Saber ouvir e aprender com os melhores
Muitos de nós, nas nossas actividades profissionais, deparamo-nos com problemas para resolver, que outros já passaram por eles e que têm boas práticas para os resolver.Temos duas hipóteses ou "partimos pedra" sózinhos para os resolver, gastando muita energia e provavelmente sem os resultados pretendidos, ou temos a humlidade e vontade suficiente para aprendermos com quem faz bem.Para esse efeito utilizamos, muitas vezes, o Benchmarking para termos sucesso na aprendizagem e na implementação de soluções.
Se esta prática de gestão já faz parte do léxico dos gestores industriais,ainda a semana passada visitei uma grande empresa que implementou ferramenta de gestão,lean 6-sigma, e fomos aprender como se faz, pois também queremos aplicá-la na nossa empresa, já nos gestores politicos não é normal isso acontecer.
Para aprender com os melhores as melhores práticas, precisamos primeiro ter a noção de que há melhores do que nós em todo o lado, que a concorrência, hoje em dia, é muito forte e que temos a responsabilidade de garantir o futuro das pessoas que estão à nossa volta.
Depois devemos ter a humildade de reconhecer que não sabemos tudo e que queremos ouvir e aprender.
Depois de saber onde estamos e que queremos melhorar, temos de definir para onde queremos ir e de que forma, esse é um trabalho árduo e que não se compadece com imediatismos,mas sim no pensar mais além.
Somos recorrentes a falar de Óbidos,pois para nós é o exemplo do que é ter uma estratégia de desenvolvimento sustentado a nível autárquico, demos também o exemplo de Coimbra,com as parcerias com várias cidades, e hoje quero falar de Cascais.
Mais do que falar, queria pedir-lhes que ouvissem o Vice-Presidente da Câmara de Cascais a falar no programa Balanço e Contas,no Canal 2.
É uma lição,para quem quer ouvir e aprender, de como se pensa global para resolver problemas locais.
Ver e ouvir um Autarca a falar da visão,missão e estratégia para o seu concelho é uma satisfação enorme, é disto que temos falado nos últimos 2 anos, é esta também a nossa visão do que deve ser um autarca.
Espero que tenham tanto gosto a ouvir o Vice-Presidente da Câmara de Cascais como eu tive, principalmente os politicos Portomosenses.Ver AQUI!
"fala-se tanto em energias renovaveis, devemos utilizar aquela que é inesgotável, A CRIATIVIDADE"
vice-presidente da Câmara de Cascais
A blogosfera tem sido uma surpresa agradável para nós,editores do VilaForte.Não temos dúvidas que Porto de Mós é neste momento mais conhecido do que era há dois anos. Podem chamar-lhe imosdétia,mas é um facto. Ainda este fim de semana tivemos mais uma prova; No Blog do Luís Castro, RTP, uma comentadora do blog, "cheiro a pólvora", deixou este comentário:
ResponderEliminarOlá Pedro tudo bem? Hoje no paredão Estoril - Cascais estavam a dar uma revista, a "Cascais Puro" e lembrei-me de si. Vi lá uns sites que espero que lhe sejam úteis: www.cascaisenergia.org www.cascaisnatura.org www.cascaispuro.org www.emac-em.pt Bjs e um resto de bom fim-de-semana Cris
Quero agradecer ás pessoas que me eviam maill´s sobre assuntos de interesse para colocarmos no Vila Forte.
ResponderEliminarSobre este tema da criatividade recebi, esta manhã, maill sobre o facto de mais uma cidade, em Portugal, que reconheceu na criatividade a sua plataforma de desenvolvimento:
Loulé recebe Prémio "Cidade Criativa 2008"
10-Nov-2008
No âmbito do Congresso Internacional de Criatividade e Inovação, que decorreu nos dias 17 e 18 de Outubro, no Convento de Stº António, uma organização da Associação Portuguesa para a Gestão da Inovação e Criatividade nas Organizações (APGICO), Associação Espanhola de Criatividade (ASOCREA) e Gabinete Académico de Investigação e Marketing (GAIM), foi atribuído a Loulé o Prémio "Cidade Criativa 2008".
Esta distinção visou premiar o apoio dado à criatividade e a todo o trabalho que tem sido desenvolvido em Loulé, quer em termos de eventos culturais, preservação do património, projectos educativos, acções que privilegiem a sustentabilidade, iniciativas que têm em vista a preservação ambiental, entre outros.
Neste sentido, Loulé é hoje uma cidade que se distingue pela sua centralidade, pelas suas acessibilidades, pela complementaridade que tem com o litoral, pelo facto de não ter tido uma grande crescimento imobiliário em termos de construção civil como teve o litoral.
Obrigado A.M.
Espero que um dia destes alguém consiga responder à tua Pergunta:"e em Porto de Mós, vamos continuar a viver no marasmo, até quando?