O relógio não pára VII

   

Comentários

  1. O meu hábito de leitura vem destá colecção fabulosa, que preencheu o meu imagnário de infância.

    Recordo-me que esperávamos pela chegada de um novo livro de Os Cinco à papelaria do Juncal, para aí uma vez por mês. Quando tinhamos um novo livro dos cinco ainda me lembro de o ler a meias com o meu primo. Uma página cada um !

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    1. Lembro-me de facto de te ver com o João Luis a ler um destes livros a meias. Ao fim de cada página o primeiro a acabar dizia sempre 'posso virar?'. Na altura ainda não sabia ler mas logo que reuni conhecimento suficiente também me tornei um aficcionado da colecção, que li integralmente várias vezes. Mais tarde apareceram as Novas Aventuras dos Cinco, que não era a mesma coisa e agora existe outra versão em CD completamente diferente, em que a Zé tem cabelo comprido... e chama-se Jo!!! Onde é que já se viu??
      Ando a ler ao meu filho um capítulo por dia das velhinhas aventuras dos cinco e reparo agora que existem passagens completamente inaceitáveis nos asseados dias de hoje. A Zé, que tem mau génio, gosta de estar sozinha e quer passar por rapaz, seria conduzida a acompanhamento psicológico, seria diagnosticada como associal e reprimida sexualmente e dificilmente se escapava ao Ritalin (não sei se é este o nome dos drunfs para a miudagem).

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    2. O meu gosto pela leitura também começou pelos cinco, apesar de um bocado mais tarde! Num m dia de Verão no início dos anos 90, dia de praia de manhã a mãe perguntou me porque é que em vez de não me calar atrás dela com mil perguntas, não começava a ler, como os manos, o livro d' "Os cinco". No fim do primeiro livro tinha descoberto um novo prazer!

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  2. Tenho um exemplar igual dos 5 no Lago Negro!

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