém sabia trabalhar com ele no ministério, parece que a formação recebida não foi eficaz...(novidades sobre este assunto depois do almoço!!!)
ResponderEliminarEsta da malta não pagar empréstimos e o estado ficar senhorio não a compreendo,para além da criação de mais um instituto..., então,mas qual é o risco do banco?O banco não tem capacidade de negociar com o seu cliente?
Já estou a ver outros sectores à rasca a pedir uma coisa semelhante que limite o risco ao minimo, de receber por parte de alguém.
A descida do IRC é uma falácia, pois só beneficia as que dão lucro e aquelas que fazem pela vida que tentam internacionalizar-se para fugir ao marasmo que é o mercado nacional? que apoio têm?
Srs. Presidentes de Câmara o natal veio mais cedo, podem preparar o festório e inaugurações para o ano que vem, o Sócrates é amigo, não é?
Os Senhores das Universidades que se desenrasquem que este ano é preciso mais dinheiro para rotundas e passeios, o futuro está nessas coisas, percebem não percebem?
Absolutamente incompreensível essa de quem não pode pagar a casa passar a ser inquilino do Estado.
ResponderEliminarE com direito a baixa da prestação.
Quem paga a diferença?
O bodo aos Municípios não atinge aquela cifra dado que na realidade se irá situar na casa do 1% qunado comparado com transferências financeiras de outros anos. Mesmo assim, e face àquilo que se prepara graças à nova Lei das Finanças Locais e das Taxas das Autarquias Locais (que é mais um assalto ao contribuinte) o aumento podia ser de 0%.
Os escalões do IRS vão ser aumentados 2,5%, não se mexe no ISP, o IA nalguns casos vai aumentar e, fora do OE, ficou-se hoje a saber que a ERSE vai aumentar a electricidade entre 4 a 7%.
Em súmula, mais de mesmo.
Esta coisa do FIIAH e do SIIAH não está nada bem explicada.
ResponderEliminarQue valor será atribuído aos imóveis? Quem o determina? Quem é que vai pagar a factura? Alguém tem de custear o adiar do pagamento.
Os bancos? Não aceitam.
Os clientes? Não conseguem, se conseguissem pagavam a prestação.
AH! Já sei! É o estado, quer dizer o contribuinte, entre os quais os clientes que com boa gestão das finanças familiares e algumas privações conseguem cumprir com os bancos. Boa! Um prémio aos que não cumprem.
Obrigado Eng. Sócrates. Vou lembrar-me disso nas próximas eleições.
Tentem ouvir a gravação ou ler o relato da entrevista dada ontem pelo ex-ministro das Finanças num governo PS de outros tempos, Professor Doutor Medina Carreira na SIC ao jornalista Mário Crespo sobre os orçamentos do ministro das finanças do "engenheiro".
ResponderEliminarCreio que além do que disse sobre a economia, deu uma lição de política, e fez um alerta em relação ao futuro da democracia.
A minha dica para ouvir. Vale a pena ouvir tanta verdade.
ResponderEliminarhttp://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={EEB12ECA-ACA0-4539-8A6B-49B6F1125B41}
Coincidência... Aumento de 2,9 em ano de eleições. Taxa de crescimento 0,6 ou em conhecimento de causa 0,00000000000000000000000000.
ResponderEliminarE agora.... Cobiça
.
Quem é o melhor cliente? O que têm muito e dita a taxa de juro ou empréstimo ao banco? Superprime
. O que tem para a vivência normal, obrigado a jogar pelas regras do banco. Sempre sem risco de pagamentos. Prime
O que nada tem e que tem de se aguentar com juros astronómicos. Subprime .
Estes são os melhores, sem dúvida. E de quem é a culpa... A cobiça meus senhores! Ela e só ela.
O subprime que pagou a despesa e os respectivos juros astronómicos e consegue criar alguma coisita é aliciado e o gajo do banco diz: " Epá tenho aqui um negócio que é a tua cara em 5 anos recebes uma maquia boa, taxa de crescimento garantida o último que saiu daqui até esfregava as mãos de contente, não podes é mexer nele durante 5 anos no primeiro ganhas x no segundo y e por aí adiante até chegar ao 5 e último ano" -------- O outro: " Sério? Epa então toma lá isto"
As conjecturas mudam e o OUTRO: Tou encavado preciso de guita. O que tenho? Epá lá aquela coisa no banco tal, tenho de a ir buscar
Chegado ao banco
" Desculpa lá mas isto está mau houve ali uma coisita que me fugiu e eu preciso desse dinheiro" O BANCÁRIO. " Epá tudo bem mas já não recebes o devido e agora isto também tá mau para mim o mais certo é perderes dinheiro" O OUTRO: " Engole um seco diz umas asneirolas e pensa. Lixei-me. O dinheiro esteve parado 3 anos ganhei menos do que os juros habituais não pude investir no negócio e agora só tenho o que tinha á 3 anos nada mais. Bem a minha pequena firma que tanto me custou a erguer parou no tempo 3 anos e agora não está preparada para a concorrência e os preços de manutenção são maiores.
Eu comecei do nada e ao nada estava destinado.
Cobiçã meus senhores ela e apenas ela.
Já agora quem penaliza os meninos superpoderosos que se lembraram de fazer circular o dinheiro virtual. Vão todos os portugueses buscar o dinheirito ao banco e a bancarrota bancária é mais do que evidente.
