Gripe A e as eleições
«Passeatas nas ruas mais movimentadas das cidades, beijinhos distribuídos aos transeuntes, comícios com centenas de pessoas. O período das campanhas eleitorais é sempre marcado pelo contacto directo dos candidatos com os cidadãos. E os próximos actos eleitorais (legislativas e autárquicas) não serão muito diferentes. A não ser que a situação epidémica da gripe A (H1N1) evolua para um pico de crise aguda e, tal como prevê o Observatório Nacional de Saúde, sejam infectados 2,5 milhões de portugueses. Refira-se que a campanha eleitoral para as legislativas (27 de Setembro) começa no dia 12 e termina a 25, já no Outono.
O especialista em saúde pública e membro da Direcção-Geral da Saúde, Mário Carreira, não tem conselhos especiais para dar à classe política que vai andar em campanha. Até porque não há certezas sobre a evolução do vírus em Portugal. No entanto, e perante a possibilidade de se assistir a uma epidemia, o médico alerta que o "convívio social aumenta o risco [de contágio]", notando que "as pessoas infectadas não devem estar em contacto com outras pessoas".
Público, hoje
Será esta facto relevante para o desenrolar dos próximos actos eleitorais? Como serão umas eleições autárquicas com os candidatos a evitarem o público? Com os previsíveis avisos para se evitar a exposição ao exterior, o contacto telefónico, os media e a internet poderão ter um papel determinante na campanha. Que impacto isso terá no nosso concelho?
Especulemos.
Todos os engripados em força para a sede do PS!!
ResponderEliminarlol !!
Ouvi hoje na RTP um médico a colocar questões mais operacionais,euros.Quem paga a quem ficar de quarentena?o que acontece ás empresas que forem forçadas a parar?
ResponderEliminarQuem paga aos Pais que têm de estar em casa com os filhos?
Depois há a questão da sensibilzação para os cuidados básicos, não chega passar nos telejornais,até porque à hora que passam ainda há muita gente que não está em casa, deveriam existir spots publicitários nos intervalos das telenovelas e nos restantes programas mais vistos pelos "tugas", na rádio e jornais a mesma coisa.
Quanto ao tema do teu post, há pessoas que estão em desvantagem neste constrangimento....Sócrates, Paulo Portas e João Salgueiro são alguns exemplos.
Portugal é mesmo um máximo. A (gripe) dos porcos está a fazer um enorme jeito a muita gente. Politicamente...
ResponderEliminarBombardeiam a todo o instante nos médias.A medicina diz que não é grave, tem cura fácil e que apartir dos 65-anos é que se torna mais perigoso. Sempre assim foi. Toda a vida me lembro de morrer gente (Velha) com gripes..
Espero que não venha por aí a gripe das Sardinhas que eu quero comer algumas qualquer dia fresquinhas.
Independentemente de eleições, agradecia que me respondam , caso queiram, ao seguinte :
ResponderEliminarComo funcionários do Estado Francês, temos recebidos alertas para nos preparar a dar as aulas à distância, ( aí é tv acho eu ) a partir de Setembro.
Igual em Portugal ?
Colónias de férias estão fechadas com cordão sanitário. Pais não podem ver os filhos.
Não sei se é intoxicação política ou não !
Gostaria é saber se os colegas Portugueses foram, tal como nós, postos em alerta.
Desde já obrigado,
E Viva o Porto !
Por cá existe alguma histeria mas, pelo que sei, ainda não se chegou ao relata.
EliminarMas os media andam estranhos. Há uma guerra em curso no Afeganistão, e ao contrário do que tem acontecido desde há várias décadas, não somos invadidos por informação a cada minuto em todos os órgãos de comunicação social. Será que isso também faz parte do estilo de Obama?
Já estou a desviar o assunto mas a histeria da Gripe dever-se-á ao enfoque dos media.
Caro Paulo Sousa, muitíssimo obrigado pela informação. De facto, estamos um pouco desnorteados. Se activam e chamam colegas durante as férias para trabalhar nos Centros pedagogicos Regionais e no Centro de Ensino à distância para preparar a "rentrée" escolar ( aulas seriam dadas pela tv ) , não se difundido a informação é porque talvez não se queira dramatizar. O que posso compreender. Pôr em quarentena uma colónia de férias posso compreender. Já compreendo menos porque é que os doentes ( crianças e adultos ) não foram tratados com tamiflu mas com paracetamol como para com uma gripe vulgar.
EliminarOu seja, em caso de pandemia a melhor barreira e mobilização parece-me a responsabilização individual.Mas para que esta exista tem que haver uma mensagem clara por parte das autoridades. O que não tem existido aqui, quanto a mim.
A gripe é um fenómeno de massa. Compreendo que se tente saber o mais depressa se ocorre algo de novo. Mas porque não expo-lo ?
Mais uma vez, muito obrigado pela sua gentileza e resposta. Tenho assim uma possibilidade de comparação.
Um Abraço,
E Viva o Porto !
Já tentaram comprar máscaras protectoras para este tipo de virus? Estão esgotadas!!!!!!
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