Os próprios árabes sentem-se incomodados com o Hamas. Esta ideia é visivel várias vezes ao longo do programa. Só a capacidade diplomática do embaixador do Egipto lhe possiblita contornar a resposta esta constatação.
Foi de todo impossível ouvir o outro lado do conflito. Mas isso faz parte da estratégica Ocidental nos Médias. Era bom ouvir. Curioso é ouvir acusar o Irão como o fronecedor de armas ao Hamas e acusado de ter armas nucleares (talvez tenha daquelas iguais às do Iraque .'Sapatos-42') e nunca colocarem a questão de os EUA também serem os fornecedores da armas a Israel e serem potencial Nuclear na região (Israel). Isto para sermos imparcias...pois é...
Bem rídiculo ou divertido ouvir numa televisão Portuguesa perguntas feitas em Inglês. Intão a língua Portuguesa é para Português ler e não ouvir ?
E a ainda há quem seja contra um acordo ortográfico ? Felizmente que o filho lá vai defendendo a língua do pai. E que não tem complexos em se exprimir em Português.
Viva o Brasileiro !
Não sei porquê mas tenho acompanhado este blog. Acho que gosto. Não entendo tudo, sobretudo a dimensão regional, mas há questões levantadas que são pertinentes. Mas essa pertinência é, talvez, uma das características da imprensa regional e da blog esfera regional.
No fundo, o primeiro diário nacional Português é muito recente ( Publico).
Acho que o problema entre Gaza e Israel deve ser considerado em termos políticos e não em termos religiosos. Pensar o problema em termos religiosos, é abrir as portas aos "Irmãos Muçulmanos".
Ora o Hamas recusa a laicidade.
A audiência cada vez mais importante dos "Irmãos Muçulmanos", quer nos suburbios de Paris ou de Londres, é devida, sem dúvida, ao ultra-liberalismo. Este também não gosta muito da laicidade. Mas tendências esquerdistas ou de extrema direita também não !
E,assim, vêem-se surgir, em França, revendicações inimagináveis: piscina pública um dia por semana só para mulheres mulçumanas ; refeições halal nas cantinas ; pedido de salas para orações nas escolas, etc.
É como se tivessemos regressado no tempo. A lei Francesa de 1905 e que a pequena ( mas Grande ) (pequena no tempo) República Portuguesa de 1911 aplicou ( destruida em seguida por Salazar ) , relativa à laicidade deve ser defendida.
Caro Portomaravilha, As questão árabe assume em França, Holanda, Inglaterra e na Alemanha uma dimensão social completamente diferente. Se as reivindicações da piscina pública para mulheres muçulmanas, das refeições halal nas cantinas, das salas para orações nas escolas, entre outras, se verificassem em Portugal, certamente que a proposta de geminação de Lisboa e Gaza (http://vilaforte.blogs.sapo.pt/74827.html) não teria sido aprovada e talvez, nem sequer proposta. Os senhores da esquerda revolucionária disfarçados de esquerda urbana, os ecologistas disfarçados de comunistas e os comunistas propriamente ditos, deveriam ir ao mundo árabe exigir o respeito dos direitos das mulheres e das minorias, mas preferem apoiar o Hamas, não por convicção mas por exclusão de partes para assim estarem contra os israelitas e os EUA. Se os árabes forem bem sucedidos nos seus propósitos a Europa deixará se ser laica e em poucas décadas seguirá a lei islâmica. A evolução demográfica está contra a Europa livre e democrática e a favor da arabização da Europa. Mais que uma questão política é uma questão civilizacional. Sobre a forma de promover a língua poderíamos comparar o caso francês e o português, e isso dava pano para mangas. Mais tarde pegarei nesse assunto.
Obrigado pela resposta. Concordo,globlamente, consigo.
Todavia, penso que é necessário estabelecer uma nuance entre Arabização e Islamização. Tanto mais que os Árabes laicos são as primeiras vítimas dos "Irmãos Mulçumanos".
A posição da intelectual Árabe, Mona Eltahawy, que se recusou a escrever sobre Gaza é reveladora da pressão dos Irmãos Mulçumanos. Esta intelectual foi acusada de traição.
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caros amigos, Uma vez aqui reunidos nesta esplanada, queria em primeiro lugar agradecer a vossa disponibilidade em participar nesta tertúlia de livres pensadores portomosenses. Foi com estas palavras que começamos o Vila Forte em Outubro de 2006. Passados todos estes dias olhamos para trás e sentimos orgulho pelo que foi este blog e estamos certos que teremos saudades do projecto que hoje termina com este post. Foi um prazer estar convosco neste esplanada. Obrigado a todos. Até sempre
Os próprios árabes sentem-se incomodados com o Hamas. Esta ideia é visivel várias vezes ao longo do programa. Só a capacidade diplomática do embaixador do Egipto lhe possiblita contornar a resposta esta constatação.
