Ainda as pistolas
Hoje é notícia do Jornal Público. O que mais espanta nisto tudo é o facto do Presidente não conseguir um argumento consistente de jornal para jornal.
Ora vejam:
"A oferta de pistolas de plástico para a prática de tiro ao alvo a alguns alunos do 1.º ciclo do concelho de Porto de Mós, Leiria, deixou indignados alguns encarregados de educação. A situação foi denunciada recentemente por elementos da oposição. João Salgueiro, presidente da autarquia socialista, fala em aproveitamento político e Manuel Coutinho, psicólogo clínico, desdramatiza o caso.
As pistolas em causa foram oferecidas após um espectáculo de circo financiado pela câmara, que decorreu no passado dia 4 de Dezembro, juntamente com outros brinquedos distribuídos pelas crianças. Artigos que tinham sido oferecidos por uma empresa falida à autarquia, que optou assim por poupar a verba que tinha investido em anos anteriores com a aquisição de brinquedos.João Salgueiro remete explicações para o vereador da Educação, Rui Neves, por desconhecer a situação, já que se encontrava hospitalizado nessa data. Não deixa, contudo, de considerar que a oposição está a fazer um aproveitamento político da situação, já que o caso foi denunciado pelo presidente da assembleia municipal, Luís Malhó, eleito pelo PSD, quase um mês depois de os brinquedos terem sido oferecidos.
"Nem sequer são pistolas. Servem para atirar a um alvo. Estão a empolar uma situação sem pés nem cabeça, quando há situações bem mais graves, das quais ninguém fala", lamenta o autarca, que garante que irá esclarecer o caso na segunda-feira, junto de Rui Neves, que se escusou a comentar o assunto.
O psicólogo clínico Manuel Coutinho desdramatiza a situação. "Não devemos extremar posições. Este tipo de brinquedos não é o ideal, mas não é daí que vem o mal ao mundo. Há coisas muito mais graves que as crianças vêem diariamente", afirma, em alusão a jogos electrónicos que envolvem casos de violência.
Apesar de ser favorável a uma cultura de não-violência, Manuel Coutinho entende que, neste caso, o brinquedo nem funciona como uma pistola, mas como um instrumento para atirar setas ao alvo. O psicólogo refere, por outro lado, que nem sempre as crianças fazem a leitura que os adultos fazem em relação aos objectos.
"Quando uma criança está a brincar com uma pistola, está a recorrer ao imaginário dela e a usá-la de uma forma útil." O mais importante de tudo, alerta, é verificar se os brinquedos oferecidos cumprem os requisitos legais de segurança e são adequados à idade dos mais pequenos.
O PÚBLICO tentou ouvir Luís Malhó, mas tal não foi possível até ao fecho da edição."
Aqui a culpa jão não é das psicólogas, passa a ser do Vereador da Educação; as pistolas passaram a ser oferecidas e o grande malandro é o Presidente da Assembleia Municipal.
E se for o jornal Expresso a perguntar ? Qual será a próxima mentira?
Confrangedor.
ResponderEliminarComo é possivel?
Ao Regiao de Leiria,(31/12/2008) as pistolas foram compradas a uma empresa que faliu.
Ao Correio da Manhã(2/01/09), a culpa da compra era das tecnicas do gabinete de educação.
Ao Publico(4/01/09), as pistolas foram oferecidas por uma empresa falida.
O circo para as crianças foi no dia 4 de Dezembro.
Diz o presidente desconhecer a situação visto estar internado nessa data.
Ora,sabe-se que o presidente esteve no circo.
Sabe-se que o presidente foi ao Hospital de Leiria, na noite de 28para 29 devido a problemas de estomago.
Que se sabe nada de grave,visto ser visto no próprio dia.
Qual será a próxima "justificação"?
Onde estará hospitalizado na próxima declaração?
Existe uma doença de foro psiquico, chamada confabulação, em que o paciente imagina e mente,sem ter no entanto,consciencia da sua ilusão,tomando-a como verdade.
Será que estamos perante tal situação?
Ou será que estamos perante um desvio da doença, e o paciente deturpa de forma intencional?
Chamam-lhe os tecnicos, mentira compulsiva.
Aguarde-se o resultado da conversa com o vereador.
Regista uma evolução positiva-deixou de acusar as técnicas.
Confrangedor.
Não concordo.
EliminarPorto de Mós tem motivos de orgulho.
Digam lá qual é o concelho,que tem um presidente que em meia dúzia de dias, aparece na comunicação social (2 jornais nacionais)com seta para baixo'
Provavelmente, nem será pelas pistolas,que os garotos deitaram fora,porque estavam avariadas.
Também coisas "dadas" por uma empresa falia, o que querem mais?
Será sim pela falta de vergonha, pela irresponsabilidade e falta de respeito dos nossos responsáveis.