Não consigo conter-me, tenho de falar a medida social deste belo governo socialista que a todos ou a quase todas é considerado mais uma grande medida de puro mecenato.
ResponderEliminarArrendamento!
Não, não vou falar do Abcussis (Ou algo do género) ou da grande semente Soares e dos grandes actos de accção social que permanecem hoje na zona nobre de Lisboa sejam: Colégios, Cafés, Chaves que já foram devolvidas (ou não) Fundações entre outras.
Bem, o governo sem me consultar injecta dinheiro na banca milhões de euros em verdadeiros actos de misericórdia para quem tanto precisa. E porquê? Estes os bancos já não estão a ganhar dinheiro também não o perdem mas... Isto é mau!
O nosso primeiro vai a luxuosos banquetes com as suas luxuosas acompanhantes ( Bancários e parceiros politicos das mais variadas vertentes), verdadeiros necessitados de acção social ! Via-se a pobreza que os rodeava.
E em acto de boa fé.
O Zé que perde o emprego e assim não consegue pagar as suas obrigações e por essa altura já pagou 70 % do empréstimo que corresponde a 110% do dinheiro que pediu é de logo garantindo perante os bancos ou terceiros como um devedor, mas o nosso "nobre" governo garante que estes, agora "miseráveis" permaneçam nas suas casa pagas a 110% como comuns arrendários. Está claro que o Zé que quiz comprar uma casa era um gajo que o que sempre quiz foi pagar rendas para toda a vida e assim deixar os recibos para a geração vindoura.
Agora que já me deslumbrei um pouco, faço umas pequenas perguntas.
O governo se necessário assume as dívidas do banco seja através de nacionalizações ou injecções de dinheiro. O zé que perdeu um emprego por circunstâncias alheias e o dinheiro que devia ter poupado já voou nas mensalidades outrora pagas por algo que agora já não é dele
E pergunta eu perdi a casa mas o que é feito do dinheiro que eu já torrei?
Bem, em resumo o banco nada garante ao Zé o governo garante o banco com o dinheiro dos outros Zés. O Zé torrou o dinheiro dele.
E as perguntas:
Quem elege o governo?
Quem é que é representado pelo governo?
O que é que é importante para o governo?
( escolha múltipla)
O Zé ------ A banca ---------
Coloque um X (Grande e Grosso) Na resposta correcta.
A proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano apresentada pelo Governo vai, se for concretizada, colocar o peso da despesa e receita pública no PIB português ao nível mais alto de sempre. Os valores para estes indicadores que estão explícitos no relatório do OE não apontam nesse sentido, mas apenas porque uma alteração metodológica decidida pelo Governo tornou os dados apresentados para a receita e despesa total em 2008 e 2009 incomparáveis entre si.
ResponderEliminarO Governo retirou um montante em torno de 3149 milhões de euros ao valor das despesas com pessoal e das receitas com contribuições sociais, devido a uma mudança de metodologia relacionada com o registo da contribuição financeira para a Caixa Geral de Aposentações.
O valor do défice público (2,2 por cento do PIB) não sofre qualquer alteração com esta mudança de metodologia. Mas, para que todos os números do OE 2009 sejam comparáveis com os anos anteriores, é necessário acrescentar à despesa e à receita um valor correspondente a 1,8 por cento do PIB.
Assim, o que acontece é que, em vez de se estar a apontar, como sugere o relatório do OE, para uma quase estabilização do peso da despesa e receita pública na economia, o que de facto se irá passar no próximo ano é a subida dos dois indicadores para um novo nível máximo histórico.
O Público, hoje
A despesa pública vai chegar aos 47,8% do PIB e o pagamento de juros da divida pública vão representar quase 17% do PIB.
Eliminar"Eurostat demarca-se do Governo e assegura que não deu orientações para as mudanças de metodologia que amenizaram o peso da despesa pública"
ResponderEliminarO Público, hoje
Num gesto inédito, o Presidente da República vai questionar o Orçamento do Estado para 2009. Cavaco Silva considera que o Orçamento assenta em números e previsões que deixaram de corresponder à evolução económica, como, aliás, o próprio Governo já veio reconhecer.
ResponderEliminar«O Orçamento está fora da realidade, tanto no que respeita à previsão de receitas como de despesa. Por isso, não faz sentido que seja solicitada a promulgação ao Presidente nestes termos» diz fonte de Belém
Sol, hoje
Sobre o segundo Orçamento de Estado para 2009
ResponderEliminar«Mesmo com a economia em forte recessão, o Governo está a apostar num forte aumento da receita do Estado durante o ano de 2009 para limitar a escalada do défice público.
Na proposta de alteração do Orçamento do Estado apresentada na noite de segunda-feira, as Finanças projectam um aumento nominal da receita total da Administração Pública de 6,4 por cento. Tendo em conta que a taxa de inflação, de acordo com o Governo, deverá ficar em um por cento, a variação em termos reais da receita será de 5,4 por cento, o valor mais alto desde 1999.
Mesmo em termos nominais, a arrecadação de receitas prevista é uma das maiores da última década. Em apenas duas ocasiões - 2002 e 2007 - se registaram valores mais elevados, sendo que, nesses dois anos, as economias cresceram 0,8 e 1,9 por cento, respectivamente, ao passo que agora se está à espera, no mais favorável dos cenários, de uma contracção da economia de -0,8 por cento.»
Público, hoje