Exames Nacionais

 


    Esta semana escrevi um comentário  no Região de Leiria sobre os exames nacionais  . Se comparamos os testemunhos de cada um , parece que não vivemos no mesmo país. Acontece que a realidade me dá razão.

 

   O GAVE - Gabinete de Avaliação Educacional é responsável pelos Exames Nacionais, Provas de Aferição ou outras  em todos os ciclos de ensino . Todos os anos as provas trazem erros lapsos ou imprecisões.  Este ano , não é excepção e a lista de  provas de exame de 12º ano com erros não tem fim ; Biologia Geologia,  Física e Química A , História e  chegou a vez da Geografia.

 Continuo sem saber quem são os responsáveis e quais são as consequências.

 


    Numa prova tão decisiva nas vida dos nossos jovens é intolerável que as provas contenham erros / lapso ou imprecisões. Por uma razão muito simples ; quem está a prestar provas   assume que os dados estão correctos e trabalham arduamente sobre premissas erradas. É absolutamente intolerável que sejam enganados.

    Há práticas normais entre os professores que acautelam situações destas como por exemplo: dar a prova a ler a outros colegas. O que faz esta equipa ? Alguém sabe?

 

Comentários

  1. Acresce a isso o facilitismo, Nuno Crato afirmou que os exames do 9º ano foram escandalosamente faceis e que os do 12º eram muio acessiveis, em que as funções a a trigonometria foram pouco valorizadas.Assim vai a nossa educação.

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  2. Trop facile, muy fácil. É assim que reagem os responsáveis pelas Sociedades de Matemática de França e Espanha a quem o Expresso pediu um parecer sobre a prova do 9.º ano.
    Já não é só o Doutor Nuno Crato .... já ultrapassou fronteiras, mas nós é que não percebemos nada disto....

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  3. Não sei não, mas convinha ler bem o texto do artigo referido, onde se diz que em Espanha é igual. Porque há-de ser mal? Leiam:

    "O tema é importante e complexo em Espanha, onde também estamos a discutir ideias e a procurar soluções para melhorar a situação", diz Raquel Mallavibarrena , presidente da Comissão de Educação da Real Sociedade de Matemática Espanhola.
    Relativamente ao exame do 9.º ano, a especialista considera que o grau de dificuldade é equivalente ao das provas apresentadas aos alunos espanhóis da mesma idade.

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