Programa eleitoral PSD

Ontem foi apresentado o programa eleitoral do PSD às eleições legislativas, é um programa de ruptura com as politicas do PS com vista a aumentar a competitividade do país e terminar com lutas estereis, em determinadas áreas, que em nada beneficiaram o país. Pode ser lido AQUI. O discurso de apresentação com todos os detalhes pode ser visto no link: Manuela Ferreira Leite - Politica de Verdade

Comentários

  1. Estive nesta apresentação bem ao estilo de MFL : sóbria mas eficaz. Nunca um programa de qualquer partido político teve tanta procura... os pacotes com o programa desapareciam velozmente. Tem exactamente 33 páginas de programa efectivo. Daqui a 4 anos poderemos aferir linha a linha , parágrafo a parágrafo se foi ou não cumprido e porquê. Poucos poderão dizer que não têm tempo ou que a leitura é enfadonha. neste caso não pega. è de leitura fácil e traça o rumo para um novo modelo económico e social. Vamos em frente, Manuela . Dia 27 é o dia D! Será , como espero , o dia da vitória !

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  2. Bom dia,

    Estive a ler o programa eleitoral e parece-me um programa eleitoral simples mas realista, pouco ambicioso o que neste contexto é positivo pois interessa aos portugueses promover com a certeza que se pode cumprir.

    Destaco aqui as políticas em algumas áreas:

    - Economia - se se concretizar o apoio às PME, as que são realmente importantes para a economia nacional, será uma medida importantíssima para o efectivo sair da crise.

    - Educação - devolver aos professores o prestigio, o respeito que outrora tiveram, será um ponto fundamental para abandonarmos esta politica do facilitismo socialista, toda gente passa, para que os alunos vejam no professor uma figura a respeitar, uma entidade que os vai preparar para a vida.
    Nesta área também não deve ser esquecida a avaliação dos professores, tal como em outras áreas da função pública, os melhores devem ser premiados, mas nunca tendo como base os resultados escolares dos seus alunos.

    As politicas sociais também estão em destaque, o apoio ao subsidio de desemprego, ao RSI são importantes, mas terá de haver uma séria fiscalização deste tipo de situações, basta de gente a viver à custo dos dinheiros públicos sem querer fazer nada.

    Com o aumentar da criminalidade é urgente dotar as forças de segurança de meios capazes de combater esta criminalidade, as forças de segurança devem ser respeitadas por todos, devem ser entidades tratadas com respeito pelo Estado, as leis têm de proteger as forças de segurança e não os criminosos , sejam eles do gueto ou de colarinho branco.
    Se calhar uma unificação das forças de segurança não seja de rejeitar, mesmo que isto provoque nas chefias a chamada azia.

    Justiça para todos é fundamental, sem olhar a nomes ou cores politicas, pobre ou rico devem cumprir a lei e ser punidos de igual forma se violarem a lei.

    Agricultura, acabar com os subsídios para os grandes produtores para não produzirem, limitar a acção daqueles que manipulam os pequenos agricultores, estes que nada recebem.
    O solo português é dos melhores da Europa , temos de criar condições para atrair os jovens para a agricultura, uma agricultura que se pretende moderna e produtiva, sem viver à custa dos subsídios
    Temos de recuperar a subsistência agrícola , ou pelo menos parte dela.

    Cumprimentos,

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  3. Seria importante nos Programas de Governos com fins eleitoralistas em que todos os Partidos apresentassem os nomes dos Ministros para ocupar as respectivas pastas do Governo. Essa a que era também uma inovação na politica.
    A surpresa é guardada para o final depois até podemos levar com o Dias Loureiro mais o Oliveira e Costa como Governador do Banco de Portugal e Caixa Geral de Depósitos que nada nem ninguém pode fazer nada.
    A suspensão ao TGV é por mim considerada (Certa) arriscada uma vez que anda muita coisa em marcha e é de caras que não vai haver maiorias absolutas, logo, ou vai haver Governo minoritário (Grave) ou um entendimento ao nível do bloco central vai ser muito atribulado.
    Para já é mais um como todos os dos outros manuscritos de propostas referênciadas que como todos sabem nunca ninguém as segue.
    Será que vai baixar o IVA?! é que quando ela foi Min. Finanças aumentou de 17 para 19%, depois estes marmanjos aumentaram para 21% e agora é de 20%.
    O Estado cobra neste momento 20% do esforço de todos os Portugueses para além dos impostos respectivos. Notável.
    É preciso muita massa para sustentar a Função Pública e toda a corja de mamões.
    Realmente Portugal ter um Sr. que aposentado recebe cerca de 40-mil-euros mês(Para não falar dos milhões em indeminazações) mais avião Jacto privado e 40-seguranças é OBRA.
    Como se diz na giria popular..é preciso muita guita.
    Ainda não a ouvi dizer nada de aumentos do Salário Minimo, pensões aos idosos digna...deve ser impossível, calculo eu.