As crianças se calhar já se não lembram.
Interessante será saber se os adultos portomosenses, gostam de se ver representados,por esta gentalha.
Se gostam, não se queixem, porque o futuro do concelho será negro.
Aguardemos pela próxima mentirinha.È só mais uma.
Na próxima vez que for abordado sobre o assunto, o Presidente ainda vai culpar o pai natal.
ResponderEliminarA forma como se esquiva e aponta culpados em todas as direcções não é uma questão política mas mostra uma forma de estar.
Quando se diz que nas autárquicas não se vota nos partidos, mas nas pessoas, convém que se lembrem que o candidato Salgueiro tem esta carateristica pessoal.
Podem entender que as questões pessoais não devem entrar na política, mas refiro-me neste caso a atitudes tomadas no âmbito da esfera política e por isso não podem deixar de ser avaliadas.
Sou um dos que lamenta o facto dste blog não ter consequências na gestão Autárquica em 2009. Basta ver em quem temos de votar, João salgueiro, júlio Vieira, para vermos que esta terra merece muito mais e quem está há 3 anos todos os dias a escrever e a dar a cara merecia outro destaque prático. 2009 começa mal para os protagonistas das eleições autárquicas, salgueiro confirma o que é em termos politicos, cata vento sem conhecer dono e dispara para todo o lado sem ser capaz de assumir responsabilidades politicas dos actos do seu executivo e Júlio Vieira tem uma derrota monumental do seu mandato como líder das associações de futebol, o cacique dos "xulos" da bola perde para os principais intervenientes do negócio ;atletas e treinadores, a luta pela qual se envolveu nos últimos anos deu azo á sua maior derrota pessoal, é este derrotado e caciqueiro que queremos como chefe do nosso concelho?
ResponderEliminarNesta luta de velhos do nosso concelho, realço a clareza de Jorge Vala ao assumir que faz parte da história do concelho e que quer os novos, e estes senhores?o lugar deles é no museu! que o vilaforte se traduza em alternativa, o Dr. Luís Malhó seria o protagonista que conseguiria envolver e aglotinar os interesses do Concelho, que aqui nasça um movimento de apoio ao actual presidente da Assb.Municipal.
Como seria possível o Dr. Luís Malhó aglutinar os interesses dos portomosenses se nem a Assembleia Municipal consegue dirigir?!
EliminarHaja dó!... De politiqueiros estamos todos fartos!
Como Presidente da Assembleia Municipal que se deveria prezar, nem sequer deveria escrever neste blog.
Para mim um verdadeiro Presidente de uma assembleia não deve ser tendencioso nem gerador de conflitos. Deve, isso sim, manter um clima de diálogo e apaziguador...desculpe se estou errada; de facto não entendo muito de política!
Nem sequer são pistolas. Servem para atirar a um alvo.
ResponderEliminaradorei, lol
Hoje fomos alvo de chacota na RFm no café da manhã a propóssito das pistolas...
ResponderEliminarSomos chacota nacional!
ResponderEliminarHoje foi um dia grande para o presidente.
ResponderEliminarTodo o dia a ser falado nas principais rádios.
Isto é que é. A sua vaidade hoje estava ao nivel das torres do castelo.
Um dia que não teve tempo para ir ver mais um murete.
Pena é que fosse por tão fracas razões.
Mas passou o dia a dar entrevistas ao telefone.
Cada entrevista,mais uma explicação.
Mas todas tinham algo em comum.
Ele era os técnicos, ou o pelouro respectivo,ou era compras numa empresa falida, ou afinal não foi compra,mas ofertas,ou são os maldizentes, ou a oposição irresponsável, enfim, o que vier á cabeça..
Mas, isto faz questão de pôr em evidência-nada tem a ver com o assunto- ele que até delega todos os poderes.Nada com ele.
Pode ter a ver com Tudo ou com todos, mas ele Não.
Como dizia Eça de Queiroz , no livro "As Farpas"
"A câmara não tem consciencia.O seu critério, a sua moral, é a intriga"(sic)
Que personagem queirosiana se encaixa melhor no nosso presidente?
Conhecem o Conde de Abranhos?
Encaixa que nem uma luva.
As tais funcionárias responsáveis pela infeliz prenda - psicóloga, sociológa e assistente social, mandaram hoje para a imprensa uma declaração a dizer que não são responsáveis pelas prendas.Aguardemos o texto.
ResponderEliminarÈ bom que aqui seja publicado o texto.
ResponderEliminarSinceramente depois de um dia extremamente cansativo e com montes de xatices esta novela de andarmos na comunicação nacional por causa disto é surrealista.Aguardemos os próximos capítulos
Andei a investigar na net o que o anónimo diz,mas a única noticia que encontrei foi esta no CM:
Eliminar06 Janeiro 2009 - 00h30
Porto de Mós
Lamentada oferta de pistola a miúdos
As técnicas do Gabinete de Acção Social da Câmara Municipal de Porto de Mós, que ofereceu pistolas de plástico como prenda de Natal a alunos do 1º ciclo, lamentaram ontem a distribuição daqueles "kits de tiro ao alvo", que não pretendia "incitar à violência".
