"Não se resolve o problema da sida com a distribuição de preservativos. Pelo contrário, o seu uso agrava o problema."

O Papa ou o preservativo?


 


É tempo da Igreja mudar de opinião sobre esta matéria, por respeito pelas  pessoas que morrem vitimas desta doença(SIDA) e para ser respeitada.

Comentários

  1. Hoje entra a Primavera.21/03/2009 é um número cabalistico cheio de energia em que devemos celebrar o Sol, esse energia fantástica que permite a Vida. Como tal recuso-me a entrar ns tricas laricas de uso ou não uso de preservativo.
    Sei que o Vila Forte, um blog de que particularmente gosto, se dedica mais a temas politicos, mas desta vez apetece-me infrigir a regra.
    Chegou o tempo de semear e semente é Vida, semente é Amor, porque a Terra a recebe com a Amor e a germina.
    Hoje é dia de celebrar o Amor e a Vida.
    E que tal esta veia romântica.
    Deixemos lá o Papa na sua santa paz.

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  2. Ás vezes fico sem saber se devo rir ou se é melhor chorar.O ser humano é dotado de um cortex cerebral que lhe permite pensar, analisar,tomar decisões...Posto isto dou graças a Deus porque o papa tem liberdade para dizer o que pensa e eu sou livre para não aceitar aquilo que ele diz.Desde quando é que eu, como católico, preciso da "autorização" do papa para orientar a minha vida sexual??? Se a SIDA aumenta por não se usar preservativo não culpem a igreja. A culpa é única e exclusivamente de quem não se protege...quanto ao papa deixem-no falar.Não dêm ás suas palavras a importancia que elas não têm...

    Se fosse no tempo da Santa Inquisição eu estava feito...não escapava á fogueira sagrada na praça pública...

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  3. A posição da Igreja sobre o uso do preservativo, à luz do que consideramos ser o pensamento actual, é retrograda, desactualizada e indutora a que muitos mais seres humanos sejam infectados com o HIV e por isso venham a morrer prematuramente.
    Não estou a par dos detalhes teológicos que sustentam esta posição, mas interpreto como estando em defesa do que chamam o respeito pela vida. Nas entrelinhas defendem o sexo apenas para fins reprodutivos e a abstinência sexual como a forma mais asseada de combate a SIDA.
    Claro que, também, perante esta posição muitos cidadãos não reconhecem autoridade moral à Igreja para regular a sua vida sexual.
    Mas a Igreja é uma instituição milenar. Ao longo dos seus 2000 anos de história cometeu imensos erros, muitos excessos e silêncios. Por outras palavras pecou, e peca, por palavras, actos e omissões. Muito lentamente e nem sempre de forma pacífica acabou por, ora liderar ora se adaptar, à evolução dos tempos. Basta ver que demorou 300 anos a dar razão a Galileu. Também num futuro a prazo indefinido, reconhecerá que pecou por omissão aquando do holocausto e alguns séculos depois reconhecerá que errou sobre o uso do preservativo.
    A sua postura é, como sempre, semi-autista, pois pretende que a sociedade se adapte à doutrina da Igreja, quando ela própria muito dificimente se adapta às expectativas da sociedade.

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  4. Não deixa de ser curioso que o preservativo apareça,cada vez mais , nos discursos oficiais como um meio de contracepção.

    Há métodos contraceptivos muito mais eficazes que o preservativo.

    O preservativo é pouco eficaz e um "pis aller".

    Daí talvez a confusão que se vai generalizando entre os jovens. Daí talvez o número assustador de mães solteiras que estão aparecer por esta Europa fora. Veja-se o caso da Inglaterra. E também em França.

    O preservativo como meio de contracepção pertence ao passado.

    Assim, parece-me arquaico pensar o preservativo como meio de contracepção.

    O preservativo pode ajudar a combater as doenças sexuais transmissíveis. Estas são cada vez mais numerosas. Não é só a sida.

    É, quanto a mim, uma batalha pela dignidade humana, que explicar aos jovens, esquematizando, com a pílula existe fiabilidade contraceptiva. E com o preservativo correm-se menos riscos de apanhar uma doença sexualmente transmíissível.

    Ou seja, a aliança da pílula e do preservativo é um mais indispensável.

    O que me faz andar com a cabeça à roda é que o discurso que acabo de ter mostra que, mesmo no âmbito da sexualidade, existe um fosso enorme entre países do Sul e países do Norte.

    Existe a vontade de fazer acreditar que o preservativo é, no século xx1, um meio de contracepção. Porquê ?

    Como também não acredito que as mulheres indianas sejam estúpidas ao ponto de engolir a plaquete de pílulas, para uma mês, duma só vez só. E que por iso se passou à esterelização

    Descrebilizar a vida ?

    E Viva o Porto !

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  5. Sem palavras para comentar as palavras do papa ...

    sem palavras mesmo ...

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