Gostei de ler isto
"Nos termos da Lei Orgânica 3/2006, conhecida como Lei da Paridade, as listas candidatas a estas três eleições devem incluir, no mínimo, um terço de mulheres (33,3 por cento dos candidatos).
.... O problema é que, se o partido não cumprir as quotas definidas, perde uma subvenção estatal de cerca de 870 mil euros, mas, mais importante ainda, na perspectiva do líder distrital, «corre o risco de ser penalizado pelo eleitorado». «Isso pode originar uma censura dos eleitores ao PSD por não ter conseguido dinamizar a participação das mulheres nas suas listas»
Por cá , como vai ser?
Arranja-se uma nova forma de "prostituição", mulheres a "darem" o nome a troco de chorudas recompensas para que os partidos não percam as tão desejadas subvenções e ainda fiquem bem vistos pelas populações.
ResponderEliminarSó pode ser homem a afirmar uma barabaridade destas.Pois terá de lhe dar o " troco". Elas vão andar por aí!!
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