Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caro Pedro Oliveira
ResponderEliminarFeliz Pascoca. Esta foi brindada com uma Amendoa de LUZ...eheheeh. Ops..
Boa Páscoa!!
ResponderEliminarAntes de mais ! Nunca é tarde para desejar : Feliz Páscoa a todas e todos que produzem e consultam este excelente blog. Crentes ou não.
ResponderEliminarMuito bem escolhido este post, quanto a mim.
O filme de Mel Gibson que teve um grande sucesso deve ser posto em comparação com o filme de Scorsese, "A ùltima tentação do Cristo".
O filme de Gibson teve o apoio do Vaticano . E também de Réné Girard, filósofo que, salvo erro, neste espaço, já citei.
Houve quem o julgasse antissémita.
O filme de Sorsese provoca, em 1998, um atentado de integristas católicos, contra um cinema no Boulevard Saint Michel. Houve 13 feridos entre os quais 4 graves. Um destes viria a morrer.
Quando escrevo em cima que deve haver comparação, entre as duas obras, é porque penso o seguinte :
Gibson apresenta a imagem de homens e de um Deus.
Já Scorsese apresenta um Deus que é homem.
Esta comparação é muito interessante. Não será a que se vive entre a doutrina do Vaticano e a Teologia da Libertação ?
De qualquer modo, independentemente da opinião de cada uma ou cada um : O que é certo é que o cristianismo abre algo de novo na história da humanidade. O cristianismo, defendendo que se deve dar a cara, para uma segunda bofetada, destrói a lei do Taliâo ( olho por olho, dente por dente). Ou seja, destroi simbolicamente o desejo de vingança. Melhor desarma o inimigo, retirando-lhe qualquer possibilidade de resposta.
É claro que o Marxismo tem raízes no Cristianismo. Só não vê similitudes entre uma sociadade sem classes e o paraíso quem não quer.
Existe um grande livro dum grande autor Canadiano. Já foi publicado há tempos (década 80 ). Mas acho que ainda continua válido : Northrop Frye " The Great Code, The Bible and Litterature". Dá, quanto mim, para ajudar entender a estruturação dos escritos e, logo, dos pensamentos que realizamos.
E Viva o Porto !