Uma sugestão ao PSD Porto de Mós
Sou um dos que elogia a forma como estão a ser efectuados os "Foruns", são sem dúvida uma mais valia no contacto directo com a realidade das 13 Freguesias e assim, pode o PSD perceber, no terreno, quais os anseios das populações.Se me é permitido, gostaria de sugerir um "forum Cultural". Ou seja, uma reunião com o maior número possivel de agentes culturais do Concelho, para que a Cultura seja uma aposta real em Porto de Mós,num executivo liderado pelo PSD.
Em 2007 escrevi este texto, penso que está,ainda, muito actual,fica a sugestão:
No seguimento de post’s anteriores, hoje falo de outro assunto fundamental para o desenvolvimento das sociedades e da sua diferenciação, que é a CULTURA.
A UE, divulgou recentemente um estudo, demonstrando que o PIB gerado pela cultura é superior ao que é gerado por exemplo pelo Turismo, os eventos culturais de sucesso promovem eles mesmo receitas no Turismo, e assim formar uma “bola de neve” em termos de criação de riqueza.
Temos vários bons exemplos neste país (exemplo Óbidos,Sintra,…), mas também temos maus exemplos, como recentemente a decisão de acabar com a festa da música no CCB.
Quando se fala de competitividade, fala-se de criar valor, diferenciação e inovação.
E o nosso Concelho?
Qual é a política cultural em Porto de Mós?
Quais os incentivos para criação de eventos culturais e sua articulação, com outras actividades de turismo e lazer?
Conheço dois casos de sucesso, um pessoalmente (www.samp.pt) e outro pelos meios de comunicação (www.acert.pt), nestas duas instituições, são criados hábitos de cultura nos jovens, nos pais e na população em geral.
Pegando na ideia do Paulo Sousa(cheque educação) e nas questões da Ana Narciso(mais horas na escola), penso que, seria muito interessante articular a Escola com outras instituições já existentes no concelho (Banda Filarmónica, Grupo Coral, Ranchos Folclóricos, Escolas de dança,etc,..), trazer essa “gente” para a “rua” e habituar a população a assistir a esses eventos e promover o gosto pela cultura.
Quem deve dar o “ponta-pé” de saída? Em minha opinião, o pelouro da cultura da Câmara. Esse poderia ser um caminho para nos tornarmos mais competitivos, e mais conhecidos pelos bons motivos e não apenas pelas tragédias.
Fica o desafio!
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