ResponderEliminarFoi de todo impossível ouvir o outro lado do conflito. Mas isso faz parte da estratégica Ocidental nos Médias. Era bom ouvir.
ResponderEliminarCurioso é ouvir acusar o Irão como o fronecedor de armas ao Hamas e acusado de ter armas nucleares (talvez tenha daquelas iguais às do Iraque .'Sapatos-42') e nunca colocarem a questão de os EUA também serem os fornecedores da armas a Israel e serem potencial Nuclear na região (Israel).
Isto para sermos imparcias...pois é...
Bem rídiculo ou divertido ouvir numa televisão Portuguesa perguntas feitas em Inglês. Intão a língua Portuguesa é para Português ler e não ouvir ?
ResponderEliminarE a ainda há quem seja contra um acordo ortográfico ? Felizmente que o filho lá vai defendendo a língua do pai. E que não tem complexos em se exprimir em Português.
Viva o Brasileiro !
Não sei porquê mas tenho acompanhado este blog. Acho que gosto. Não entendo tudo, sobretudo a dimensão regional, mas há questões levantadas que são pertinentes. Mas essa pertinência é, talvez, uma das características da imprensa regional e da blog esfera regional.
No fundo, o primeiro diário nacional Português é muito recente ( Publico).
Acho que o problema entre Gaza e Israel deve ser considerado em termos políticos e não em termos religiosos. Pensar o problema em termos religiosos, é abrir as portas aos "Irmãos Muçulmanos".
Ora o Hamas recusa a laicidade.
A audiência cada vez mais importante dos "Irmãos Muçulmanos", quer nos suburbios de Paris ou de Londres, é devida, sem dúvida, ao ultra-liberalismo. Este também não gosta muito da laicidade. Mas tendências esquerdistas ou de extrema direita também não !
E,assim, vêem-se surgir, em França, revendicações inimagináveis: piscina pública um dia por semana só para mulheres mulçumanas ; refeições halal nas cantinas ; pedido de salas para orações nas escolas, etc.
É como se tivessemos regressado no tempo. A lei Francesa de 1905 e que a pequena ( mas Grande ) (pequena no tempo) República Portuguesa de 1911 aplicou ( destruida em seguida por Salazar ) , relativa à laicidade deve ser defendida.
E Viva o Porto !
Caro Portomaravilha,
EliminarAs questão árabe assume em França, Holanda, Inglaterra e na Alemanha uma dimensão social completamente diferente.
Se as reivindicações da piscina pública para mulheres muçulmanas, das refeições halal nas cantinas, das salas para orações nas escolas, entre outras, se verificassem em Portugal, certamente que a proposta de geminação de Lisboa e Gaza (http://vilaforte.blogs.sapo.pt/74827.html) não teria sido aprovada e talvez, nem sequer proposta. Os senhores da esquerda revolucionária disfarçados de esquerda urbana, os ecologistas disfarçados de comunistas e os comunistas propriamente ditos, deveriam ir ao mundo árabe exigir o respeito dos direitos das mulheres e das minorias, mas preferem apoiar o Hamas, não por convicção mas por exclusão de partes para assim estarem contra os israelitas e os EUA.
Se os árabes forem bem sucedidos nos seus propósitos a Europa deixará se ser laica e em poucas décadas seguirá a lei islâmica. A evolução demográfica está contra a Europa livre e democrática e a favor da arabização da Europa. Mais que uma questão política é uma questão civilizacional.
Sobre a forma de promover a língua poderíamos comparar o caso francês e o português, e isso dava pano para mangas. Mais tarde pegarei nesse assunto.
As ambulâncias das Nações das Nações Unidas não são seguras. Veja porquê.
ResponderEliminarhttp://www.videosift.com/video/Hamas-using-UN-ambulances-as-troop-carriers
Não é montagem.
Obrigado pela resposta. Concordo,globlamente, consigo.
ResponderEliminarTodavia, penso que é necessário estabelecer uma nuance entre Arabização e Islamização. Tanto mais que os Árabes laicos são as primeiras vítimas dos "Irmãos Mulçumanos".
A posição da intelectual Árabe, Mona Eltahawy, que se recusou a escrever sobre Gaza é reveladora da pressão dos Irmãos Mulçumanos. Esta intelectual foi acusada de traição.
E Viva o Porto !
Obrigado também pelo reparo que a bem do rigor das palavras faz todo o sentido salientar.
EliminarA discussão está muito boa, mas o Paulo, já se calava aí o homenzinho da sic... já sabemos tamos semppre a grama-lo quando entramos no VF...
ResponderEliminarcumptos e abraços.
hallo! PortoMaravilha, gostaste da Vila Forte
Abrir o Vila Forte é levar com este Video sonoro. Puxa, até chateia...
ResponderEliminar