Estado nacionaliza o BPN - Não acontecia desde 1975
Segundo as informações até agora disponíveis não serão os chamados ‘activos tóxicos’, nem a crise do subprime a justificar a intervenção do Estado no BPN, mas sim apenas má gestão, o que significa que mesmo num contexto internacional diferente a intervenção viria a ocorrer.
Depois do caso BCP a supervisão do Banco de Portugal (BdP) volta a estar na ordem do dia. Será que o que o BdP fez até se chegar a uma nacionalização foi suficiente ou o quadro legal não lhe confere instrumentos suficientes para evitar esta saída?
nunca pensei ficar tão descansada por não ter dinheiro...No outro dia, uns amigos que pensavam que eram pelintras como eu, mostraram-se preocupados "e se não nos de deixam levantar o dinheiro" diziam... é que n´so temos mais de 100.000 euros .................
ResponderEliminare eu que cada vez me sobra mais mês ao fim do dinheiro preocupada com eles.
....-se
Ricardo Costa na SIC Noticias acabou de comparar a inércia do BdP e da Autoridade da Concorrência que contrastam com a hiperactividade da ASAE e da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).
ResponderEliminarSerá que é mais importante controlar as bolas de Berlim e os textos dos jornalistas, ou a forma como a banca é gerida e as eventuais práticas cartelizadas das gasolineiras?
Num dia de Finados , foi apropriado anunciar a nacionalização do BPN!?
ResponderEliminarTudo boa rapaziada, bem colocada, gente ex de muitos governos, associada a nichos de mercado que pela sua voracidade, gestão enevoada, dentro e fora de portas, deu o que se esperava - falência .
ResponderEliminarContudo, sem ser corvo da desgraça, admito que as avalanches começam com pequenos flocos de neve a cair!
«Sabemos que houve falha de vários anos. Houve uma grave e prolongada falha de supervisão»
ResponderEliminarMiguel Cadilhe, hoje
Situações como esta criam distorções no mercado.
ResponderEliminarQuantas operações foram perdidas para o BPN por bancos que hoje continuam no mercado? Além de terem conseguido criar um buraco de 700M€ os administradores do BPN conseguiram impedir outros bancos saudavelmente competitivos de realizar negócios.
Os prevaricadores têm de ser responsabilizados judicialmente sob pena de se passar a imagem que o crime compensa.