O relógio não pára V

Comentários

  1. São várias as vertentes que aborda Telma. Fico-me pelo tema da felicidade permanente e obrigatória da grávida, que a sociedade, ao estilo do politicamente correcto, impõe, à margem da realidade da mulher, na sua condição de grávida. Uma realidade feita de bom e mau humor, de momentos bons e maus, que tanto podem ter alguma coisa a ver com a gravidez como podem nada ter a ver com esse estado. Como se a gravidez não só se sobreponha a tudo mas "seque" e destrua tudo o que é vida para além de um estado. É um tema que está na moda. Tenho-o visto tratado com grande frequência nos últimos tempos e acho-o interessante, particularmente numa perspectiva de abordagem de duas vidas que partilham uma e rigorosamente a mesma vida tendo, inevitavelmente de se chocar, de se "atropelar" e de "conflituar".

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  2. Este comentário não é daqui. Acontece... veio aqui parar mas pertence ao post da "Maternidade"!

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