As técnicas esclarecem que os polémicos ‘kits’ – constituídos por uma pistola de plástico, duas setas e um alvo de cartão – foram oferecidos a 14 por cento (250) das 1790 crianças que frequentam as escolas do primeiro ciclo. O cabaz dos brinquedos incluía ainda ‘kits’ de bonecas, ‘fishing game’, carrinhos, moinhos de vento, pianos, ‘batmen’ e ‘homens-aranha’.
Os brinquedos e um brinde de chocolate foram distribuídos no final do espectáculo de circo oferecido pela Câmara Municipal.
Que novidade. Isso já nós sabemos. O que se pretende saberé quem foi resp+onsável por tão absurda idéia.
EliminarJá vi que nem com inquéritos nunca se vai saber. Todos sacodem a água do seu capote.
Assim sendo para mim são justamente todos culpados.
Ou então digam preto no branco quem foi.
Todos temos o direito de errar. Devemos é assumir os nossos erros.
Dr. antonieta. É de mau gosto esta história....
EliminarEu nem sequer falo do acto em si (oferecer pistolas). É mau.... Sem dúvida, mas não é acto para tanta referências nos jornais, uma noticia nos breves é no minimo esperada. Agora no verso da primeira página a tal setinha para baixo. É um tanto vergonhoso para a terra e obviamente para as suas gentes.
E agora só para deixar no ar um tanto do humor.
Não se esqueça a doutora dos seus panfletos das últimas autárquicas em que ficou conhecida por Porto de Mós.
Como a senhora da pistola e para maior riso.
A Sr. Desconhecida Mirense de pistola em punho.
Fosse ou não fosse.... Pistola ou Isqueiro... Eis a questão.
Sem ressentimentos espero.....
Drª Antonieta
EliminarParece-me que a senhora também está muito esquecida.
Lembra-se daquela vez em que uma candidata apareceu numa fotografia, numa notícia, ao lado de uma arma?
Pelos vistos até somos gente de armas. Só é pena não aproveitarmos as nossas tendências para causas mais proveitosas.
estamos sempre prontos é para atirar as pedras (as armas) aos outros!
Este assunto teria sido evitado se, por exemplo, a Câmara não tivesse oferecido circo nenhum às crianças. Ah!...mas então viriam vozes, talves o sr. Malhó ou a esposa, a levantar voz contra a Câmara que nem no Natal se lembrava das crianças...
Em que ficamos?
Também a cincup tem novidades:
ResponderEliminarhttp://www.cincup.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4771&Itemid=103
"João Salgueiro, o presidente da autarquia, em declarações à Dom Fuas Fm, revela que a iniciativa do comunicado foi das três técnicas como forma de preservar a sua imagem profissional."
ResponderEliminarIsto dito com toda a naturalidade até desvaloriza o facto deste comunicado constituir um desmentido das declarações do Presidente ao Correio da Manhã, mas de facto se elas sentiram necessidade de preservar a sua imagem profissional, é porque tinham vítimas de uma mentira (a primeira no mandato) do nosso Presidente da Câmara.
É lamentável que a honra das pessoas e o seu brio profissional tenham que ser justificados na praça pública porque os responsaveis políticos de quem dependem neste momento, não sabem nem respeitam o seu trabalho.O Presidente Salgueiro à cabeça é o primeiro a duvidar e insinuar trapalhadas que só existem na sua cabeça. Aí está mais uma. Ele devia saber , como portomosense , que nesta terra o adágio " quem não se sente não é filho de boa gente" ainda está em vigor. e já lá lão vão 4 que manifestaram publicamente o seu desagrado e indignação perante o desnorte claro de quem nos (des)governa. E ainda faltam 8 meses!!!
EliminarEu lamento que a Câmara ,na pessoa do seu Presidente, tenha "obrigado" as pessoas que responsabilizou a dizerem o que está no link, pois que eu saiba o Vilaforte limitou-se a constatar um facto.Mais, o que está no Região de Leiria não deixa dúvidas, quem diz que não se deve dar ênfase à questão é o Dr. Luís Malhó.Os Jornais é que pegaram num texto do Vilaforte e lhe deram dimensão nacional.
ResponderEliminarO que mais aborrece o Sr. Presidente,que não lê blogues, é que um blogue seja fornecedor de notícias regularmente para orgãos de comunicação regional e agora nacional,mas como não lê blogues é melhor que alguém lhos leia, porque apartir de agora todos vão estar de olho no Vilaforte, nada como fazerem nova noticia com o novo post do Jorge Vala em relação aos motivos da sua demissão, os números lá constantes são de uma clareza sobre quem mente....
