Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Quando coloquei o vídeo estava sem tempo para escrever e vou aproveitar, um intervalo de uma formação interna, para dizer que hoje no dia da criança e estando envolvido directamente no dia a dia de uma escola, o que mais me preocupa é o futuro dos nossos filhos e o direito que ele têm a uma educação de nível superior.Não é possivel que um sistema de ensino que premeia o laxismo e os piores que possa contribuir para um Portugal melhor.Um aluno falta sistematicamente, não por doença,mas sim por desleixo e cumplicidade dos pais, é-lhe feito um teste de reabilitação, o nome não é bem este,caso chumbe, e depois de uns relatórios feitos pelo professor, novo teste novo chumbo, o que faz o Professor e depois de os pais não aparecerem e estarem-se a borrifar?
ResponderEliminarInfelizmente os professores não têm outra forma que não seja ou não marcar faltas, evita chatisses, ou fazer os testes tão faceis que é impossivel chumbar, pois para cumulo também são avaliados por estas questões.
Saiu-me uma sugestão de penalizar Pais com multas ou trabalho civico voluntários como existe em outros Países,condenação social pelos outros,há vontade em Portugal para mudar, ou vamos olhando e rindo para as estatisiticas das novas oportunidaddes a abandono escolar,como se fossemos os melhores da UE?
Na última reunião de Conselho Geral de escola, perguntei ao vereador da educação da MG, que tipo de cidadãos queria a Autarquia?
Pergunta cuja resposta andou por um cumprimos as directrizes do ministério e pouco mais.Uma Professora pegou na minha pergunta novamente e reformolou-a, então para que serve o conselho de educação do municipio, mais umas quantas"rotundas" e nada de concreto, falham as ligações câmara, escolas;câmara, escolas e instituições de solidariedade social,falha tudo ou quase reconheceu. Até os cursos alternativos não têm em conta as necessiades da sociedade em que estão inseridas as escolas.
O Problema é que existem mais 307 concelhos em que a postura é a mesma, a paixão pela educação não passa de uma treta.
Pergunto,uma sociedade que não sabe o que quer que os cidadãos sejam, que tipo de sucesso pode ter?
Pedro Oliveira, caso este comentário não se enquadre dentro do assunto é favor suprimi-lo.
ResponderEliminarAcho que já deixei no blog do Mr Cosmos as directivas da ocde , relativas ao ensino. É só consultar.
E estas não são inocentes quanto ao futuro.
Em paralelo e sempre dentro do assunto : Existe uma espécie de pirilimpipi complexo em Portugal !
Dos antigos países colonizadores ( França e Portugal são bem parecidos ) acho que só Portugal tem tendência em pensar que só o que leva a cursos superiores é digno.
Acho que aí ainda se diz sr doutor ( que perda de tempo ! ) .
Temos dois filhos !
Não estamos tão obsecados quanto a se irão tirar cursos superiores ou não .
O importante é optar pela boa formação e, sobretudo, pelo gosto. Aí a orientação escolar, sem preconceitos, deve ter o seu papel.
É me muito difícil resumir tudo.
Resumindo, pois : Dissertei sobre este assunto durante sete horas : " Quem é melhor : Um bom futebolista ou um mau médico ? "
E Viva o Porto !