Estado da Nação

Hoje a encerrar a sessão legislativa e o mandato da Assembleia da Republica, como é tradição, discute-se o ESTADO DA NAÇÃO.


 

Deixe aqui a sua opinião sobre o Estado da Nação.

 

Que tal este ano ninguém ir de férias, face ao Estado da Nação? Alguém estaria disponível para isso?


 


Em mais uma iniciativa do Público, pode acompanhar e comentar em directo, aqui

Comentários

  1. Um dos asuntos será o alargamneto da escolaridade obrigatória dos , dos cinco anos até aos 18, ou segundo outras forças políticas dos 3 aos 18.
    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389410&idCanal=58

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  2. Ana Bettencourt recentemente eleita pra presidir ao Conselho Nacional de Educação disse que o abandono escolra ainda é um problema em Portugalhttp://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389535&idCanal=58

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  3. Hoje na AR vai discutir-se o estado da Nação, o Governo vai dizer que a crise acabou e que estes 4,5 anos foram maravilhosos e não foram mais por causa do Sr. Madoff. A oposição vai tentar desmascarar esta propaganda sistemática de um (des)Governo que prometeu muito e que todos os dias coloca em stanby mais um daqueles magníficos investimentos ou reformas que iriam fazer de nós uma Finlândia.
    Portugal é hoje um País que está pior do que estava em 2005, é um País em que a justiça está descredibilizada, em que o combate corrupção não é prioridade. É um País em que a escola entrou no caminho do facilitismo escandaloso (Prof. Nuno Crato), em que não há respeito pelos Professores e em que o Estado faz questão de desprestigiar a classe. É um País em que as escolas só podem ter ou quadros interactivos ou aquecimento, mas todos têm de ter o "Magalhães".É um País onde a saúde entra em ebulição devido a fecho de serviços e de repente, fica tudo na mesma. É um País em que a prioridade é chegar mais rápido 10 minutos ao Porto e tem a sua rede ferroviária a cair aos "bocados". Podia falar dos números económico/financeiros, do desemprego,…..mas estes são alguns exemplos deste (des)Governo de Sócrates. Faço o mesmo convite do Paulo, que os nossos leitores digam de sua justiça sobre o estado da Nação, nestas ou em outras áreas que não referi.

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  4. nesta altura o défice em 2008 ia nos +-500 Milhões,este ano já vai 4,3 mil milhões, a crise está a acabar....

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  5. O Estado da Nação:
    Nos últimos 4 anos, o nível de vida dos portugueses praticamente estagnou face à média europeia, tendo passado de 74.6% em 2004 para 75.5% em 2008; no mesmo período, o défice externo subiu de 6.1% do PIB para 10.2% e a dívida externa disparou de 64% do PIB para 97.2%, tendo o endividamento das famílias e das empresas subido, entre 2004 e 2008, de 80% para 96% do PIB, e de 116% para 140% do PIB, respectivamente.

    A produtividade do trabalho, apesar de uma evolução marginalmente positiva (67% da média europeia em 2004, 70.6% em 2008), continua bastante aquém do que seria necessário), e o número de desempregados aumentou em mais de 100 mil, atingindo o valor mais elevado em 23 anos.

    O défice público, que atingia 3.4% do PIB em 2004, foi reduzido para 2.6% em 2008 – acima do défice projectado pelo Governo, de 2.2% – à custa da quebra do investimento público (-1 pontos percentuais do PIB) e do aumento da carga fiscal (que passou de 34.9% para 37.5% do PIB), pois os gastos correntes do Estado, excluindo juros da dívida pública, até aumentaram (encontram-se em 40.3% do PIB, contra 39.3% em 2004): uma evolução não sustentável. Acresce que, excluindo receitas extraordinárias (não repetíveis), resultantes do alargamento do prazo de concessão das barragens já existentes, de novos contratos de concessão para barragens ainda não construída e de concessões no sector rodoviário, que no total ascenderam a EUR 1845 milhões (ou 1.1% do PIB), o défice público de 2008 ter-se-ia situado em 3.7%.

