A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Mas isso nem pensar...como é que poderiam pôr as gasolineiras na ordem se o Estado arrecada um balúrdio com os impostos? Não lhes convém....
ResponderEliminarBem-vinda ao nosso Vila Forte e obrigado pelo comentário.
EliminarO nosso Blogobairro cada vez está mais alargado.
O seu cantinho merece uma visita mais demorada.
Não sei se estarei muito enganado em dizer que em 2005 a gasolina estaria para aí a 90 cêntimos.Para onde vai o diferencial que está neste momento?
ResponderEliminarEu por norma defendo sempre a minha pessoa e outros como eu. (Zé povinho).
ResponderEliminarPois é o que sou.
Mas tenho um certo conceito de justiça.
Ora digam-me lá quando o barril estava á beira dos 200. E sabemos nós que temos uma carga de imposto nas gasolinas de cerca de 40% viram o governo a baixar a carga fiscal para benefício dos zés Consumidores.
Pergunto agora. Que direito ou cara tem o governo de tentar encostar as gasolineiras ás boxes?
O exemplo deve vir sempre de cima. O que temos para exemplo?
E depois de os zés consumidores se habituarem ao preço há necessidade de o baixar ?
Conhecem algum produto que depois de aumentar temporariamente volte ao preço inicial mesmo que as conjecturas sejam exactamente as mesmas do ponto 0 (Inicial)
Quem não pode sai de cima
E digam-me agora. Na situação de vida que temos, agora, podemos dar-nos ao luxo de perder tempo a ver a subida ou descidas do petroleo.
Fale apena andar a fazer greves por Lisboa quando temos um governo que é em tudo mouco (Como diz a minha avó)
Conhecem algum meio para alêm da indiferença que nos permita a viver em paz conosco mesmo neste cada vez mais decadente país.
Não diga isso muitas vezes, Pedro! Com a democracia suspensa por decreto da tia Manuela, as gasolineiras ainda se iriam encher mais. Ela quer reformas, mas é só para quem trabalha!
ResponderEliminarE desculpa ainda nas gasolineiras e visto que se fala da Manuela Ferreira Leite.
ResponderEliminarO crónico senhor politico Santana Lopes só teve um minuto de brilho durante as eleições para a presidência do PSD.
Foi quando há boca cheia veio dizer que o Passos estava maluca quando pensava baixar os impostos
Ele foi o primeiro a falar os outros 2 seguiram-no nas palavras.
O passos manteve a frase não a reformulou há boa maneira politica portuguesa e assim o "estúpido" do votante sem preferência pensa.
Bem se os outros 3 dizem que não ele deve ser o único que está mal. Logo não vou canalizar o meu voto para aquele burro.
Sabem como dizia o Scolari.
" Eo burro, o burro...... Sou eu!
O estado arrecada um valor fixo de ISP por cada litro de combustível, por isso quer seja vendido caro ou barato recebe o mesmo. Acaba por receber menos quando os combustíveis estão mais caros pois a elasticidade da procura faz com que o consumo seja inferior quando os preços são mais altos.
ResponderEliminarOu seja estamos novamente perante uma prática de preços cartelizados (combinados para serem altos) entre as empresas gasolineiras. Onde está a Autoridade para a Concorrência?
A foto explica tudo!...
ResponderEliminarÓ Pedro,
ResponderEliminaras gasolineiras são o menos.
Importante é que se suspenda a democracia, o resto vem por acréscimo...
Como já li num blog que comento, se fosse o Santana Lopes a ter dito isto já estava preso.
Haja paciência!
Veludinhos azuis
E neste sábado passei pela bomba da Galp e até pensei que estivesse a dar bidões de gasolina.
ResponderEliminar(Olha a Ka!)
Em Porto de Mós sempre que na Assembleia Municipal o Vice Presidente dá muros na mesa, abrem-se uns breves parêntesis na democracia local. Depois de cada muro que dá na mesa a democracia retoma ao Salão Nobre. Em algumas sessões mais agitadas chegam a haver rajadas de três e quatro suspenções da democracia.
ResponderEliminarOutra suspenção da democracia, a censura:
ResponderEliminar"Os membros eleitos do conselho de redacção (CR) da Lusa, órgão que tem por objectivo supervisionar o cumprimento das regras editoriais e deontológicas dentro da própria agência, estranham que os redactores de economia "tenham sido proibidos de utilizar a palavra estagnação para qualificar a evolução de 0,1 por cento prevista para o PIB português em 2009".
O facto prende-se com uma notícia na sequência de uma revisão do Fundo Monetário Internacional, em Outubro, e o CR considera que essa atitude "surge com contornos censórios, que não podem deixar de lhes causar profunda preocupação".
Esta foi uma das principais chamadas de atenção contidas num comunicado do CR divulgado na última quarta-feira dentro da Lusa, que resume as duas reuniões mais recentes com o director de informação, Luís Miguel Viana. Em causa está o uso do termo "estagnação", destacado sobre o mesmo assunto em notícias publicadas por vários jornais. "A proibição do uso do termo estagnação nos textos da Lusa foi testemunhada por vários jornalistas presentes na sala", defende o CR no mesmo documento, a que o PÚBLICO teve acesso."
Público, hoje
Está bem imaginado o "cartoon" ... e bem real tal é a ousadia das gasolineiras
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