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  4. Os portugueses têm de fazer uma escolha clara.
    De um lado, temos muitas palavras, muitas páginas, muitas promessas de amor para toda a vida, de para tudo ter solução, de haver um saco onde se vão buscar mais umas moedas.
    Judas também tinha um saco de moedas.
    Sócrates não será Judas.
    Será mais um Pôncio Pilatos. Daí lavo as minhas mãos.
    Foi o que fez das promessas de há 4 anos.
    Do outro, temos quem de forma clara diz o que fará.
    Incomoda as grandes empresas.
    Mas lembra-se das PMEs, que nos ultimos 4 anos, desapareceram. Mais de 150 mil.
    Sócrates prometeu 150 mil novos empregos.
    A economia fechou 150 mil PMEs.
    Esta é a diferença entre a demagogia politica e o país real.
    Quem quiser continuar a viver de sonhos e demagogia vote no partido gastador.
    Quem acredita que com sacrificios, dificuldades, mas deixando um país onde os seus descendentes tenham prazer em viver,não pode votar PS.
    A alternativa só pode ser PSD.
    Mas, Dr Manuela, anda muita libelinha à sua volta, que é mais camaleão, que tem interesses muito próximos do aparelho socialista.
    Acabe-se com o politicamente correcto.
    O poço está quase seco e o país perde a sua seiva.
    Não é altura de baixar os braços.
    Altura é, de dizer que temos de mudar o rumo.
    Cumps
    José Ferreira

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  5. Qustionário SAPO de hoje:

    Perguntas

    Ontem, Ferreira Leite apresentou o programa eleitoral do PSD. O que achou das propostas?

    Agradaram-me. Acho que são capazes de vencer o PS.: 2321
    (27%)
    Agradaram-me, mas não vencem eleições.: 685
    (8%)
    Não trouxeram nada de novo.: 3193
    (37%)
    Propõem um péssimo caminho para o país.: 2328
    (27%)

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  6. Passei o olhos pelo programa eleitoral e imaginei este programa liderado por Marques Mendes, agora na boca desta senhora, vai ser um banho de bola nos debates a dois, ela os pediu a pensar que os iam recusar por serem muitos,mas teve azar eles aceitaram. Os do PSD a verem o debate vão parecer aqueles adeptos do benfica quando agora o cardozo marca os penalties fecham os olhos até ele marcar e depois olham para o placard.A crença é tanta que é melhor ver os dabates no fim de terminarem, para não terem uma taquicardia.

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  7. Um programa eleitoral a condizer com a lider do partido, muitas frases ocas e muito vamos fazer isto e aquilo, mas não diz como.Como vão baixar o défice, como vão diminuir a divida, qual o modelo de avaliação alternativo para os docentes, para quando o TGV, porque é que com o aumento dos combustiveis e diminuição prevista de passageiros não suspendem o novo aeroporto e não se aposta na linha lisboa -madrid em TGV,alternativa real em todos os aspectos ao avião, o que fazer ao código processo penal,alternativa à politica agricola, alternativa à politica de saúde, enfim 39 páginas de muitas generalidades e pouca objectividade.Reduzir a eleição ao carácter(?) dos lideres e não em relação ao que se quer do país, ou seja, uns querem pará-lo, suspendê-lo, outros querm que ele evolua,cresça, é uma forma muito retrograda de ver o futuro de um país. A escolha é clara antes Sócrates meio licenciado, mas com visão de um Portugal moderno que uma Drª com ideias do séc.XX.

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    Respostas
    1. A visão de Sócrates para o país, lembra aqueles economistas que argumentam que pode ser melhor colher um recurso hoje,do que deixar um pouco do recurso intacto, para o colher amanhã, alegando que os lucros da colheita de hoje, podem ser investidos e que os juros do investimento assim acumulados entre hoje e algum tempo futuro alternativo de colheita, tendem a tornar a colheita de hoje, mais valiosa do que a do futuro.
      Neste caso, AS CONSEQUÊNCIAS RUINS SÃO DEIXADAS PARA A NOVAS GERAÇÃO, mas ESTA GERAÇÂO NÃO PODE VOTAR OU SE QUEIXAR HOJE.

