Já é nomal
Estaremos a voltar ao passado?
Já é normal ouvirmos ilustres militantes do PS dizerem que há medo de falar no partido, já é normal Policias irem a sindicatos de Professores saber quem vai a uma manifestação,Já é normal Professores serem suspensos por Directores da DREN por pensarem diferente, já é normal institutos públicos enviarem circulares para que os colaboradores defendam posições mesmo que discordem, já é normal nos centros de emprego estudarem textos do PM, já é normal o MP meter-se no Carnaval, já começa a ser normal as pessoas darem como normal todas estas situações.É um sinal deveras preocupante!
Ontem tivemos mais um sinal, mas os policias têm razão, hoje em dia as mulheres são mais rapadinhas.....
Concordo com o André Couto e com o João Gobern, hoje, no seu "pano para mangas"(A sorte de ser velho e pintado)
Amigo Pedro, finalmente alguém de bom senso!
ResponderEliminarEntão não se vê logo que o homem queria era levar a dita cuja à esteticista para uma depilação, já que vem aí o Verão e os biquinis reduzidos e ...
Podes crer, com o fio dental não funcionava,eheh,
EliminarAcho este episódio da polícia de Braga uma coisa do outro mundo, bem como o do Carnaval de Torres. Agora o de Braga tem contornos hilariantes, não posso deixar de concordar com o Pedro, relativamente às modas depilatórias,mas queria lembrá-lo que hoje em dia o mesmo vale para os homens...
ResponderEliminarOh Irene, daaaaaaaaaaaaaaase que os meus pelinhos fazem falta para a aerodinámica.....eheheheh
EliminarMeu cáro Pedro Oliveira estou perfeitamente de acordo com tudo o que escreveu é de lamentar que o partido se diz terem combatido a ditadura de Salazar ao fim de trinta e cinco anos estejam a seguir o caminho que Salazar percorreu mas para muito pior
ResponderEliminarvejamos Aborto - casamentos homoxexoais--já se fala na eutanazia O SALAZAR VOLTA OUTRA VEZ não eras assim tão mau comparando com estes cavalheiros.
Pedro desculpa o desabafo sou eu que tenho mau feitio.
VOZ DO GOULINHO
Meu caro amigo não tem que pedir desculpa, aqui não há censura, até ver,eheheheh.
EliminarDe Porto de Mós um abraço para Porto de Mós
p.s(D): quando voltar a comentar deixe o link do seu blog, para de vez em quando visitarmos a sua terra, Porto de Mós.
Eu não gosto do que vejo ! Será isto arte? Ou apenas provocação?
ResponderEliminarE por isto estão acondenar a PSP? Quem apreendeu cumpriu ordens. Deq uem? Eu não gosto , não compro nem me incomoda. Paso ao lado. Compro outr livro. à custa deste episódio , lá ficou o quadro mais famoso. E feio!! Esteticamente deprimente!
Este quadro do Courbet está exposto no museu d'Orsay, em Paris. A pintura de nus sempre existiu e os nus foram acompanhando as modas. Os nus femininos de TIciano e Boticelli por exemplo, apresentam mulheres que eram padrões de beleza à época e que hoje seriam rotuladas de gordas.
ResponderEliminarO conceito de arte é abrangente e depende da sensibilidade de cada um. Eu, por exemplo, não sou apreciadora de arte moderna em geral. Aquelas imensas pinturas de borrões escapam um pouco ao emu entendimento. Penso sempre que aquilo até eu fazia.
Este quadro que deu origem à polémica é conhecidíssimo, mas eu acho que foi a exuberância capilar que chocou os senhores agentes da autoridade. Como li em qualquer lado este é um caso de ordem púbica.
Acho que os polícias, a julgar por este caso, podiam ter também umas aulinhas de história da arte...
Um verdadeiro caso de ordem púbica.
EliminarSe calhar quem deu a ordem para a apreensão tem algum gabinete de estética e ficou revoltado pelos intervenientes não seguirem a moda actual.
Afinal para que serve a cera?
Irene , o autor ou o museu onde está exposto não lhe reitra nem põe beleza apenas lhe acrescenta valor. Mesmo que eu tivesse uma fortuna para gastar, este quadro nunca estaria pendurado numa parde da minha casa. São gostos!
ResponderEliminarE continuo a pensar que se está a colocar a culpa onde ela não mora: aqueles homens gostem ou não do quadro, saibam ou não quem foi o autor tinham ordem para retirar e retiraram. Hèlas!
O conceito de Arte é muitissimo abrangente.
ResponderEliminarParece que a policia dos costumes, quando chegou à esquadra reparou que se tratava de uma pintura e não de uma fotografia. Não interessa imaginarmos o debate que se deve ter gerado entre os senhores, mas pelo que li o critério foi esse.
Acontece que há fotografias que são formas de arte e então já não saberíamos como o assunto se iria resolver.
Mas até há quem considere a pornografia como sendo arte.
Filtrar gostos, conversas, comentários ou imagens não deixa de ser redutor da realidade, essa sim plena e abrangente.
A liberdade de expressão tem destas coisas. Tem imensas vantagens e algumas desvantagens.
Quem gosta de um mundo asséptico e normalizado terá mais dificuldade em aceitar certas forma de expressão, mas há também quem acredite que a liberdade de expressão deverá estar acima de regras baseadas no vago conceito do 'bom-gosto' ou da 'decência'. Cada pessoa terá o seu grau de tolerância, mas de facto quando não se gosta não se compra, não se frequenta, ou no limite vira-se a cara. Eu pessoalmente acho que sou mais pela liberdade de expressão.
Eu também ! E em igual dose pelo reforço de uma autoridade sobre a qual há sempre a tendência de se fazer chacota. Em liberdade e com ordem parece-me bem!
ResponderEliminarO que me chocou mais neste episódio, foi o facto de terem sido pais que chamaram a PSP, porque o livro estava exposto numa feira de livros em saldo que decorria numa artéria central da cidade.
ResponderEliminarSó pergunto, se não fosse na rua?! Se fosse na FNAC, na Bertrand?! Onde há livros, discos, filmes com capas idênticas e os mesmos pais frequentam esses sítios com os seus filhos, sem nunca se terem lembrado de chamar a polícia para apreender esses artigos...
O problema é ter sido uma feira de livros, na via pública?!...
Penso que é necessário, para uma melhor conceptualização, prestar atenção aos adjectivos que empregamos.
ResponderEliminarAfirmar que Sócrates é salazarista ou afirmar que Sarkozy é fascista não tem grande interesse. E, fundamentalmente, não serve a cidadania.
Os adjectivos não são neutros. E a sua repetição pode criar confusão.
Eu penso que há quem queira criar confusão. Por exemplo, é dito, cada vez mais que os Portugueses, os Franceses, etc. fizeram acto de genocidio nas colónias. O que é errado : Houve escravidão. Mas não houve programação, nem teorização de destruição dum povo.
E ainda menos a utilização do corpo humano como matéria prima. Coisa que fizeram os Nazis !
Quanto à arte :
Para mim :
A arte deve ser independente caso contrário é propaganda !
Não deixa de ser curioso que um país como a França tivesse abafado ( não falo do último Nobel : Le Clezio ) Claude Simon ( Nobel nos anos 80 ).
Porquê ? Quanto a mim, porque sempre defendeu a arte como independente.
A arte não é propaganda.
Podemos gostar ou não. Isso pertence a cada um.
Proibir a arte ou rascunhos de arte é para mim um atraso de vida !
E Viva o Porto !