Começou a campanha em Porto de Mós!
Pena que o PSD não saiba aproveitar o trabalho do Blogue e se sinta entalado...isso sim seria aproveitamento politico,mas não sabem coitados!
Está explicada a razão da oferta das pistolas às Crianças, segundo a CINCUP, citando o Presidente da Câmara: Uma Empresa Falida que precisava de "libertar" espaço no armazém, ofereceu as pistola.
ResponderEliminarOra, onde é que se podem colocar Pistolas, que estavam a estorvar num armazém de uma empresa falida?
Claro, não há melhor sitio que as mãos das crianças...
É com muita pena que, desde Dezembro, tenho vindo a acompanhar o assunto das “pistolas” oferecidas aos alunos do 1º ciclo do concelho de Porto de Mós. Apesar de ter inicialmente decidido que nunca tornaria pública a minha posição sobre o ocorrido, decidi que deveria mostrar aos portomosenses e até ao resto do pais, quanto hipócritas e sedentas de poder algumas personalidades desta vila, se têm vindo a mostrar, agarrando-se as coisas tão mesquinhas.
ResponderEliminarEm primeiro lugar, são as pessoas que neste momento mais escrevem sobre o assunto e acusam muito indignadas que, há alguns anos atrás, apoiavam o executivo camarário que colocou, nos quadros da Câmara Municipal de Porto de Mós, as actuais psicóloga, assistente social e socióloga que, agora são culpadas pela infeliz escolha do brinquedo oferecido. Como é possível que estas senhoras tenham perdido as suas capacidades de discernimento, em tão pouco tempo? Apenas mentes motivadas com um objectivo tão vil tenham capacidade para tanta invenção dramática.
Muitos estudos têm vindo a ser feitos sobre os motivos pelos quais as nossas crianças são tão agressivas e violentas, nos dias que correm. Parece-me, no entanto, que os portomosenses ainda não leram nenhum e eu aconselho-o vivamente. Esses estudos mostram que a influência dos meios de comunicação social associada à falta de acompanhamento emocional e presencial dada pelos pais, são os principais factores da falta de valores e das atitudes negativas da maioria das crianças e adolescentes que povoam as escolas. Uma criança não necessita de ter como brinquedo uma pistola para, numa brincadeira com os colegas, simular um assalto, uma guerra ou um roubo. Uma folha de papel, um pau ou até as conhecidas peças de lego servem para simular o dito objecto. É apenas necessário que a criança queira brincar “às guerras” . Nessas brincadeiras simulam tudo o que já viram em revistas, na televisão ou até ouviram na rádio mas que não foi esclarecido e conversado em família. Felizmente que isto muita gente já sabe!!!
O que o pais não sabe é que esses falsos moralistas que agora acusam vergonhosamente a Câmara deixam os seus filhos sair à noite, em idades que supostamente carecem de acompanhamento, para parte supostamente certa mas que acaba por ser uma saída para ver um filme pouco apropriado à idade mental e cronológica dos filhos; para em grupo fumarem uns cigarros, ou até mesmo outras substâncias; para deambularem pelas ruas exibindo roupas de marca e penteados apelativos a comportamentos relacionados com vandalismo e xenofobia; para beberem umas cervejas compradas em estabelecimentos que fecham os olhos à idade de quem compra; para riscarem a pintura de carros com chaves; para produzirem filmes, com atitudes pouco louváveis com os telemóveis topo de gama que mais tarde são colocados no YOUTUBE, entre muitas outras actividades.
São esses falsos moralistas que eu nunca vi tomarem uma atitude de verdadeiros pais quando são publicamente enfrentados pelos filhos que não sabem educar; são essas pessoas que acham educativos alguns jogos violentos que nunca jogaram, nem se preocuparam em conhecer o seu conteúdo, acabando por comprar só para satisfazer e calar a boca dos seus rebentos, em época natalícia.
Curiosamente, estes falsos moralistas nunca se mostraram indignados nos blogs, com a violência que cresce nas escolas, com os jovens desempregados, com os sem abrigo, com as crianças vítimas de violência doméstica, com a pobreza envergonhada, enfim com todos os problemas sociais que confortavelmente ignoram.
O que o pais não sabe também é que estes ilustres cidadãos agora procuram denegrir a figura do actual Presidente da Câmara e sua equipa, numa tentativa de recuperarem o que perderam nas últimas eleições, pois não conseguem arranjar outra forma de o derrubar, tornando este assunto um drama nacional. Se os que agora acusam estivessem a gerir este município, certamente também teriam comprado a mesma falência e oferecido os mesmos brinquedos. Tanta hipocrisia! A prenda de Natal para as crianças do concelho foi um esp