Eu concordo também. Mas também podemos pensar que o estado não existe ou que não tem dinheiro para pagar a recolha de lixo.
Salvo erro um dos critérios empregues para definir a riqueza dos estados é a existência ou não duma recolha periódica e constante do lixo.
Quando escrevo que o estado não existe é porque poderia obrigar as urbes , quando estas são proprietárias dos caminhos e florestas a pagarem multas por não recolha de lixo.
Os impostos podem também permitir ou contribuir para uma recolha sistemática do lixo.
Por associação de ideias : Tenho um amigo que foi a Portugal e que me conteu que viu mais que frequentemente carros nas auto-estradas a andarem a mais de 180 Kms ( a sua esposa ficou aterrorizada ). É um fenómeno que por aqui desapareceu completamente desde há uns anos. E porquê ? Porque os Franceses são cívicos ? Claro que não ! Foi porque houve uma repressão brutal. Radares e multas altíssimas com confiscação da carta de condução.
Houve também campanhas de informação e sensibilização, mostrando que quanto mais rápido anda um carro mais este polui.
Resultado : Muito menos acidentes de viação. E também menos poluição
Neste mês penso que andamos mais de 3000 Kms nas estradas e auto-estradas Francesas. Muito raramente vi carros a ultrapassarem a velocidade limitada ( 90 e 130 ).
Tenho uma colega que recebeu uma multa de 90 euros em casa e que perdeu 4 pontos por não ter respeitado os 50 km autorizados nas urbes ( total de 10 na carta de condução / 2 anos sem infrações permitem recuperar os pontos perdidos / Quem atingir os 10 é obrigado a tirar de novo a carta ) . O tal radar escondido :-) !
Na altura postei sobre isso, mas lembro aqui de novo o evento de geocaching que foi organizado na Valicova em Junho de 2007. A quantidade de lixo recolhido foi imensa e o que lá ficou foi ainda mais, mas convido todos a ver os registos dos participantes assim como as fotos. http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=40d669fc-dee3-4c63-9186-d9e729205f14
Este local tem recantos fantásticos que o ex-director do parque João Ribeiro, sabia mostrar com mestria. Ja´nessa altura(3 anos) havia evidentes vestígios de degradaçãod o espçao fruto do mau uso dos utilizadores do mesmo. Canos rebentados, grelhadores degradadso, lixo aos montes e sem contentores por perto. Lamentável.
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Caros amigos, Uma vez aqui reunidos nesta esplanada, queria em primeiro lugar agradecer a vossa disponibilidade em participar nesta tertúlia de livres pensadores portomosenses. Foi com estas palavras que começamos o Vila Forte em Outubro de 2006. Passados todos estes dias olhamos para trás e sentimos orgulho pelo que foi este blog e estamos certos que teremos saudades do projecto que hoje termina com este post. Foi um prazer estar convosco neste esplanada. Obrigado a todos. Até sempre
Eu também! Ainda um dia desta semana que passei na Foz do Arelho, dizia isso ao ver a berma dum caminho, dentro da vila, pejado de lixo...
ResponderEliminarNão tenhas a ínima dúvida, Pedro, mas há outros exemplos do quotidiano que revela bem esse baixo nível.
ResponderEliminarO Vilaforte tem prémio lá no CR
Bom fds
ResponderEliminarO que distingue mesmo o nível de educação e cidadania é a bela cuspidela para o chão isso sim ...
Não sei se haverá muitos locais no muido em que se cuspa tanto para o chão como em Portugal ....???
Cumprimentos,
Eu concordo também. Mas também podemos pensar que o estado não existe ou que não tem dinheiro para pagar a recolha de lixo.
ResponderEliminarSalvo erro um dos critérios empregues para definir a riqueza dos estados é a existência ou não duma recolha periódica e constante do lixo.
Quando escrevo que o estado não existe é porque poderia obrigar as urbes , quando estas são proprietárias dos caminhos e florestas a pagarem multas por não recolha de lixo.
Os impostos podem também permitir ou contribuir para uma recolha sistemática do lixo.
Por associação de ideias : Tenho um amigo que foi a Portugal e que me conteu que viu mais que frequentemente carros nas auto-estradas a andarem a mais de 180 Kms ( a sua esposa ficou aterrorizada ). É um fenómeno que por aqui desapareceu completamente desde há uns anos. E porquê ? Porque os Franceses são cívicos ? Claro que não ! Foi porque houve uma repressão brutal. Radares e multas altíssimas com confiscação da carta de condução.
Houve também campanhas de informação e sensibilização, mostrando que quanto mais rápido anda um carro mais este polui.
Resultado : Muito menos acidentes de viação. E também menos poluição
Neste mês penso que andamos mais de 3000 Kms nas estradas e auto-estradas Francesas. Muito raramente vi carros a ultrapassarem a velocidade limitada ( 90 e 130 ).
Tenho uma colega que recebeu uma multa de 90 euros em casa e que perdeu 4 pontos por não ter respeitado os 50 km autorizados nas urbes ( total de 10 na carta de condução / 2 anos sem infrações permitem recuperar os pontos perdidos / Quem atingir os 10 é obrigado a tirar de novo a carta ) . O tal radar escondido :-) !
E Viva o Porto !
Na altura postei sobre isso, mas lembro aqui de novo o evento de geocaching que foi organizado na Valicova em Junho de 2007.
ResponderEliminarA quantidade de lixo recolhido foi imensa e o que lá ficou foi ainda mais, mas convido todos a ver os registos dos participantes assim como as fotos.
http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=40d669fc-dee3-4c63-9186-d9e729205f14
http://img.geocaching.com/cache/log/display/9279bbfa-2bb8-4051-8c3b-6dfc73a731cd.jpg
Este local tem recantos fantásticos que o ex-director do parque João Ribeiro, sabia mostrar com mestria. Ja´nessa altura(3 anos) havia evidentes vestígios de degradaçãod o espçao fruto do mau uso dos utilizadores do mesmo. Canos rebentados, grelhadores degradadso, lixo aos montes e sem contentores por perto. Lamentável.
EliminarCivismo Pedro... falta muito civismo neste país...
ResponderEliminarAbraço
Jorge