Cartas de Amor
Depois de um post sobre este assunto e do desafio lançado pela nossa leitora e amiga Irene Pereira, vamos então, escrever cartas de amor ou desamor nos formatos que a net agora suporta:
- Até 100 palavras (prosa ou poesia)
- Mensagem SMS (100 caracteres)
- Imagem e texto ( 100 palavras)
Todas devem ter como destinatários figuras políticas, nacionais, internacionais ou locais.
Devem ser divertidas sem ofender , amorosas ou não sem serem pornográficas ou grosseiras.
A imaginação é vossa! O prémio também!
Publicar aqui como comentário a este post ou para caixa de correio electrónico.
Não se aceitam cartas em papel. Temos de poupar!!
Shoichi Nakagawa
ResponderEliminarOh! Como ninguém me entende !
Toda noite me chamaste : Shoichi !Shoichi !
Irresistível!
Shoichi! Schoichi!
Envolvente… enebriante! Mais um Schoichi!
Oh! Como fiquei louco! Oh! Como fiquei atordoado!!
At..odoardo. Sonolento. Ébrio … por ti!
Frascati Shoichi
Schoichi ! Frascati!
Frascati !Frascati rosso !
Sempre!
Dra Ana esta idéia é muito gira. Que tal uma carta de amor a uma figura local?
ResponderEliminarPara si valem todas as figuras locais menos o Dr José Ferreira.
Vá lá é um desafio.
Eu não escrevo, pois sou um verdadeiro desastre em cartas de amor.
Gosto do desafo... Esperem que já ponho a carta, ando um bocadinho ocupada...
ResponderEliminarDe vez em quando é preciso bater com a porta com estrondo,para que as pessoas despertem e sintam qual é o caminho. Há dias de bater com a porta, quem sabe se hoje não é um deles....
ResponderEliminarDeixo aqui a letra dos "vampiros" do Zeca, acho que se enquadra bem no ambiente politico que se vive em Porto de Mós e no país.
No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Adoro blogs!
ResponderEliminarPerdidamente.
Mais este aquele e outro e …
Mas não sou correspondida.
Quem eu quero não me lê.
Quem me lê não sei se quero.
Que raiva! Que paixão!
AH! Mas há um …. Que arde e faz arder !!
Explode de emoção. Tira-me o sono !
Faz tremer os corações, as mentes e todos os pinóquios com ou sem cartazes
Só há um: o vilaforte e mais nenhum !
Sem remédio! Sem fim à vista!
Cada vez mais forte … mais atraente
Abrasador!
Inovador!
Potente!
Vilaforte; vilaforte o nosso e o vosso desassossego!
BRILHANTE
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