Toma lá, dá cá!
Há poucos dias, em conversa com uma senhora conhecida, que não mora no nosso concelho, falávamos sobre as eleições.
Já pertenceu a diversas listas autárquicas, mas, por falta de feitio para aturar políticos, quis ficar sempre em lugares não elegíveis. Desta vez, apesar da lei da paridade, mas perante o cada vez maior descrédito da política, estava mesmo decidida a não participar em nada.
Contou-me que há uns dias atrás tinha recebido uma chamada do candidato à Câmara Municipal do partido que tradicionalmente é poder no concelho onde vive (mais uma vez, não é em Porto de Mós!) em que foi convidada a preencher um dos lugares do fundo da lista.
Perante a vontade de recusar e a possibilidade de que o filho (recém licenciado no desemprego) poder entrar como estagiário na Câmara no próximo mandato... foi incapaz de dizer que não.
Até que ponto serão frequentes episódios desta natureza?
ResponderEliminarMas tem dúvidas Sr. Paulo... tem dúvidas?????
Competência, vontade de trabalho, exigencia, isso n interessa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Em Portugal já não se faz politica para servir o país ou a terra, mas sim para se servirem a seu belo prazer e gozando com o povo.Até quando? não sei,mas a continuar este regime tem os dias contados e o que virá irá ser mau,muito mau , mas é o que merecemos por sermos tão pouco exigentes connosco e com os outros.Isto vai correr mal, ai vai vai.
ResponderEliminarTambem concordo que isto vai acabar mal e não é com cravos. Quando e que já se viu um País em que um cidadão chamado José Veiga deve 8 MILHÔES as finanças e nada acontece.Quando um ex-ptresidente de um clube de futebol tem uma casa a venda por 15 MILHÕES nada declara ,como e que um País deixa sair 6 MIL MILHÕES para off shores e nada faz, só aperta com o cidadão que trabalha e paga impostos algo está muito mal " Tachos for Boys" . Por isso eu digo que vai acabar mal se não houver " TOMATES"( desculpem a expressão) para acabar com isto.
ResponderEliminarPedro
ResponderEliminaresta situação não é de partidos, é de pessoas.
Estou inteiramente de acordo com a Violeta! é mau para esse jovem começar assim a sua carreira e não colocar a questão desta forma : se não estagiar aqui entro noutra Câmara ; há mais de 300 Câmaras no país!!!
EliminarO problema Ana, é que cada vez mais é de isso que se trata nas Câmaras de todo o país, de pessoas, de compadrio, da politica dos favores ....
EliminarJorge Soares
ResponderEliminarPois é D.ª Ana
O pior é que infelizmente para esse jovem e para muitos por este país fora as autarquias locais são ainda como que ume "empresa" familiar e ou um local onde os aparelhos partidários colocam alguns "apoiantes" estratégicos esta é a verdade.
Cumprimentos,
Sobe hoje que como os resultados eleitorais foram favoráveis lá na terra, as coisas estão bem encaminhadas para o emprego do jovem licenciado no desemprego.
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