Mas existe do outro lado do Atlântico uma real reflexão quanto ao dia a dia.
Pois : Brasileiro é muito mais que preconceito !
Não creio que os blogs sejam o fim do jornalismo.
Veja-se, por exemplo, o caso do diário Francês, "Libération" que anuncia os seus próprios blogs.
Os blogs, quanto a mim, mas posso estar enganado, são uma contribuição para uma melhor apreensão do mundo. Podem haver informações tratadas diferentemente que aquelas que são fornecidas pelas agências noticiosas oficiais.
Sabemos que a capacidade de leitura duma pessoa, perante o ecrã, ronda os 15/ 20 minutos.
E aí qualquer coisa começa a funcionar mal. Se eu quero ler , atentamente, vou ter que imprimir .
Quem tem dinheiro para comprar um tinteiro para a sua impressora regularmente ?
Podemos pensar, e aí talvez esteja uma das forças teóricas do neo-liberalismo, que todos podem ler os blogs ou os jornais on-line.
Certo. Só que não é igual ler um texto no ecrã e lê-lo em papel.
A grande força do neo liberalismo consiste em nos dar a crer que somos iguais perante a possibilidade de escolha.
Esta teoria levou a que muitos jornais só existam em linha . Para os ler vou imprimir. Nem que sejam os artigos que escolhi.
Fica-se a pagar , dando-se a acreditar que se é livre.
Mas a electricidade, a impressora , o papel, o tinteiro da impressora, etc são a pagar.
Finalmente acaba-se por pagar uma enorme quantia.
Que fazer então ?
Não se compram jornais e os blogs leem-se de raspão sem reflexão ?
Sempre que há algo novo, vaticinamos o fim para o que existia, a história provou que continuamos a co-existir com as manifestações mais tra dicionais e as mais modernas. Os cinemas, os teatros, os livros, os postais e tudo aquilo que veio a seguir. Transformaram-se , mas não acabaram.
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caros amigos, Uma vez aqui reunidos nesta esplanada, queria em primeiro lugar agradecer a vossa disponibilidade em participar nesta tertúlia de livres pensadores portomosenses. Foi com estas palavras que começamos o Vila Forte em Outubro de 2006. Passados todos estes dias olhamos para trás e sentimos orgulho pelo que foi este blog e estamos certos que teremos saudades do projecto que hoje termina com este post. Foi um prazer estar convosco neste esplanada. Obrigado a todos. Até sempre
É efectivamente um grande texto.
ResponderEliminarMas existe do outro lado do Atlântico uma real reflexão quanto ao dia a dia.
Pois : Brasileiro é muito mais que preconceito !
Não creio que os blogs sejam o fim do jornalismo.
Veja-se, por exemplo, o caso do diário Francês, "Libération" que anuncia os seus próprios blogs.
Os blogs, quanto a mim, mas posso estar enganado, são uma contribuição para uma melhor apreensão do mundo. Podem haver informações tratadas diferentemente que aquelas que são fornecidas pelas agências noticiosas oficiais.
Sabemos que a capacidade de leitura duma pessoa, perante o ecrã, ronda os 15/ 20 minutos.
E aí qualquer coisa começa a funcionar mal. Se eu quero ler , atentamente, vou ter que imprimir .
Quem tem dinheiro para comprar um tinteiro para a sua impressora regularmente ?
Podemos pensar, e aí talvez esteja uma das forças teóricas do neo-liberalismo, que todos podem ler os blogs ou os jornais on-line.
Certo. Só que não é igual ler um texto no ecrã e lê-lo em papel.
A grande força do neo liberalismo consiste em nos dar a crer que somos iguais perante a possibilidade de escolha.
Esta teoria levou a que muitos jornais só existam em linha . Para os ler vou imprimir. Nem que sejam os artigos que escolhi.
Fica-se a pagar , dando-se a acreditar que se é livre.
Mas a electricidade, a impressora , o papel, o tinteiro da impressora, etc são a pagar.
Finalmente acaba-se por pagar uma enorme quantia.
Que fazer então ?
Não se compram jornais e os blogs leem-se de raspão sem reflexão ?
Fica a pergunta.
E Viva o Porto !
Sempre que há algo novo, vaticinamos o fim para o que existia, a história provou que continuamos a co-existir com as manifestações mais tra dicionais e as mais modernas. Os cinemas, os teatros, os livros, os postais e tudo aquilo que veio a seguir. Transformaram-se , mas não acabaram.
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