Autárquicas – Balanço
A pouco mais de 4 meses das eleições autárquicas, vale a pena fazer um balanço final deste Executivo e analisar o que poderá acontecer em Outubro.
No dia da tomada de posse, das minhas funções na Assembleia Municipal, disse esperar que passados 4 anos se vivesse melhor em Porto de Mós. Para 1º balanço, devemos colocar esta questão. Na resposta estará 80% do balanço ao Executivo.
De forma mais detalhada, este mandato é profundamente negativo mas não surpreende. Este mandato caracteriza-se por vários equívocos que resultam de uma equipa muito homogénea mas fraca. A excepção a esta homogeneidade é mesmo o responsável pelas finanças do município, que apesar de tudo, impôs um travão ao resto da equipa, naquilo que poderia ter sido um desvario financeiro completo.
De qualquer forma, o que se passou nas Finanças do Município é que o passivo aumentou substancialmente. Quando se contratam empréstimos a pagar em 20 anos, para adquirir terrenos que serão vendidos no curto prazo, facilmente se percebe que teremos problemas no futuro.
O actual Presidente da Câmara, segundo os jornais, aceitou recandidatar-se depois de ter garantido o financiamento de diversas obras através do QREN. Esta justificação serve, para explicar tudo o que não se fez neste mandato. Não se percebe qual a motivação da primeira candidatura sem Quadros Comunitários de Apoio!
Mas o que foi feito em 4 anos?
- O Saneamento Básico melhorou no Concelho?
- O Tecido Empresarial melhorou no Concelho?
- A Educação melhorou no Concelho?
- A Acção Social melhorou no Concelho?
- A Oferta Cultural melhorou no Concelho?
- A Notoriedade de Porto de Mós melhorou?
- A relação com as Juntas de Freguesia melhorou no Concelho?
Não, não me estou a referir a pequenas obras ou melhorias pontuais, claro que houve melhorias, não fosse o Orçamento da Câmara superior a 20 milhões de euros por ano.
A questão é, o que é que melhorou significativamente nestas ou noutras áreas, no Concelho de Porto de Mós? Em que é que nos destacámos? No que é que somos muito bons agora e não éramos antes?
Estas são algumas das questões que devemos fazer no balanço deste mandato e é pelas respostas negativas, que faço um balanço bastante negativo destes 4 anos.
Amanhã deixarei aqui uma análise ao que deverá acontecer nas próximas autárquicas.
Boa tarde, um derrame ocular tem-me impedido de ir ao PC,indicação médica que se mantém, espero que ele não leia o Vila Forte..., venho só dizer que não desapareci.Final semana penso que tudo ok.abraço
ResponderEliminarSou dos que acredito, que a estratégia está a ser montada tendo em vista os supremos interesses do Concelho, por parte do PSD, até final do Mês teremos candidato.É preciso calma nas hostes.
Depois de ler este post fiquei na verdade com um enorme vazio dentro de mim.
ResponderEliminarHá anos que se diz sempre por alturas das eleições o que se não fez.
Eu pergunto e o que se pensa fazer?
Será muito mais interessante delinear um plano, de forma a poder colocar este concelho na rota do desenvolvimento sócio económico,no desenvolvimento turistico e cultural.
Temos potencialidades, usufruímos de uma posição estratégica a nível dos grandes centros urbanos e porque razão nos encontramos nesta letargia e o pior, parece que as únicas energias que conseguimos encontrar é para dizermos o que não foi feito.
O que não foi feito já todos conhecemos.
Então vamos fazer acontecer as coisas, convergir sinergias, deixar de pensar a nível de paróquia , pensar em algo que consiga impedir que este concelho entre de vez em anonimato absoluto.
Todos, mas todos nós, somos responsáveis, independentemente de partidos.
O Concelho é nosso dos homens e mulheres que aqui nasceram ou aqui vivem ,então de uma vez por todas , em vez de nos focarmos nos problemas, encontremos todos juntos as soluções.
Podem estar certos que nunca será Lisboa, nem as direcções nacionais de qualquer partido politico, seja ele qual for, que dará um passo para nos resolver a situação
Teremos que ser nós a resolver, a encontrar as formas de ser capáz, a descobrir os potencias e a rentabilizá-los.
Pensamos pequeno em volta do umbigo de cada um.
Gastamos energias internamente em lutas de protagonismo para cargos que nem esse valor representam.
Em nome dessas lutas, afastamos pessoas válidas, remetemos outras ao silêncio.
È tempo de dizer Basta.
A tarefa é nossa.
Vamos pôr mãos á obra.
Em tempos ouvi uma frase ao Dr Malhó que dizia que mais ou menos isto:
Necessitamos viajar, ou falta-nos viajar, no sentido de abrir horizontes.
Nunca como neste presente momento concordo tanto com essa frase e com a idéia que nela está implicita.
Não nos detamos no que deveria tersi feito e não foi.
Simplesmente vamos propor-nos a fazer.
Juntos sem críticas mas com projectos válidos e credíveis.
Aqui fica a idéia.
Estarei sempre dísponível para tornar Porto de Mós no seu todo desde o Juncal até a Mira de Aire, da Mendiga até ás Pedreiras ,passando obviamentre por Porto de Mós sede do Concelho.
Como responsável de um partido politico assumo a minha quota de responsabilidade mas o que é certo é que o PSD como uma grande força politica no concelho talvez a maior neste momento, parece-me que também não consegue até ao momento
A última parte do comentário deverá ser considerada nula pelo que peço aos autores para a inutilizarem.
ResponderEliminarPeço as minhas desculpas
Pedro
ResponderEliminarCuidado com os olhos. valem muito, muito amsi que qualquer desejo de escrever o que te preocupa...
boas melhoras e descansa para que regresses saudavelmente capaz.
bjs
Dr. Brites Moita, desculpe,mas tenho de agradecer aos meus amigos q me estão a desejar as melhoras,abraço a todos
ResponderEliminarp.s(D) o raio das gotas ardem como o caraças e não posso mesmo abusar, começo logo a lacrimejar.