A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Se trocarmos 'ministério' por 'eleitorado', 'pergunta' por 'freguesia', 'professores' por 'portugueses' e 'alunos' por 'PS's' e seria uma óptima frase de resposta da ministra aos próximos actos eleitorais.
ResponderEliminarFoi uma campanha negra da oposição, que andou a influenciar os estudantes através da comunicação social para um falso facilitismo no ensino em Portugal.
ResponderEliminarSe lhe passar pela cabeça ela ainda vai dizer que a culpa é minha...
ResponderEliminarEste estudo é da União Europeia, não é do Governo Português , vem no Diário Digital. Afinal não somos assim tão maus. E ainda há professores a reformarem-se ao 50 e poucos anos com reformas chorudas , quando o comum dos Portugueses só aos 65 e reformas de miséria, e alguns que ganham abaixo do ordenado mínimo bem perto de nós e está tudo bem. Só os professores porque tem poder reivindicativo é que toda a gente fala na avaliação.
ResponderEliminar"Professores em fim de carreira são os mais bem pagos da UE
Os professores portugueses em final da carreira são os mais bem pagos da União Europeia atendendo ao nível de vida do país, revela um relatório divulgado hoje pela Comissão Europeia em Bruxelas.
A edição 2009 dos Dados Essenciais da Educação na Europa apoia-se na análise de 121 indicadores para dar uma imagem do conjunto das tendências mais recentes (a maior parte dos dados utilizados são de 2006/2007) em matéria de organização e de funcionamento dos sistemas de ensino de 31 países europeus (27 da União Europeia mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.
Se o salário bruto de um professor português no início da sua carreira é de 97,3 por cento do PIB per capita (indicador do nível de vida de um país), essa percentagem aumenta para 282,5 por cento no final dos seus anos de trabalho, de longe o valor mais elevado dos países analisados.
Para os professores alemães, o país com maior percentagem depois de Portugal, recebem entre 108,9 (início de carreira) e 209,1 (fim de carreira) por cento do PIB per capita, enquanto em Espanha as percentagens são 115,2 e 187,6, respectivamente.
O relatório também sublinha o facto de Portugal (juntamente com a Espanha, França, Grécia e Chipre) ser dos poucos países europeus a dar um «estatuto de carreira» com garantia de emprego «para toda a vida».
Ao contrário da maior parte dos países, os professores em Portugal têm uma média de idades baixa, o que, segundo um dos técnicos que apresentou o relatório, irá significar que o país terá menos problemas do que outros na renovação dos quadros, para resolver o problema da partida para a reforma.
O estudo também sublinha que Portugal aumentou significativamente a percentagem de participação na escola dos alunos com quatro anos, de 14,5 por cento em 1979/80 para 80,64 em 2005/06.
Portugal é um dos poucos países europeus - juntamente com Irlanda, Espanha, Luxemburgo - onde se estima que a população de alunos na primária (cinco a nove anos) aumenta entre 2000 e 2010.
Em termos gerais, para toda a Europa, a Comissão Europeia considera positiva a tendência de aumento da participação dos alunos de quatro anos no ensino pré-primário, o aumento significativo do número de estudantes no ensino superior e o aumento do per íodo de escolaridade."