Algo verdadeiramente ... deprimente


Como já aqui foi falado, existe algo que une todos os portugueses, novos e velhos, da esquerda à direita, do norte a sul e ilhas. Não me refiro ao Benfica, nem às Touradas em Porto de Mós, refiro-me sim ao gosto de dizer mal de nós próprios. Não há tuga que resista a twitar algo de vergonhoso para o país.


Mas eis que surge algo de verdadeiramente deprimente.


De acordo com um estudo que avalia e compara a viabilidade dos países, Portugal encontra-se no 24º lugar no ranking dos estados mais viáveis do mundo, estando agora à frente de muitos países desenvolvidos, como os EUA, França, Alemanha, Espanha e Reino Unido.


Entre os pontos positivos são apontados os factos de não ter conflitos étnicos ou religiosos, de oferecer um vasto leque de serviços aos cidadãos, assim como respeitar os direitos humanos e de existir uma legitimidade reconhecida das forças da ordem. Não fosse a má performance da economia, as desigualdades sociais e a baixa taxa de natalidade, e estaríamos bem melhor.


Claro que temos de ver isto analisado na perspectiva económica, na questão das desigualdades sociais assim como na fraca concretização de golos da equipa das quinas.


Ver mais aqui.

Comentários

  1. Zé da Burra o Alentejano11 de novembro de 2009 às 07:15

    A baixa natalidade acontece nos países desenvolvidos e não é problema. Luxemburgo, França, Alemanha, têm-na há dezenas de anos e têm sobrevivido, pelo contrário, é nos países com a população mais jovem (países africanos em geral) que a miséria é maior. Há países cuja população é quase exclusivamente composta por imigrantes e seus descendentes: EUA, Canadá, Austrália,...
    A eventual falta de mão de obra (qualificada ou não) pode ser e é facilmente suprida com a aceitação de imigrantes. Portugal sabe-o muito bem. Já temos mais de 1 milhão deles! Se quisermos poderão vir ainda mais e não faltarão candidatos. Não há risco de falta de população e muito menos de mão de obra, pois todos sabemos que há países com excesso de população e outros sem trabalho para a sua.
    Muitos dos portugueses estão neste momento a abandonar o seu país por falta de perspectivas de futuro mas imigrantes virão de fora substituí-los.

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