Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
http://dererummundi.blogspot.com/2009/03/quem-devemos-confiar-as-criancas.html
ResponderEliminaré das primeiras vezes que vejo alguém dizer num órgão de comunicação social que as Novas Oportunidades são uma farsa. E são vende-se a ilusão de que três meses numa escola equivalem a três anos de escola . No final não ficam com um diploma só ficam com um papel que não vale um cêntimo furado! Uma boa ideia totalmente adulterada por um Governo socialista . Também com um Primeiro Ministro que tirou um Curso no Verão e fez Exame ao Domingo o que se esperava?
ResponderEliminarEU já postei algures aqui no Vila Forte que estes cursos de formação são na sua maioria ineficazes não servindo rigorosamente para nada anão ser para baixar de forma fraudulenta o desemprego.
EliminarTambém disse na altura que há verdadeiros profissionaisde cursos de formação profissional. Já tiaram quase todos.
E mais, alguns deles depois de receberem os computadores nunca mais aparecem nos cursos.
Um Pc que custava há dois anos 400 euros, igualzinho é hoje oferecido aos formandos de borla só com a obrigatoriedade de recarregarem a placa.
Há neste momentos famílias a venderem computadoresa metade do preço ásocapa porque entraram para aquela casa dois e três pcs de borla.
È assim Dra muitos dos formandos nem os certificados se dão ao trabalho de levantar.
Só queriam mesmo era o computador.
Em nome da igualdade, da democracia ( ou falta dela),dos valores de uma União Europeia que sabe resolver tudo menosencontrar as soluções para a tremenda crise internacional que se vive, em nome de oferecer habilitações literárias que á senhora e a mim e a tantos outros nos custaram o queimar das nossas pestanas em madrugadas de estudo e muito diheiro aos nossos pais que na maioria das vezes fizeram sacríficios para nos manterem a estudar.
Hoje é fácil dois meses no máximo três e apesar de não saberem quase redigir uma carta são cursados e têm um computador que mal sabem utilizar.
Sinais dos Tempos Dra, Sinais dos Tempos.
os primeiros interessados em denunciar esta situação deveriam ser em primeiro lugar as vítimas desta fraude gigantesca que começou com a melhor das intenções ; qualificar ou/e trazer de novo à escola quem de lá saiu sem certificação ou qualificação profissional. Mas à pala dos dinheiritos Europeus lá fomos cantando e rindo à procura de um qualquer canudo a pataco ou formação sobre a engorda da minhoca. Esquecemo-nos , ou esquecem-se que as empresas e o Estado faz depois as uas próprias regras para recrutar os seus empregados: fazem as suas próprias provas, alinham entrevistas, elaboram provas de acesso e prpoem uma avaliação cerrada sobre quem contratam. Papeis com carimbos desta ou daquel institutição ou centro de formação servirão apenas para enfeitar qualquer pasta de arquivo. Quem sabe, escreve, interpreta, articula, analisa, avalia, cria e á capaz de inovar terá sempre maiores possibilidades de ... ser activamente feliz. E isso não se faz em três meses , nem em seis, leva muitos anos de trabalho no duro, fora da Escola ou na Escola. Estamos a criar uam geraçao de mandriões que pensam que a vida é uma brincadeira permanente. e isso começa anotar-se desde idades bem tenrinhas. É preocupante!!
ResponderEliminarAna Narciso, concordo consigo em parte. O que escrevo vem em seguimento do que escrevi nos comentários que fiz ao texto sobre a autonomia das escolas.
EliminarConcordo consigo porque penso que são aqueles que maior cultura têm que melhor se poderão adaptar a transformações e adaptações futuras.
Concordo consigo : Hoje o saber é muitas vezes desprezado. Ensinar a filosofia, por exemplo, em muitos liceus dos subúrbios franceses , nos liceus "zep", cuja definição está no comentário que fiz ao artigo do Paulo Sousa, é símbolo de risota geral.
Mas eu pergunto-me até que ponto é dado aos alunos os metodos de aprendizagem. E se não há uma vontade política de se deixarem muitos na ignorância.
Acabei de terminar um trabalho com um grupo de alunos sobre o tema da morte nas religiões monoteistas. Eles falavam de rito. O rito. Perguntei-lhes qual era a diferença entre rito e culto ? Pois bem como não sabiam precipitaram-se sobre a wikipédia. Passaram tempo, esquecendo que lhes bastava consultar a enciclopédia "universalis" para encontrarem uma definição crédivel. Os volumes estavam na biblioteca em frente do seu nariz.
E, fazendo, se me permite a transição, é por isso que só em parte estou de acordo consigo.
Creio que o exemplo que citei mostrou que os alunos ( nem todos ) estão formatados. Como é que as vítimas, tal como o escreve, podem reagir se não têm ustensílios para o fazer ?
Repare que eu concordo consigo são vítimas !
E Viva o Porto !
falar a verdade... hoje em dia merece coragem.
ResponderEliminarAgradeço os vossos comentários sobre este assunto, Todos trazem mais um ponto a este problema. . Continuo convicta de que é uma boa ideia ,mas que descambou numa péssima aplicação " no terreno" (como é hábito dizer-se) só para garantirmos mais uns tostões da Europa e reduzir o número de desempregados ... pelo menos estão ocupados na escola e não engrossam as filas nso Centros de desemprego. Na grande maioria saõ uma fraude e uma farsa. Basta ouvirem os professores que acompanham estes alunos (?)
ResponderEliminar