A economia somos nós

         "A economia  somos nós; não está cá mais ninguém" foi assim, de uma forma simples que o Professor  Doutor João César das Neves  nos provocou para conseguirmos dar a volta à crise.   Fiquei mais descansada ;  há dinheiro na segurança social, podemos gastar  dinheiro  (dentro do razoável;) manifestou confiaça nos homens e mulheres que estão a gerir o Banco Central Europeu e a Reserva Federal Americana  . Portanto deu-nos todas as pistas para  banirmos de vez o medo e a desconfiança  no futuro.


        Afinal estamos com medo de quê ?


 


      Hoje , a Livraria Arquivo ,  com esta  Conversa  afável, deu-nos  bons motivos para enfrentarmos o dia de amanhã com maior optimismo. Seguramente mais enxuto de excessos do passado , quando o crédito era fácil e o pessoal se endividou.     


     Contudo , convém não esquecer ; temos de aprender a trabalhar mais, gastar  só o que podemos e colocar algum dinheiro em poupanças.  Já ouvi estes conselhos em qualquer lado.... Lembrei-me agora ; uma carta   datada do princípio  do século. passado!!!


       Afinal   não mudámos assim tanto! Ficámos apenas mais vaidosos e endividados!


           

Comentários

  1. Ana,
    Lamento destoar com o texto de Carlos Santos cuja leitura aqui recomendo.
    Qual das duas visões está a ser realista, ou pessimista ou optimista? A ver vamos.

    ResponderEliminar
  2. Como tudo na vida , são meras interpretações da realidade. Eu, pelo menos hoje (!) quero acreditar em João César das Neves.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. As recomendações que JCN fez são válidas e totalmente adequadas, mas pôr as mãos no fogo pelos decisores em matérias económicas...
      Nem falo do Dr. Constâncio e Cª, falo de economistas credíveis à frente de grandes instituições, como Alan Greenspan que esteve anos a fio à frente do Fed e era o supra-sumo da batata. Quando fazia declarações sobre a performance da economia nem as moscas se ouviam. Agora já veio reconhecer que errou. JCN recomenda que acreditemos nos governadores do BCE e do Fed. Que remédio temos, mas banir a desconfiança,... nem por decreto.

      Eliminar
  3. Paulo, outro facto que constatei ontem . a distinção entre bens e moeda. Se em relação ao primeiro entendemos melhor ( os nossos bens ) a moeda vale zero: é apenas um pedaço de papel que fica dependente do nosso humor e dos nossos caprichos; é tudo menos previsível. Portanto " enquanto as finanças ficarem no domínio do importante mas incontrolável, " não vamos resolver a situação. "É como nos horóscopo (JCN) o amor e a saúde, . São importantes '?Claro? mas são incontroláveis. Mas devemos continuar à procura ".
    Depois desta indicação , clara, embora imperfeita, conseguiu convencer-me que comprar (moderadamente) vai ajudar a desfazer o nó . Eu já comecei: comprei logo mais um livro.
    Outro facto interessante: falar de economia e de finanças pode ser extraordinariamente interessante: mérito do orador que falou para quem não percebe nada nem de uma nem de outra, mas que pensa que devíamos todos perceber mais destas matérias.
    Saí convencida de que não foi em vão que o livro que JCN escreveu e ofereceu a Tomás Aquino. Há ali um talento extraordinário para expor de uma forma fácil o que é muito complexo. Ontem inscrevia-me em Economia desde que o professor fosse JCN. Gostos.

    ResponderEliminar
  4. Na fnac na secção "ciências económicas" cada vez são mais os livros com abordagem a esta temática. Tudo mudou na economia..

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Gandembel

Foi um prazer estar convosco neste esplanada