Ler os outros
Todos nós temos pessoas na família,amigos ou vizinhos que aos quarenta e tal ou mesmo aos cinquenta e pouco ficam no desemprego e sem a luz ao fundo do túnel.
Quando temos conhecimento das suas dificuldades e sonhos tornados pesadelos pensamos: e se for eu o próximo o que farei?
O nosso amigo, Carlos Barbosa de Oliveira, numa estória de vida, mostra bem que tudo pode mudar num minuto.Ler e reflectir,AQUI.
Obrigado pela referência, Pedro.
ResponderEliminarQuando fiz estas reportagens, também senti esse sufoco mas, felizmente, também conheci casos de pesoas que deram a volta por cima. Ou porque tiveram sorte, ou porque se revelaram empreendedoras e se tornaram donas dos seus próprios destinos. Por experiência pessoal, sei que não é fácil, mas em alguns casos, as pessoas acabaram por me dizer que o melhor que lhes tinha acontecido foi terem sido despedidas.
É o otro lado do drama do desemprego. Mais positivo e cujas histórias publicarei em Janeiro.
Abraço
Este é o outro lado do desemprego, que não se lê nas taxas e números com que nos habituamos a conviver. São os dramas por trás da frieza dos números. Estes podem ser manipulados, os dramas como este, não!
ResponderEliminarQuantas Susanas não estão a nossa volta e nós ou não sabemos ou voltamos a cara para o lado. Será que esta senhora não será capaz de desempenhar as funções para as quais se qualificou ? Minha querida SENHORA não deite a toalha ao chão ainda e sedo, que Deus a ajude e ao seu filho.
ResponderEliminarSeria bom que todos reflectissem bem no que ali nos é revelado pois só o conhecimento concreto dos dramas daqueles que querem trabalhar e não têm como, poderá alavancar a solidariedade social e cívica que se impõe.
ResponderEliminar