      Em nome da VISÃO MODERNA as politicas de Sócrates, lembram o uso sucessivo do cartão de crédito.
      No futuro alguém vai pagar.
      São as Scuts, algumas parcerias publico-privadas sem contrôle( os contentores de Lisboa), são as politicas de subsidios descontrolada (será que se vai fazer um filho para ter um bónus de 200€?) e poderiamos continuar com muitos mais exemplos.
      O governo socialista espanhol ontem decidiu fazer um aumento de impostos. Durante algum tempo, afirmou Zapatero.
      Mas devemos ter esperança.
      Ao reflectir profundamente sobre as causas dos erros do passado, talvez possamos voltar atrás e aumentar as chances de sucesso no futuro.
      Por tais razões, não acredito nas modernices de Sócrates e prefiro aprender com o que de bom se deve manter, das boas ideias do Sec.XX

      José Ferreira

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  8. Bom dia,

    É verdade Sr. José Ferreira,

    A questão de usar os recursos hoje não olhando para as gerações futuras é bem real e está em todo lado, não só nas políticas governamentais socialistas, péssimas, perversas, ridículas diga-se.

    Infelizmente, bem próximo de nós temos um flagrante caso do que falamos, a C.M.Leiria, Laranja, onde a sua lider com uma visão estratégica "visionária" decidiu hipotecar o futuro do Concelho e dos seus Municipes, com a construção do elefante branco de nome Estádio .... preocupou-se? Pensou? é claro que não, apenas se preoupou com o presente, com os empreiteiros que lucraram com a obra ... e agora lá está a dar prejuizo ano após ano ...

    Mas Sr. José Ferreira, tem toda a razão quando se refere ao Sr. "Engenheiro" quando pensa em gastar todos os recursos do presente para tentar ter lucro no futuro e também para as gerações futuras pagarem a factura, ele por esse altura estará agozar de uma reforma dourada ou numa dessas empresas que dão milhões a ex governantes.

    O problema não está, infelizmente para nós jovens e para o meu/minha herdeiro(a) que brinca a meus pés, no Sr. Engenheiro, está numa classe política muito mal formada, muito pouco preocupada com os outros e com o futuro mas sim com o próprio umbigo ...

    Cumprimentos,

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    Respostas
    1. Sr. Marco

      Tem alguma dose de razão no que afirma.
      Mas fazendo um esforço de memória, deixe que lhe relembre o seguinte:
      -há época da decisão dos estádios, estavamos em 1997, e tinhamos, no distrito:
      Governador Civil- Prof. Carlos André;
      Primeiro-ministro - Eng.Guterres
      Presidente da Associação de Futebol de Leiria-Dr Helder Roque, e verador do Desporto da CM de Leiria, presidida, pelo Eng.Lemos Proença;
      candidato do PS a presidente da Câmara de Leiria pelo PS- Raul Castro( o mesmo de hoje), que inclusivé prometia o espaço de umas bombas de gasolina, ao União de Leiria, no sopé da encosta do Castelo de Leiria.
      Tudo pessoas, com as quais mantenho boas relações pessoais, com excepção do Eng.Guterres.
      É neste cenário que Isabel Damasceno ganha a Câmara,(1998) já com grandes compromissos assumidos.
      Nâo teve força ou coragem para voltar atrás.
      Mas a lição deve ficar.
      Para todos, PSD ou PS e demais partidos.
      Como pretendi dizer, quando se exploram os recursos até á exaustão, o resultado é o colapso.
      É o que Sócrates faz ao explorar os portugueses até á exaustão- a revolta virá ao de cima.
      Várias civilizações desapareceram tendo por base tais principios.
      O caminho dos ultimos 14/15 anos ao colapso nos conduz.
      De forma popular, esprememos a vaca até ao fim.
      Mas a vaca também não teve mais leite.
      A UE tem sido a nossa vaca.
      Mas temos esbanjado e deixado a leite azedar.
      Ao longo da história tivemos várias vacas- a India, o Brasil, Colónias em África, e agora....

      Cumps
      José Ferreira

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