Há 54 anos !
O Mundo não pára. Em 1955 Churchill proferia o seu último discurso - Jamais Desesperar - na Câmara dos Comuns como Primeiro - Ministro; em França, Sartre escrevia Nekrassov e em Bandung na Indonésia acontecia a Conferência Afro - Asiática que daria origem ao movimento dos países não alinhados, que alimentou a aspiração dos países Africanos pela autodeterminação e independência.
Em Portugal viviamos sob o comando de Salazar em pleno Estado Novo. Aderíamos à Organização das Nações Unidas ; tentávamos manter um Império ultramarino cada vez mais fragilizado .
Em Porto de Mós, rodava o filme "O Direito de Nascer " no antigo Escama Azul : de dia vendia peixe , à noite via-se cinema. " A menina já nasceu, podem ir ao cinema ". E foram. A menina foi crescendo num mundo que - se já não estava fácil quando nasceu - não vai ficar mais arrumado e mais pacífico. Mas não vai desistir!
Muitos parabéns à menina!
ResponderEliminarAté há 3 anos conhecia esta menina como a esposa do Presidente José Ferreira, desde essa altura que conheci essa menina como uma Mulher de armas/argumentos/principios/ideais que me fizeram perceber que ali estava um ser humano fantástico, com as suas ideias fixas, que é AMIGA do seu amigo.
Obrigado, tenho aprendido muito com essa menina que nasceu há 54 anos. Porto de Mós precisa de mais meninas como esta.
Um excelente dia junto dos seus.
Depois de umas férias volto a visitar os amigos e o VILA FORTE é um deles gosto de vos lêr aprendo sempre convosco é muito agradavel passar por aqui .
ResponderEliminarUm abraço para ti Pedro Oliveira
António Assunção
VOZ DO GOULINHIO
Gostei do texto. Este é sempre um dia de balanço e estou certo que estamos juntos em algo que temos de muito positivo na nossa vida, o Vila Forte, que entre muitas outras coisas me proporcionou a oportunidade de a conhecer.
ResponderEliminarÉ um dia de festa e por isso estamos todos felizes consigo.
Muitos Parabéns.
Parabéns Ana e força para continuar, pelo menos por mais 54.
ResponderEliminarEu também sou dessa colheita....
Ninguém foi tão importante nesse dia, mês e ano, como a Ana Narciso. O nosso Aniversário é um marco indestrutível. Somos únicos nesse dia, porque não é possível alguém colocar-se no mesmo lugar e tempo, com as mesmas dores ou mimos. Ainda por cima, prestamos homenagem aos nossos progenitores.
EliminarPela possibilidade de continuar a ser feliz e poder dizer estou aqui com gosto, desejo-lhe um dia muito especial e que se projete por muitos anos. Parabéns.
Muitos parabéns a uma Senhora que nos merece todo o respeito e que nunca se nega a lutar por um Porto de Mós melhor, onde se destacam as suas lutas pela educação de excelência.
ResponderEliminarNestes dias de confusão tipicos de pré-eleições tem dado uma bofetadas de luva branca a quem não sabe estar na vida politica.
Bem haja Drª.
Os meus sinceros Parabens por mais um Aniversário e pela sua coragem de dar a cara sempre pela terra que a viu nascer,Porto de Mós, bem como defendendo os seus ideais do sistema de ensino.
ResponderEliminarTenha Um Santo Dia e muitos anos de saúde e sorte.
O Pedro desvendou imediatamente este mistério
ResponderEliminar... agradeço a todos os que virtualmente e não só me desejaram felicidades. Obrigada. Somos de facto um elo único que une o passado e futuro. Ali naquele dia ....naquele momento.
Nunca vi este filme, mas os que ainda estão connosco nunca esqueceram este facto!E ontem voltou a ser lembrado.
O homem que permitiu que muitas gerações vissem cinema em Porto de Mós , chamava-se João "Marceneiro". Um gosto e uma paixão que ficaram com a família.
Por que não atribuir ao cineteatro da vila o nome dele?
Estou totalmente de acordo que de forma simples mas cheia de conteúdo, se projete para o Futuro, os nomes grandes das pessoas que foram um marco na cultura portomosense.Os mais novos não se lembram, mas o tio "João Marceneiro" também prestava serviço de carpinteiro para a Câmara Municipal e várias vezes por ano, aparecia nas escolas do concelho, para arranjar os caixilhos, portas , ou colocar um vidro que se partia, por acidente ou por brindadeiras de pedradas que nós crianças, usávamos como brinquedos improvisados. Porém, o tio João Marceneiro não arranjava só portas ou caixilhos. Tinha um carinho tão especial pelos alunos, que não havia nenhum de nós que não se aproximasse dele com desejo de ver e ouvir como o tio João nos dava palavras de incentivo e atenção. Foi um Homem grande de Porto de Mós.
EliminarEu estou totalemnte de acordo. Assim como este nome fantástico " escama azul" o pimeiro salão multiusos de Porto de Mós ( com alguma ironia claro!) mas que transporta algo que só existe na nossa história colectiva portomosense. Naõ percebo porque devemos arrasar tudo sem deixar algo que nos una ao que aqui se viveu.
ResponderEliminarNao tem falta de ideias
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