    Assim sendo, face ao que sucedia há 4 anos atrás, Portugal é, hoje, um país que praticamente não convergiu para o rendimento médio europeu, está mais endividado e menos competitivo – uma situação que não se deve à crise internacional que atravessamos (que afecta a economia global), mas sim às debilidades estruturais internas, que tardam em ser combatidas como deviam.


    in http://www.institutosacarneiro.pt/

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  6. Boa tarde Sr. Pedro,

    Disse tudo ... ou quase ... neste pacote de números não estão os causadores de tudo isto ... esses continuam e assim vão continuar a viver em Liberdade e à nossa custa ...

    Portugal ....

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  7. Está a ser um excelente debate...no twitter.

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  8. do twitter:
    JGAndreIMAGEM DO ANO!!! RT @maverick47: LOOOL Manuel Pinho faz uns cornos com os dedos #deb15

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    1. Depois da maizena para uns vêm uns cornos para outros...
      Este ministro precisa de um indicador espetado mais ao lado... (maluco) e de um outro a apontar a RUA.

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    2. Grande abraço caro Eduardo.
      Já anda meia blogosfera à procura das imagens.Este foi o debate mais comentado no twitter, inclusive houve uma "delegação twiteira" na AR.
      Nesta altura Rangel faz discurso de despedida da AR. Está muito bem.
      Vai deixar saudades.

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  9. um dos muito twittes de elogio a Rangel:
    DiogoCMoreiraTenho que retirar o chapéu a esta declaração pessoal de despedida do Paulo Rangel. Muito bem feito e honra a sua dignidade pessoal.

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    1. Santos Silva vem pedir desculpas, em nome do governo. Logo este, que nem julgaria capaz de tal acto de hombridade e de humildade...

      A elegância da despedida de Paulo Rangel contrasta com a arruaça de Manuel Pinho, que não pediu -lui même- qualquer desculpa. Porque, já explicou, está muito cansado por passar noites sem dormir por causa das minas de Aljustrel. Não foi para a RUA mas, pelo menos, já foi descansar.

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  10. os 10 truques nos debates na AR:

    1 - Anúncio de medidas do Governo
    "Quero comunicar ao Parlamento três decisões muito importates"
    2 - Ignorar perguntas e responder com 'palha'
    "O importante é não esquecer que..."
    3 - Exigir à oposição que fale do que anunciou
    "Ah, sobre isso não diz nada? Não acha importante?"
    4 - "Pesada herança" da "direita"
    "Porque é que não fizeram quando estavam no Governo? Não se lembraram?"
    5 - Rotular os adversários
    "O seu partido é um embuste"
    6 - A ausência de alternativas
    "Diga lá qualquer coisinha. Uma ideia que seja, sr. deputado"
    7 - Virar as regras ao contrário
    "Tenho uma pergunta para si e o sr. deputado tem de responder"
    8 - Atirar com estatísticas
    "Acham que qualquer dado que não lhes agrade é manipulação estatística"
    9 - Passar a bola aos ministros
    "Se não se importa, responde a essa pergunta o sr. ministro..."
    10 - O animal feroz
    "Seja sério! O senhor quis foi falar do caso Freeport"

    http://aeiou.expresso.pt/os-10-truques-de-socrates-para-ser-um-animal-feroz-no-parlamento=f523550

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  11. As frases do Debate:

    "O programa do PSD não é apresentado porque o PSD tem vergonha de o apresentar "
    José Sócrates

    "Quem ouviu o discurso do senhor primeiro-ministro só tem um título para lhe dar: Sócrates no país das maravilhas"

    "Se Guterres ficou conhecido como o primeiro-ministro do diálogo, o senhor primeiro-ministro vai ser conhecido como o primeiro-ministro dos anúncios, porque só faz anúncios que não cumpre"
    Paulo Rangel

    "O PSD rasgou o pacto da justiça"

