Gandembel
A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Bom dia
ResponderEliminarParabens porque me parece que esta obra foi bem feita e pensada,tanto para os peões como para quem entra na vila ter como entrada os paineis que estavam virados ao contrário,bonito custama-se dizer "o bemfeito bem parace" é o caso
Fica aqui um reparo que pode ser alterado, o acesso as cadeiras de rodas em ambos os lados da entrada poenta da ponte, e impossível um utente poder aceder á ponte nomeadamente do lado esquerdo com a inclinação que tem para o acesso ao campo sintético, penso que esta alteração deve ser feita quanto antes assim como no final á entrada da vila do lado esquerdo
Eliminaraquele pedaço de passeio poderia ser cortado que obriga a uma cadeira de rodas tenha que manobrar com a possibilidade de cair para a via.
Muito Obrigada D. Ana. Foi dizer e fazer. Foto às 12:15 e postada pelas 12:23.
ResponderEliminarPelo aspecto parece estar uma obra boa.A única coisa que acho é que podia ou deveriam ter aproveitado (talvez..) terem feito a ponte mais larga e com uma pista para ciclistas. Mas como em Portugal não se pensa assim...está bem.
Um Santo fim de Semana para si e Todos os seus.
Por acaso também pensei na pista para bicicletas. Ficava ali muito bem.Apesar disso, é um alívio para quem , como eu passava na ponte com os alunos da EB2, sempre preocupada com a sua segurança.
ResponderEliminarA beleza das obras ou no tempo em que são feitas, devem ser pesos a considerar na balança de melhorar a qualidade de vida das pessoas.
ResponderEliminarSabendo que o investimento principal da obra foi da responsabilidade da EP e que a outra parte foi custeada pela Cãmara Municipal e que o montante total da obra pode ter custado cerca de 1.000.000 de euros (?), penso ser importante saber, se estamos todos ou a maioria de acordo com este tipo de obras, quando alguns projetos de índole educacional ou estruturante para o desenvolvimento do concelho não deveriam ter acontecido primeiro que este !?. Dir-me-ão já que nunca estou contente, mas é verdade, pois quando ouço falar de escolas sem condições , centros de saúde sem médicos e ruturas sociais graves de desemprego em muitos agregados familiares do nosso concelho e alguns casos até de fome, acho que estamos a inverter o conceito de bem estar e harmonia de desenvolvimento das populações. Ou seja, cento e cinquenta metros de estrada que não aumentaram em nada a fluidez do trânsito, quando a passagem de peões poderia com custos reduzidíssimos ter sido feita em caminho pedonal aproveitando as obras do futuro parque da vila. Será que estou visionário, ou apenas triste com tamanha asneira de investimento(?) ou apenas gasto de dinheiro ?!.
Parabéns, Carvalho, tem toda a razão. Não aumentou em nada a fluidez do trânsito mas temos ali espaço para as equipas da ADP treinarem a corrida e fazer alguns exercícios antes de irem para o sintético. Duas faixas enormes para peões?
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