É hora da catarse social democrata
Se a nível local é necessário fazer perguntas e balanços, e aí estou de acordo com a Ana Narciso, no "Oportomosense" desta semana , a nível nacional é neccessário "esmiuçar os sufrágios" de uma forma mais profunda. É obrigatório ler esta entrevista para todos quantos acham fundamental o PSD na democracia Portuguesa.
Mudar de vida é obrigatório e urgente.
Pedro,
ResponderEliminarPor mero acaso já li esta entrevista. É fundamental ler esta entrevista como tantas outras.
Este senhor é uma parte altamente interessada, na catarse social democrata. Este senhor foi o anterior Presidente da mesa do Congresso, na liderança de Filipe Menezes, "pai espiritual" de Pedro Passos Coelho.
É uma parte interessada, nada mais.
Meu caro e bom amigo,
EliminarTodos os sociais-democratas são partes interessadas,mas há os que gostam de se esconder na hora de fazer balanços e contas.Temos pena!
O PSD local regional e nacional têm de mudar e muito porque cometeram erros graves e por isso derrotas tão acentuadas que tiveram este ano (tirando as europeias)
ResponderEliminarPSD em fim de estação
ResponderEliminarEmbora não pareça mas ainda há esperança, se tiveram a paciência de elegerem uma equipa de liderança forte e esclarecida que possa preparar o partido para as eleições de aqui a 4 anos... ou antes.
Para tanto precisa de mostrar ao país que tem um a ideia de futuro e um projecto coerente para executar. Uma boa parte desse trabalho faz-se no parlamento e aí residirá uma das maiores dificuldades de uma nova liderança, a qualidade, a coerência e a lealdade do grupo parlamentar.
Ainda agora tomaram posse e já declararam fugas.
A refundação do PSD consistirá em apetrechar o partido de uma ideologia e programa político que não tem desde que Cavaco Silva assumiu a liderança. Cavaco Silva destruiu os valores e património político do PSD, reduzindo-o a uma confederação de interesses que se anima e se move em função do poder. Na ausência de poder nada os une.
Imaginem esta gente vencedora de eleições aqui fica bem patente
"Um País aos trambolhões"
Não diria mudar de vida, mas de comportamento.
ResponderEliminarDesde a década de 80, que os pseudotecnocratas se assumirem como a vanguarda do poder, com a tese de que os politicos com ideologia estavam em desuso e que por isso era necessário que a economia e as decisões de mudança só produziriam efeitos positivos nos países, se fossem eles a decidir.
Teoria engenhosa e maquievélica esta, pois deu força à mentira e reproduziu conceitos falsos de rendimentos e abastança, do qual estamos agora a sofrer as consequências.
É lamentável que estes arautos de mentira, tenham tido também aliados nesta geração de politicos profissionais, uma cobardia inaudita, pois foram coniventes com esta degeneração de ideias, apenas com o objetivo de aproveitar o que sabiam ser apenas embrulho para o povo e o ouro no seu bolso.
Perderam-se nesta ciclo, homens de grande dimensão politica e humana, os quais foram sendo lembrados apenas por mero oportunismo de ocasião.
A politica é alicerçada em valores e bases ideológicas, cientificas e ciências sociais. Todos aqueles que foram ensaiando a traição à politica de verdade, mais não fizeram do que envenenar todo o nosso sistema politico e penso não estar longe da verdade que o PSD, foi uma das primeiras vitimas desse processo que alguns dos seus militantes criaram e desenvolveram. Com isso perdeu identidade á medida que ganhou poder. Também o PCP, pelos anos 90, sofreu uma erosão deste tipo, pois foram-se endeusando alguns dirigentes como os grandes pensadores, mas que no fundo eram da mesma linha de atuação.- Veja-se Pina Moura, Mário Lino, Zita Seabra, Vital Moreira e outros.