Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Esteve bem.
ResponderEliminarAcho que os portugueses, pouco a pouco, entenderão que em breve poderão escolher entre a arrogância e a seriedade.
Da acordo com o caderninho da catequese do meu tempo o oposto à arrogância era a humildade.
Não precisamos de um PM humilde, mas apenas de alguém sério e honesto à frente do país.
A oportunidade vem a caminho.
É isso e a campanha de desinformação que se faz. Aliás, porque somos todos amigos lá do supermercado do Bairro. Por favor...
EliminarA arrogância está no tom e nas palavras que são dirigidas do entrevistador para o entrevistado.
Eu gostava de ter visto a Nelinha, entrevistada pela Judite de Sousa e José Alberto de Carvalho, da maneira acintosa como o foi José Sócrates.
ResponderEliminarAí, sim, veríamos a grande diferença!
Agora com Mário Crespo, um grande entrevistador, que deixa -e muito bem- brilhar o seu entrevistado- as coisas ficam bem mais fáceis, embora a senhora, coitada, seja falha de ideias e de visão do porvir.
Também, quem como ela hipotecou o futuro do país, enquanto ministra da Educação e das Finanças de (des)governos PSD, por nada de útil ter feito, pode arrogar-se o direito de criticar a acção do actual PM, esse sim, com obra feita (se bem que muito aquém do que ele próprio desejaria) e ter a petulância de pretender ser credível ao eleitorado?
Do mesmo modo, ao liderar um partido onde anda meio mundo zangado com outro meio e vê a sua próipria liderança partidária ser constantemente posta em causa, que garantias de governação poderá oferecer aos portugueses?!
E quando badalados correlegionários seus, se negam
a comentar a entrevista, afirmando ... que a não viram
...está tudo dito!...