A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Atenção
ResponderEliminarVisitas guiadas à única obra socialista de vulto em Porto de Mós: o edifício das antigas piscinas.
A qualquer hora do dia, por qulaquer dos vereadores ou Presidente, não arrisquem ir tomar café à esplanada. elas agarram-vos logo e pumba!!!!!!!!!!!! Visita às paredes exteriores.
Ainda agora lá andava um grupo!
Impressionante!
ResponderEliminarSem dúvida um alerta para situações revoltantes que não são tão invulgares como se pensa...
Ok. Convenceste-me. Nem sempre se deve lamentar um atropelamento...
ResponderEliminarA capa do diário "Libération" de hoje, dia 15, é dedicada "aos sem documentos" que vivem em França. E pede a abrogação da lei que pesa sobre os sem documentos.
ResponderEliminarO referido diário realça a importância do filme de Philippe Lioret "Welcome" que indica a repressão que está a se abater sobre aquelas e aqueles que ajudam os clandestinos. Cinco anos de prisão para quem ajuda ou estende a mão a um sem documentos. Um dealer tem um tratamento bem melhor. Assim, vai o mundo de Sarkosy .
No que diz respeito ao mundo da educação, foi criada a rede sem fronteiras. Muitos professores tornaram-se padrinhos repúblicanos de meninos sem documentos. Estes nascidos em França, desde há anos que não têm qualquer documento porque ou os pais eram clandestinos ou porque o peso da burocracia é enorme.
O apadrinhamento feito junto das câmeras municipais (que o aceitam) não tem qualquer valor jurídico , mas permite mediatizar o caso , salvando a criança ou o adolescente, afim que este não seja expulso para um país que não conhece, nem separado dos pais ou irmãos.
Entretanto, 89 deputados da maioria de Sarkosy, essencialmente democratas cristãos, puseram há dias a reforma fiscal de Sarkosy em causa, afirmando que os salários anuais superiores a 300 000 euros devem contribuir mais largamente para o financiamento das reformas, segurança social, etc.
Os professores universitários continuam em greve, começando a radicalizar as suas acções. Ocupações de linhas ferroviárias., etc.
Esta prevista para dia 19 uma greve geral inter profissional cujo desfecho é uma incógnita para os analistas.
Lembremos que a Greve Geral da Guadalupe, 40 dias, que obteve satisfação ( 200 euros de aumento para os salários mais pobres ) está presente em muitas mentes.
Após esta grande missiva, o grande hic é que não tenho nenhum partido nem programa a vos propor.
A não ser aquele do anti-racismo. Isso, o racismo nunca entenderei.
Mas acho que dei mais informações que a Agence France Presse . Lol !
E Viva o Porto !