Olhando para a Rainha Rania da Jordânia, ainda temos mais motivos para lamentar o uso obrigatório do véu islâmico... Mas de facto a Jordânia é um país especial no Médio Oriente. É um país pobre entre países ricos, com pouca água e sem petróleo. Ontem numa entrevista ao Público dada por email, o Rei Abdullah II, disse o seguinte: "Não vejo uma alternativa a ser optimista, determinado e activo ao tentar resolver os problemas da região. Sei que há pessoas que dizem que é inútil fazer seja o que for, porque as coisas nunca mudarão... não há esperança. Mas, se ficarmos sentados de braços cruzados, as coisas ficarão muito piores. Francamente, não temos o direito ao pessimismo e à inacção; devemos aos nossos jovens fazer tudo o que pudermos para promover a paz e o desenvolvimento na nossa região. É um direito de nascença que eles têm - e também um desejo - o de crescerem e viverem em segurança, terem oportunidades, serem capazes de planear as suas vidas sem se questionarem sobre quando vai eclodir o próximo conflito ou como os vai afectar."
Num tempo de crise, numa região sempre em crise, Abdullah II é um exemplo para todos. A sua atitude, além de exemplar para os que teimam no pessimismo, teimam em não acreditar nos sonhos e é uma também esperança para a estabilização do Médio Oriente.
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caros amigos, Uma vez aqui reunidos nesta esplanada, queria em primeiro lugar agradecer a vossa disponibilidade em participar nesta tertúlia de livres pensadores portomosenses. Foi com estas palavras que começamos o Vila Forte em Outubro de 2006. Passados todos estes dias olhamos para trás e sentimos orgulho pelo que foi este blog e estamos certos que teremos saudades do projecto que hoje termina com este post. Foi um prazer estar convosco neste esplanada. Obrigado a todos. Até sempre
Olhando para a Rainha Rania da Jordânia, ainda temos mais motivos para lamentar o uso obrigatório do véu islâmico...
ResponderEliminarMas de facto a Jordânia é um país especial no Médio Oriente. É um país pobre entre países ricos, com pouca água e sem petróleo.
Ontem numa entrevista ao Público dada por email, o Rei Abdullah II, disse o seguinte:
"Não vejo uma alternativa a ser optimista, determinado e activo ao tentar resolver os problemas da região. Sei que há pessoas que dizem que é inútil fazer seja o que for, porque as coisas nunca mudarão... não há esperança. Mas, se ficarmos sentados de braços cruzados, as coisas ficarão muito piores. Francamente, não temos o direito ao pessimismo e à inacção; devemos aos nossos jovens fazer tudo o que pudermos para promover a paz e o desenvolvimento na nossa região. É um direito de nascença que eles têm - e também um desejo - o de crescerem e viverem em segurança, terem oportunidades, serem capazes de planear as suas vidas sem se questionarem sobre quando vai eclodir o próximo conflito ou como os vai afectar."
Num tempo de crise, numa região sempre em crise, Abdullah II é um exemplo para todos. A sua atitude, além de exemplar para os que teimam no pessimismo, teimam em não acreditar nos sonhos e é uma também esperança para a estabilização do Médio Oriente.
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