Porto de Mós, Censura e Medo

Segundo a wikipedia: Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a liberdade de expressão. A censura criminaliza certas acções de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e até formas de expressão.


 


O Manuel Alegre tinha razão e o seu texto cada vez está mais actual aqui pelas terras de Porto de Mós.


 


Recentemente, um responsável autárquico do município de Porto de Mós, disse em Público, para um responsável autárquico da freguesia do Juncal: “Pensas que podes dizer o que queres?”, exercem ambos cargos executivos. O que disse a frase, na Câmara Municipal, o que a ouviu, na Junta de Freguesia do Juncal, ambos foram eleitos pelos munícipes de Porto de Mós.



 




Mas, o Vilaforte não será objecto de CENSURA.


 


Comentários

  1. Na última reunião de câmara o Senhor Presidente resolveu desautorizar-se a si próprio - tinha proibido a referência a blogues nas reuniões de câmara, para dizer naquele tom de aviso de quem de todos suspeita, que quem quer que fosse o Barbichas, o dono do tal blogue que existiu e que desapareceu, iria sentar-se na casa ai lado do telhado preto... O eufemismo para tribunal... Ninguém ligou grande coisa à conversa, eu é que chamei a atenção ao Presidente para o facto de estar a transgredir as suas próprias proibições...
    Mas ficou o aviso no ar relativo à casa do telhado preto....
    A liberdade para o bem e para o mal tem destas coisas e o poder tem o dom de fazer vir ao de cima a natureza das pessoas....
    Noutra reunião já O Senhor Vereador da Educação tinha ameaçado o colega Vereador com uma inspecção na escola....

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  2. É lamentavel este caso. Mas não me espanta. Eu que tenho passado por várias ameaças deste tipo, devido ao meu serviço.
    No entanto, digo que, se partiu de pessoas que se arvoram em defensores dos direitos democráticos e dos que "lutaram pela liberdade" então isso é muito grave.
    Devido a muitos casos que ultimamente têm acontecido por esse país fora, é costume dizer-se que "estamos como no tempo da outra senhora" e eu costumo rematar "estamos pior, porque nesse tempo sabiamos que falando seriamos imediamente presos, agora nunca sabemos quem ouve nem quando seremos alvo de represálias".
    Armindo Vieira

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    Respostas
    1. Alguém um dia escreveu isto:

      " se queres ver o,verdadeiro, carácter de alguém dá-lhe poder"

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  3. É só mais um caso, dirão os mais incautos.
    O que a mim me preocupa é a passividade com que a população e oposição demonstram perante estes casos. Será tudo isto normal?
    É esta a democracia que os partidos politicos querem?
    Os dirigentes partidários nada dizem e tudo se passa com toda a tranquilidade.Por isso é que espaços como este blog, devem ter o devido destaque na sociedade Portomosense, a sua coragem e vontade de mudança é ,infelizmente, anormal na nossa terra.
    O Obama ganhou nos EUA porque acreditou que podia fazer parte da mudança.Que alguém acredite e invista nestes 5 Portomosenses.
    Bem hajam.

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  4. Diria mais Luís, no Vila Forte não há censura nem medo!
    A constituição dá o direito aos cidadãos de processar outro cidadão,mas também dá o direito do processado se defender.E como alguém aqui escreveu ontem, Verdade só há uma!
    O Paulo disse tudo quando escreveu que se querem ser consequentes que o sejam. Não se esqueçam é que o preço,para ele, pode ser muito alto, demasaido talvez,em termos politicos.

    Quem tem medo compra um cão!

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  5. Pois é Pedro, infelizmente nem com cão a malta se safa, o salgueiro ao querer ser presidente a todo o custo foi obrigado pelo partido que o "adoptou" a colocar certos individuos na lista, que fazem ameaças veladas, que deixam de cumprimentar porque o vizinho do tio do primo está de acordo com eles, que têm um historial de compadrios pelas instituições onde passaram, quem é capaz disto é capaz de qualquer coisa e deste tipo de gente quero distância

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  6. Caro Miquel 7 não vá por ai. Só tem razão em parte. Todos sabemos como funciona o ti salgueiro e o grupo dele mas o caso é outro.
    Cais ameaças, cais carapuça. O Neves ferve em pouca água e o Junior tava a pedi-las portanto estão bem um para o outro. Foi só um arrufo.
    Se a politica portomosense não tivesse batido no chão como bateu, o Junior já se tinha enxergado e apresentado a demissão.
    Mas não, preferiu ir ver a obra que por todas as formas e feitios tentou impedir, e tava à espera que o tratassem com carinho? Levou cacetada de todos e passou a vítima.

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  7. Camus afirmou a ideia de que um homem e mais homem pelo que se cala do que pelo que fala!
    Ofereça isto p.f. para que se cale.

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