Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Bom, compreendo que a campanha fira susceptibilidades e que, como diz a notícia, diabolize o seropositivo (embora eu não veja dessa forma), mas lá que chama a atenção, chama...
ResponderEliminarEm Portugal seria impensável um anúncio destes, quando, p. ex. no caso da Media Markt, os escuteiros reclamaram de imediato.
A campanha está tão bem pensada que ainda não se iniciou na Alemanha e já é assunto no Vila Forte. Para os criativos da agência contratada este post é mais um indicador de sucesso.
ResponderEliminarA comparação pode ser chocante, mas o assunto também é chocante e mais ainda os números de vítimas da SIDA. Se houver menos um infectado em consequência de mais esta campanha então valeu a pena.
Pelo que vi na TVI à hora de almoço, a polémica ainda vai mais longe: a comunidade judia está revoltada com a comparação entre o holocausto e a SIDA, que pode ser prevenida, ao contrário do massacre dos judeus pelos nazis.
ResponderEliminarSobre a pergunta que é lançada no jornal "i" e que eu reproduzo, a minha opinião é que a publicidade não tem limites desde que sirva para alertar consciências e principalmente para que as pessoas abram os olhos, sejam politicos,Igreja,médicos ou sociedade em geral.
ResponderEliminarComo bem diz o Paulo e o Pedro, esta publicidade pelo menos já serviu para se falar novamente da SIDA.
É que 33 milhões de pessoas é muita gente.Tanta preocupação houvesse com a SIDA como está a haver com a gripe "A" e talvez se tivessem salvo muitas vidas.
Eu sou a favor da publicidade denominada de choque como esta.
Mas alguém já falou em interesses da real politik....
Podemos comparar esta questão com outra, mais frequente, que é Deve haver limites na arte? Ou Onde termina a arte e começa o mau gosto? Ou então Onde termina o humor e começa o mau gosto?
EliminarCada um de nós terá um limite diferente, mas ao tentar regular a criatividade dos outros corre-se sempre o risco de lhe limitar a liberdade. O primado da ordem absoluta foi derrotado na Segunda Guerra Mundial e a tolerância e o respeito pela liberdade dos outros está escrito no ADN do mundo ocidental.
Não sei se vou responder à pergunta.
ResponderEliminarPara nós, um dos grandes dramas, é os jovens pensarem que a Sida tem cura.
Temos batalhado imenso. Mas a ideia que existem remédios para a Sida, remedios que sossegam o sofrimento, levou os jovens a pensarem que a Sida já não mata.
É uma situação preocupante porque moços deixaram de usar o preservativo. Quando sabemos que num fim de semana um jovem ou uma jovem francesa tem 3 ou 4 relações sexuais sem presarvativo , algo não funciona na informação publicitária médica.
Eu fiquei aterrado quando o meu terrorista me afirmou que já não se morre da Sida e que há remédios.
Penso que as campanhas de prevenção contra a sida devem ser re-pensadas. Mas criticar é fácil.
Quanto à gripe A , não sei.
Mas aconselhar uma lavagem de mãos frequente com sabão protege muito ( sobretudo antes de passar à mesa ou de comer ). Mas não é novo.
E Viva o Porto !
Caro Porto Maravilha, o Sr. tem um terrorista pessoal??, ontem no seu Porto começaram a ser julgados alguns, será um dos seus ou é outro?
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