Balanço do Mandato do Executivo do Sr Salgueiro
«Traição
Mentira
Euforia
Deslumbramento pelo poder
Caça as bruxas
Arrogância
Dívidas longo prazo
Prepotência
Murros na mesa
Dívidas longo prazo
Ossadas profanadas
Taxa ilegal da agua
Actas rasuradas
Aumento de impostos
Dívidas longo prazo
Aec's
Dívidas longo prazo
Tourada
Passaram 4 anos»
Esta foi a minha intervenção na última Assembleia Municipal. Lá não li o título.
Isto é mesmo mau!!!
ResponderEliminarE o povo vai votar no Sr. Salgueiro?
O que o povo quer é umas febras e umas cervejas.
ResponderEliminarHaverá um porco assado no espeto em cada freguesia.
Para um cidadão decente esta caracterização,deixá-lo-ia no minimo envergonhado.
Salgueiro sente-se vaidoso, porque desconhece a maioria das palavras.
Logo não são para ele.
Por estas e outras, é que se não vota, ou vota branco e nulo.
Infelizmente as perspectivas são sombrias.
Copo de vinho e bailarico é que é preciso.
O resto obriga a pensar e isso dá trabalho.
Só se fôr para arranjar mais uma intriga.
Nisso Salgueiro não deixa os seus créditos por mãos alheias.
Nem S.Pedro nos acode.
Foi aqui que a bancada do PS e o Executivo mudaram de côr! Foi neste momento que me levantei para cumprimentar o Paulo. A coragem de dizer, a coragem de enfrentar a intimidação . Manuela FL tem razão: antes do 25 de Abril "as pessoas tinham medo da prisão, hoje têm medo de perder o negócio ou o emprego!" O Paulo provou que é um cidadão que não tem medo apesar de poder ser frágil. E isto merece um cumprimento. Foi isso que fiz! YES! We can!
ResponderEliminarO Presidente recusou-se a comentar mas lá foi dizendo que, como é habitual não tive elevação na minha intervenção. Os factos assim apresentados telegraficamente fazem doer, essa era a ideia, mas não passam disso mesmo, factos.
EliminarGostei de ler um comentário que já aqui foi feito sobre este assunto, pois mostra que de facto vivemos num concelho onde o Respeito e o Respeitinho se confundem. A actual cultura do concelho e do país exige que se ande cócoras perante o poder para se ser bafejado pela sorte.
O Sr. Salgueiro e companhia, são cidadãos como eu, com a diferença de me deverem explicações sobre as decisões que tomam no âmbito do cargo que desempenham, sendo que este obrigação não existe no sentido contrário.
Já me disseram 'Pensas que dizes o que queres?' e já sabem a resposta, digo o que entendo, e se acharem que ultrapasso os limites terão de agir legalmente.
É a vida.
Mais uma vez agradeço à Ana o seu apoio.