'Forest Jihad' na Austrália?



As imagens dos incêndios são demasiados familiares para os portugueses. A incapacidade de controlar a destruição e morte provocada pelo fogo é algo que a todos nos aterroriza.


Os australianos têm vivido dias muito difíceis a assistir e a sofrer um nível de destruição muito superior ao, até mesmo nós, estamos habituados a ver. O número de mortos já terá ultrapassado os 200, os prejuízos materiais ascendem a muitos milhões de dólares, a natureza e o ambiente agonizam. O Primeiro Ministro australiano, Kevin Rudd, afirmou que quem provocou estes incêndios cometeu um assassínio em massa. A expressão "assassínio em massa" surge sempre ligada a cenários diferentes.


A explicação destas palavras surgiu há dias. Foram divulgados conteúdos de sites seguidos há algum tempo pelos serviços secretos, segundos os quais a 'forest jihad' era considerada como uma forma de combater o Inimigo. Segundo dizem, queimar as florestas dos infiéis é justificado com o fazem às suas terras.


As suspeitas de que alguns destes incêndios possam ter sido actos de terrorismo premeditados (no estado de Victória chegaram a estar mais de 400 activos em simultâneo), não passam disso, de suspeitas, mas ficamos a conhecer ao que estão dispostos estes senhores que consideram os infiéis seus inimigos.


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