Referências ou a falta delas
Todos nós temos referências, os nossos Pais, aquele Jogador, aquela Modelo, aquele politico,...até a nossa Polícia Judiciária foi nossa referência porque fomos crescendo com a ideia que eles descobriam os crimes todos.
Sempre que uma dessas nossas referências se mostra aquém das nossas expectativas é um rombo na nossa confiança.
No sábado no "Expresso" e no Domingo na SIC, estiveram em destaque 4 Magistradas, que com a sua coragem e determinação são uma referência na nossa Justiça, mas fiquei surpreendido,pela negativa, por saber que a Drª Cândida Almeida muitas vezes opta por falar pessoalmente com o PGR em vez de lhe telefonar porque,diz ela,desconfia que possa,o seu telefone, estar sob escuta. Para mim isto é gravissimo.
Também fiquei preocupado em relação a uma das "minhas" referências, afinal o tão falado "Furacão", não foi descoberto pela Judiciária, mas sim pelas autoridades Inglesas.
Então,mas os processos de corrupção são,agora, todos descobertos pelos Ingleses?
Dei comigo a pensar que todas as demissões na Judiciária, basta ver a quantidade de ex-inspectores que estão na politica, têm sido desastrosas e que a nossa Justiça está sem rumo.Como é que um País pode ter a sua Democracia a funcionar se as sua Policia de investigação e a sua Justiça não funcionam?
Eu estou mesmo preocupado, penso que já faltou mais para que um ditador ganhe as eleições por falta de comparência da Democracia.
Cãndida almeida 8 injustamente crucificada na comunicação social, mas isso é outra história) iniciou uma nova era na vida da publicidade comunicacional " Não telefone, vá!"
ResponderEliminarUm pais sem referências de gente credível é um país doente a necessitar urgentemente de ser tratado.
ResponderEliminarSerá que isso explica em parte a votação que Salazar teve no programa 'O maior português de sempre'? Acredito que sim.
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ResponderEliminarA eleição de Salazar como o melhor Português de sempre demonstra que os valores sociais vigentes em muitos dos portugueses ...
Num país onde se continua a eleger políticos corruptos, onde se sai do governo directamente para empresas do estado (com ordenados milionários só para ir a reuniões), onde se sai do governo e se vai trabalhar para empresas que tinham relações privilegiadas com os governos onde se fez parte... etc.
Está tudo dito
À cautela já dei com um martelo em cima do telemóvel, não adianta telefonarem-me.
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