Teixeira dos Santos sucessor de Sócrates


Segundo alguns Socialistas, Teixeira dos Santos pediu a Sócrates para não fazer parte deste governo, estava mais interessado em ocupar o lugar de Constâncio no Banco de Portugal. A este pedido Sócrates disse não. Mas não terá dito só não, já que o cenário que Sócrates terá "desenhado" a TS o terá convencido, e que cenário é esse?


Dentro do PS fala-se na demissão de Sócrates, avançando TS para seu lugar.


Pode parecer estranho, mas posso garantir que não é boato, pois se assim fosse este tema não seria alvo de uma crónica no Diário de Coimbra deste fim de semana.

Comentários

  1. Teixeira dos Santos a 1º Ministro?
    E Sócrates onde?
    Não desdenharia da possibilidade, mas depois da ópera bufa sai Barroso, entra Santana acho que não tem pernas para andar!

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  2. Como????
    Não entendi esse jogo de cadeiras...

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  3. Acho mt bem.
    Teixeira dos Santos é dos poucos ministros sérios neste Governo.
    Tem perfil de sebastião como se gosta aqui no burgo:

    --ligado às finanças públicas;

    -docente universitário;

    --ar de pai;
    recordam-se?

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  4. Grande surpresa essa notícia, Pedro, mas tenho a impressão que se Sócrates se demitir, o Cavaco aproveita para convocar eleições. E qual é o tacho que Sócrates arranjou? Sim, que não o vejo a dar ponto sem nó...

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  5. Não creio nessa possibilidade. No entanto, tenho uma opinião que, curiosamente, colidirá com o que a maioria de pessoas deste país pensa de Teixeira dos Santos.
    Na minha opinião ele foi um dos piores ministros das Finanças que já tivemos, apesar dos encómios que muitas vezes tem recebido, até da própria oposição. Teixeira dos Santos limitou-se a aumentar os impostos brutalmente e a antecipar receitas futuras, que muita falta farão aos governantes que se lhe seguirem. Mesmo assim, o défice e o endividamento do país atingiu níveis nunca vistos no tempos mais recentes. Algumas das receitas dos próximos 10 ou 15 anos (se não mais) já foram antecipadas e gastas pelos Governos Sócrates-Teixeira dos Santos. Quando este filão se esgotar, o que faremos? Lembram-se das críticas que choveram sobre Ferreira Leite e Durão Barroso (e mais tarde sobre Santana) quando ousaram vender alguns imóveis do Estado sem utilização? Que o défice anunciado era um embuste, porque estava camuflado por receitas extraordinárias, que estávamos a vender os anéis e brevemente teríamos de vender os dedos... Disseram tudo quanto se lembraram! Agora, esses opinion makers e jornalistas estão calados para serem fiéis ao grande engenheiro, o nosso "primeiro fax".

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