Ver os amigos, alguns só nos casamentos e funerais
Ao longo da vida vamos fazendo amigos (sim porque os amigos fazem-se com muito amor e dedicação), na escola primária, na escola preparatória e secundária, depois fazemos outros quando mudamos de cidade, meu caso, para ir estudar e quando começamos a pensar que a vida errante tem que ser mais calma fazemos, também, alguns amigos que já são amigos da nossa cara metade.
Depois há os amigos , poucos, dos locais de trabalho por onde vamos passando e aqueles que vamos conhecendo fruto de actividades ditas sociais que vamos "abraçando" ao longo do tempo.
Dentro destes amigos todos vamos perdendo o contacto com muitos deles, principalmente os do tempo de escola ou dos primeiros anos de actividade profissional.
Até aos 30 vamos vendo a "malta" nos casamentos, chegados aos 40, vamo-nos encontrando muito menos vezes e quase sempre em funerais de familiares.
Ontem não fugiu à regra, em Penacova, revi alguns amigos que fiz fruto da relação com a então namorada, hoje esposa.
A frase é sempre a mesma: Só nos vemos ou em casamentos ou em funerais!
A quem o diz, este ano foi uma razia.
ResponderEliminarEsta é uma grande verdade que muitos ignoram ou evitam de falar dela. Nota-se pelos comentários em post.
ResponderEliminarÉ o que os politicos fizeram nesta nova sociedade.Quando os valores morais e familiares estão em vias de extinsão, é isto que a todos esperam. Falta falarem e reverem o final de vida.
Asilos, perdão, lares de Terceira Idade.É mais Xique.
A vida hoje é toda feita de hipocrisias e sempre a olhar para o relógio.
Veja-se que agora, todos os Bébes nascem nos Hospitais (antes, era tudo em casa) e logo que saim da barriguinha da Mãe lhe é colocado uma pulseira no seu pulso (todos sabemos o porquê)mas também é para lhe demonstar que entras-te no Mundo do relógio e como tal é para te habituares a ver no teu pulso a bracelete.
Pedro O. Bom post e boa lembrança. Dava pano para mangas. Bom e Santo Fds.