E as Igrejas?
Foi com esta pergunta que o João (meu filho) rematou a conversa sobre esta notícia que ouvimos na rádio e após explicação do avô sobre o que eram os minaretes.
imagem do público "roubada" daqui
Foi com esta pergunta que o João (meu filho) rematou a conversa sobre esta notícia que ouvimos na rádio e após explicação do avô sobre o que eram os minaretes.
imagem do público "roubada" daqui
ResponderEliminara Suiça é uma nação conservadora.
É , não tem que discutir com outros porque é.
Assim fosse, discutiria em pé de igualdade com os governos aqui do burgo e os da América Latina por que razão dá mais bem-estar...e nós não.
.
O problema é que tudo advém da globalização, sendo a Suiça um Estado fechado.
É neste campo que temos que reflectir.
:
A resposta é clara quanto às igrejas: fazem parte da memória de seu pai, de seu avô, ...e por aí em diante.
É pela memória que se erigiram pedras, fez-se mão à natureza, crescemos nos valores.
:
Aos que não suportam a memória, como meio de aprendizagem ou como critério de decisão politica, responder-se-à "como vão para casa?"
*
Como vão as crianças suiças para casa?
Como vão as crianças muçulmanas que a Suiça acolhe para casa?
...pois não nos questionamos sobre a localização da nossa casa...
EliminarMais um duro golpe na civilização ocidental.
ResponderEliminarAinda se vão arrepender...
ResponderEliminarA Cruz Vermelha Internacional é uma organização de carácter humanitário, das mais antigas que existe no mundo. O que fez pelas populações afectadas pela 2ª Mundial foi de importância determinante para a sobrevivência de muitos milhares de pessoas.
ResponderEliminarO simbolo não tem qualquer conotação religiosa, pois apenas foi criado invertendo as cores da bandeira do país que viu nascer esta ONG, como agora se chamam.
Ao longo da sua história a Cruz Vermelha Internacional tem-se expandido pelo mundo.
Para grande desagrado do seu fundador o símbolo e o nome da organização foi 'adulterado' nos países árabes para o também conhecido Crescente Vermelho.
Isto pode não ter nada a ver com o assunto do post, mas lembrei-me dela quando vejo os civilizadíssimos suiços são apelidados de radicais.
Afinal ser diferente é bom ou não?