    "O PSD está habituado a rasgar as coisas porque não assumem as responsabilidades"
    Alberto Martins

    "Nesta legislatura, o combate à criminalidade económica e financeira, à corrupção, à promiscuidade e ao compadrio político ou marcou passo ou andou para trás."
    Jerónimo de Sousa

    "Os mais poderosos deste país têm sido os mais perigosos. Se há máfia financeira que pode fazer o que fez é porque este país não fez nada."
    Francisco Louçã

    Modere esse nervosismo porque esse ar descomposto e descontrolado não ajuda nada junto da lavoura.
    Paulo Portas

    Rasgar - Já há alguns dias que o verbo saiu da boca da líder do PSD, mas ontem os socialistas pegaram-lhe na palavra, no sentido literal, e trouxeram-na para a primeira linha do debate parlamentar.
    Primeiro foi Alberto Martins, o líder da bancada do PS : "O PSD rasgou as linhas do TGV, rasgou o pacto de justiça, o acordo de lei eleitoral autárquica. O PSD está habituado a rasgar." E, depois de elencar as medidas sociais e económicas do Governo, assegurou que "o PS não permitirá que rasguem isto". Logo a seguir, José Sócrates voltou a usar o verbo para fazer passar a mensagem da falta de propostas do PSD: "O programa do principal partido da oposição é rasgar." E, no encerramento do debate, o ministro das Finanças Teixeira dos Santos usou e abusou da palavra emblemática de um debate dominado por um gesto: disse pelo menos 34 vezes a palavra para ilustrar o que Manuela Ferreira Leite rasgaria se ganhasse as próximas eleições legislativas. S.R.

    Foi das raras vezes nesta legislatura que uma interpelação à mesa acabou com o presidente da Assembleia quase a cortar a palavra a um deputado. Logo depois de Sócrates ter mostrado o despacho de adjudicação de um troço da nova auto-estrada Lisboa-Porto assinado por Ferreira Leite - que agora contesta a obra -, o líder da bancada do PSD pediu a palavra para uma interpelação à mesa sobre a condução dos trabalhos. Trata-se de uma figura do regimento em que os deputados podem questionar aspectos formais, mas não o conteúdo da discussão. Rangel respondeu a Sócrates, levando Jaime Gama a perguntar pelo propósito da interpelação. "Não está a fazer uma interpelação", disse Gama. "Estou", ripostou Rangel. "Não está", voltou a afirmar Gama, num tom mais duro, acabando por dizer a Rangel que terminasse, o que veio a acontecer segundos depois. S.R.

    Num gesto inédito, Paulo Rangel fez elogios a deputados de outras bancadas, incluindo do PS, no seu último discurso no Parlamento antes de partir para Bruxelas. Entre os socialistas, Rangel destacou "a centelha da independência da Maria de Belém, a sensatez e o bom senso da Ana Catarina Mendes, a inquietação social da Rosário Carneiro, a sensibilidade de Antónia Almeida Santos, o dinamismo optimista do José Junqueiro e a dignidade - que faz dele o melhor de todos os nós - de Marques Júnior". E lembrou também Alberto Martins, líder da bancada do PS,
    a "quem o interesse nacional muito deve"

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  12. Este parágrafo merece destaque, pois infelizmente não estamos habituados as isto:

    "Num gesto inédito, Paulo Rangel fez elogios a deputados de outras bancadas, incluindo do PS, no seu último discurso no Parlamento antes de partir para Bruxelas. Entre os socialistas, Rangel destacou "a centelha da independência da Maria de Belém, a sensatez e o bom senso da Ana Catarina Mendes, a inquietação social da Rosário Carneiro, a sensibilidade de Antónia Almeida Santos, o dinamismo optimista do José Junqueiro e a dignidade - que faz dele o melhor de todos os nós - de Marques Júnior". E lembrou também Alberto Martins, líder da bancada do PS,
    a "quem o interesse nacional muito deve"

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