O que nós temos, os outros não, e vice-versa #16 – Parque Escolar

 


O Ministério da Educação lançou o Programa de Modernização das Escolas do Secundário. Na primeira fase, serão 75 escolas, na segunda mais 100 escolas secundárias.

 

O Programa tem 3 objectivos fundamentais: i) recuperar e modernizar edifícios; ii) Abrir a escola à comunidade; iii) Criar um sistema eficiente e eficaz de gestão dos edifícios. 

 


 

A Modernização destas infra-estruturas serão significativas, pena é que nenhuma das escolas secundárias do nosso concelho não tenha sido abrangida!

Comentários

  1. Infelizmente Luís1 Ja´não é a primeira nem a segunda vez que este assunto vem "à baila"... mas é o que temos!

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  2. E eu a pensar que havia vantagem em ter uma Câmara da mesma cor do poder central...

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  3. Isto já não vai lá com "pena".
    E eu sei bem o que lutaste na tentativa de se alterar ainda com tempo, o rumo que este processo estava a tomar.
    A inabilidade, associada à falta de peso Politico e de um plano aceitável e a pensar no futuro para a educação no nosso concelho levou a que escolas bem mais recentes (Batalha) fossem contempladas em detrimento por exemplo da secundária de Porto de Mós, que há tanto tempo necessita de obras.
    É inexplicável que uma vez mais tenhamos ficado de fora. Ainda por cima um concelho liderado pela mesma família politica do Governo e dirigido por aquele que se arroga de "campeão" dos fundos comunitários.
    Mas estes alunos já votam?

    menos

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  4. Os motivos porque a Secundária de Porto de Mós não entrou neste programa desconheço-os.
    Mas em relação às obras na Secundária da Batalha, elas são justificadas por via integração ali da Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais.
    O meu lamento só vai no sentido de as obras se iniciarem aquando da abertura do ano lectivo, o que será muito mau para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.
    Armindo Vieira

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  5. Realmente é pena não termos sido contemplados. Estou como o comentador anterior. Não sei de quem é a culpa e parece-me que não será por falta de necessidade, pelo menos a olhar pelo aspecto exterior do edifício.
    Quanto à abertura à comunidade não sei se será necessário intervenção do estado central, mas será certamente uma intervenção da Câmara pois essa será a culpada de todos os males. Há no entanto algo que me anda a intrigar há já algum tempo que tem alguma ligação com este assunto. Os centros escolares tanto defendidos neste espaço são do género daquele que está entalado entre a EN1, uma rua à volta do estádio as piscinas e os campos de ténis na Batalha, onde quem subir pelo poste de iluminação pública tem a entrada garantida dentro do edifício? Era bom que esse aspecto fosse esclarecido pois se se pretendem fazer espaços novos com tudo a que se tem direito e se tira o espaço do recreio às crianças algo fica a faltar.

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  6. Nunca cá teremos nada disso

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