Tolerância religiosa V
A Courrier Internacional tem este mês um artigo retirado do El País, segundo o qual, o humor sobre as religiões poderá ser uma forma de aproximação ecuménica. Com uma condição. Todos têm de ter capacidade para aceitar o humor sobre a religião que professam.
Apresento-vos uma anedota para cada uma das religiões referidas no artigo.
O ateísmo não é uma religião mas também merece uma anedota.
- Porque há tantos funcionários públicos ateus?
- Porque não acreditam que possa haver uma vida melhor.
Por acaso, acredito que o riso é das boas e grandes terapias para se viver melhor, quer anímica quer fisicamente.
ResponderEliminarMas isso não é uma questão de fé ou ateísmo. É antes de tudo saber que as coisas não existem por acaso e que existe de facto algo que podemos ou ajudamos a fazer para que o bom aconteça.
Sorrir e rir são valências de postura perante a vida concreta. Boas ou más situações, são a dimensão pessoal e social de cada pessoa. Quando encontramos pessoas sisudas a contar excelentes anedotas e nos fazem rir, pode incluir-se profissão, religião ou clube de futebol.
Até com as estatisticas do BCE ou BdeP, se podem fazer excelentes anedotas, das quais me atrevo a inventar uma, no sentido de fazer rir alguns imperdernidos liberais.
Aí vai.
Sabem porque razão o Vitor Constâncio é motivo de orgulho para os portugueses?
É porque foi eleito para vice-presidente do BCE, com a função principal de supervisão, para proteger os meios financeiros dos trabalhadores de toda a Europa, sobretudo os que ganham menos de 1.000,00 por mês e porque ainda têm a mania de jogar na bolha da Bolsa (PSI - 20)
Lógicamente "1.000,00" €.
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